Voce Acendeu a Luz da minha Vida
Consciência é Papel
Escrevo porque, às vezes, falar não basta.
Porque minha voz se perde no ar, mas as palavras escritas… elas permanecem.
Cada linha é um pedaço meu, uma confissão silenciosa que não precisa de plateia.
Aqui, não existe medo de julgamento.
Aqui, eu não preciso sorrir para suavizar minha dor nem me explicar para ninguém.
O que deixo escrito é a minha consciência escancarada, crua, nua.
É o reflexo do que penso quando tudo silencia, quando ninguém está olhando.
E não, não é drama.
Não é exagero.
É apenas o retrato de existir com o peso que carrego, tentando não incomodar, tentando caber no mundo sem fazer barulho demais.
Escrevo porque é o que me resta quando falar não funciona.
Porque aqui, neste papel, posso ser inteira.
Posso admitir o cansaço, a confusão, o vazio.
Posso dizer que às vezes a vida dói mais do que deveria, e que seguir em frente parece uma vitória silenciosa que ninguém vê.
Se você lê, talvez se reconheça.
Talvez sinta que essas palavras também são suas.
E, nesse instante, é como se eu não estivesse tão sozinha dentro delas.
No fim, é isso:
O que deixo escrito não é só texto.
Sou eu, inteira, existindo em palavras.
Mesmo quando o mundo prefere que eu me cale.
Com os relacionamentos fracassados aprendi a viver... e que a minha felicidade depende somente e exclusivamente de mim!
Vi pela primeira vez na multidão
A praia foi a moldura da situação
Minha pele negra brilhava ao sol
Só em olhar
sentia vontade
só em piscar
sentia saudade
Decepção
mas que decepção
Ela segurou a bolsa quando me viu
Sua postura demonstrava uma insatisfação com a minha cor
Seu olhar me fuzilava sem pudor
E a minha alma nua
alvo das flechas da discriminação
Decepção
mas que decepção
Só porque o meu cabelo é rás’
minha mente é paz
Minha definição da amizade se baseia em duas coisas. O respeito e a confiança. Esses dois fatores precisam estar presentes. E tem que ser mútuo. Você pode ter respeito por alguém, mas se não tiver confiança, a amizade vai desmoronar.
Pensamentos não são lamentos
Maio 31, 2008 at 10:19 pm (amor, minha verdade)
Ela tornara a lembrar daqueles dias em que seus ouvidos cansavam de uma conversa que ela já sabia de cor;
Olhou para o telefone afim de escutar novamente aquela voz segura, uma impertinência no sotaque e um ‘alô’ cheio de malícia.
Quantas e quantas vezes ela ensaiou frases indelicadas e verdades que jamais seriam ditas…
Ela sabia que haveria uma réplica da parte dele, que provavelmente a deixaria sem fala e sem razão, e a partir dali, todos os ensaios das noites insones seriam esquecidos e o máximo que ela poderia fazer era prometer que aquela foi a última vez que ligara, e ele lhe diria um adeus num tom de deboche, sempre orgulhoso.
E então ela só precisava respirar durante alguns segundos, se recompor e buscar em sua mente todas as formas de dizer o quanto era desagradável tê-lo como lembrança, e chegara a ser vergonhoso a maneira como ela havia deixado ele conduzir aquela relação.
São apenas pensamentos fora de hora e de lugar, fora de suas próprias razões, que teimam em não querer achar significado em dias assim. E durante seu pré-sono, ela fica imaginando se ele ainda prefere dormir naquela posição que esconde praticamente todo o seu rosto, ou se ele continua com aquelas manias que a faziam odiá-lo até o próximo beijo.
- Biani
Minha mão está suja.
Preciso cortá-la.
Não adianta lavar
A água está podre.
Nem me ensaboar
O sabão é ruim.
A mão está suja,
suja há muitos anos
(A mão suja)
A Fragilidade da Confiança: Quando Ser Ouvida Se Torna Uma Nova Dor
Quebrar minha confiança depois que me abri, depois que confiei a você minhas dores mais profundas, é mais do que uma decepção — é me fazer reviver tudo o que lutei para superar. Quando falei dos meus medos, das minhas cicatrizes, quando me permiti ser vulnerável, eu estava entregando uma parte frágil de mim, acreditando que seria acolhida, não exposta.
Trair essa confiança não é só uma falha, é uma ferida reaberta. É me fazer sentir, mais uma vez, que segurança é apenas uma ilusão, que o cuidado que esperei encontrar era apenas um reflexo distorcido. Quando alguém rompe essa confiança, não é só no outro que deixo de acreditar — começo a duvidar de mim mesma, da minha capacidade de confiar, de me entregar sem medo.
Reconstruir essa confiança parece impossível. Não porque não queira, mas porque o medo grita mais alto. Porque uma vez que sou ferida por quem prometeu me proteger, tudo o que resta é a sensação de estar, mais uma vez, desprotegida no mundo.
A Deus eu peço que a minha fé se fortaleça todos os dias para que nem atravessando tribulações eu perca a esperança.
Entre Luzes e Sombras: Minha Jornada Fotográfica
Desde o primeiro clique, aprendi que fotografar vai além de registrar imagens – é eternizar sentimentos e momentos que me definem. Cada fotografia guarda uma memória, uma emoção, um capítulo da minha história. Em meio a desafios e pausas forçadas, encontrei na arte de capturar o mundo um refúgio e um caminho para me reencontrar.
Minha trajetória se desenrola em contrastes intensos: as luzes que iluminam os instantes de beleza e as sombras que, mesmo dolorosas, me ensinaram a valorizar cada recomeço. Em cada rua, cada rosto, e sobretudo em cada canto de Indiaroba, vejo a riqueza de uma cultura que me inspira e me molda. Essa conexão com minhas raízes transforma o ato de fotografar em uma celebração da vida – uma homenagem às tradições, à memória e à identidade que carrego.
Mesmo quando a exaustão e a insegurança ameaçaram silenciar minha voz, eu me recusei a deixar o sonho morrer. Em meio ao silêncio e à luta interna, minhas palavras e imagens se tornaram a prova viva de que, mesmo na solidão, há uma força que me impulsiona a continuar. Cada página deste portfólio é um testemunho do meu esforço, da minha resiliência e da vontade de deixar minha marca no tempo.
Aqui, reúno não apenas fotografias, mas a essência de cada momento vivido – um registro que, espero, fale por mim mesmo quando eu não estiver mais aqui. Este é o meu legado, a narrativa de uma jornada feita de luzes, sombras e, sobretudo, de autenticidade.
A minha maneira de ser romântica...
horas portando-me como uma menininha manhosa, horas como uma mulher fatal...
Meu doce Amor tu beijas a minh’alma/Beijando nesta hora a minha boca!”
(A Noite Desce- Florbela Espanca)
A minha noite
Na solidão da noite escura
Noite escura e fria
Noite calada e triste
Noite que é minha conselheira
Noite que é minha companheira
É de noite que penso
É de noite que sinto
É de noite que tento me encontrar
Encontrar sim
Porque me sinto perdido
Perdido nos meus pensamentos
Perdido nas minhas ideias
É na noite que sonho ser feliz
Que procuro encontrar o caminho
Para que os dias sejam de sol
Na solidão da noite escura
Eu tô em minha casa, me sinto sozinho
Eu sou um estranho no ninho
Escravo do que sinto
O amor não faz nenhum sentido
" Que eu envelheça...
Que na minha pele possam surgir todas as possíveis rugas.
Mas, que meu coração, jamais fique indiferente ao amor.
Que eu nunca perca o poder de demonstrar um simples gesto de ternura."
Permite minha ousadia
Se tua boca me desses
E teus lábios me beijassem,
Quem sabe, amor, não fizesses
Que nossos corpos se amassem.
Se a tua pele se entregasse,
Desinibida ao meu tacto,
Quem sabe não te levasse
A uma união de facto.
Se ao menos te permitisses
A aceitar o que proponho….
Talvez a porta me abrisses
E eu entrasse no teu sonho.
Te entregasses ao desejo
Me aceitasses com ternura,
E depois dum longo beijo
O arrepio da loucura.
Depois queimar-te na chama,
No fogo que tenho em mim…
Salta a fogueira, me ama,
Abre-te e diz-me que sim.
Entrega-te à fantasia
Na maior intimidade,
Permite minha ousadia
Deixa que te ame, à vontade.
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