Voce a Luz do meu Viver

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Sua energia é minha motivação, que guia meu coração, em busca de uma direção.

E mesmo com tantas pessoas ao meu redor, sinto que não tenho
amigos.

Não desejei, não planejei, não aceitei nem busquei! O amor veio, e, meu coração sentiu, como nunca sentiu o ardente amor, me laçou!!

Um pouco de mim em uma metamorfose constante da vida, resume o meu jeito ecletico de ser.

Porque esse meu telefone não toca, não aguento mais esperar,amor, por favor, me liga, pois quando eu te liguei, ninguém atendeu, eu te amo, você me beijou, desmostrou um sentimento naquele momento, mas agora quando me olha ,desvia o olhar, eu nunca amei ninguém a esse ponto para implorar uma ligação, não faça isso comigo, eu te amo!

Mais um ano de um cara muito especial na minha vida. Parabéns pelo seu dia, meu querido amigo!

DIVAGAÇÕES COLORIDAS

Tudo branco e preto no vermelho do meu coração
Sua aquarela não enfeita seu mundo
E se escuto ainda a mesma canção
É saudade e medo do profundo:
Tempo que exista ilusão

Visões...
Saiam logo dos meus espaços!
Divagações...
Quando sinto, sinto aos pedaços

Se perco tempo
É com a tristeza de um sorriso
Mas se me perco por um momento
Ah... Então é a visão do meu paraíso!

E o branco deixa o céu mais azul
E o preto deixa o vermelho mais nu
Aos olhos de quem vê com ignorância
Vem descolorir meu arco-íris de papel
O preto e branco racional de ser adulto-criança

Para alguns o amor é belo, para mim ele é algo tóxico que envenena minha alma e meu coração, até ambos se quebrarem

O bagulho é doido, pense o que pensarem contraditoriamente achando que sou bandido pelo meu dialeto ou pelo meu momento;
Nunca rodei, sou certo pelo certo demarquei os meus caminhos para não cai como errado na adrenalina que oferece a morte;

⁠No aconchego interno do seu corpo, o meu fez morada e aqui nossos corações batem juntos, no ritmo de amor.

Em minha defesa, meu querer é simples, mas não é raso: quero ser leve nos braços de um homem, não forte demais para carregar um menino

Deus em meu coração guardei minha fé, Fiquei as raízes do teu amor.
Deixo minha vida em tuas mãos,
És soberano e sábio no agir.
Que eu seja fruto das bem aventuranças,
Que meus lábios transbordem profecias de bênçãos.
Sei que minha alma é o bem mais valioso a zelar.
Portanto segura em minhas mãos, e sempre que eu fraquejar me dê coragem,não me deixe desistir.

A cada dia mais entendo, a cada dia compreendo. O meu tempo chegou desde que eu fui parido. Eu despojo tudo o que sou, eu sou bem muito mais que tenho. Pois sei que agora é a hora, o hoje é o tempo de crescer.

Meu maior sonho se foi
Com ela todos os outros
As esperanças
Os motivos
As certezas incertas
Os sorrisos...

Agora
Sempre estou sozinho
Hora na mente
Outrora presente.

Às vezes
Me encontro parado, olhando pro mar
Esperando um dia talvez encontrar
Alguém quem me traga de volta a vontade sonhar.

Sempre
Nesse horizonte
Eu procuro a vontade de chegar ao fim
Mas talvez isso não dependa mais de mim.

Por ser ele. Apenas isso.
Simplesmente pela forma
como apareceu.
Pelo jeito tão dele,
tão meu, tão assim...
sem explicação.
Ele chegou de leve, e de-li-ca-da-men-te
mexeu com minhas funduras,
desbravou espaços, marcou território
aonde as palavras não conseguem chegar.
E ele foi. E ele veio. E ele vem.
Ele sempre aparece quando
tudo se faz ausência,
é quando minha
sensibilidade está a flor da pele
que ele se derrama sobre mim.
Mesmo sem saber, mesmo sem querer,
ele me aproxima de mim mesma
quando eu me perco
no meu labirinto de existir.


Para aquele que é sinestésico e musical.
Buscador; contraditório; intenso. Vasto..
Ele.

Ontem desenhei teu rosto nas paredes da minha casa. Esbocei minuciosamente no espelho do meu quarto, teus traços e teu jeito de me fazer bem. Tudo que vi ficou demais exato por ter sido criado por mim, que mal sei desenhar os meus próprios caminhos. Usei meus sonhos como tintas coloridas e enchi de encanto a tela vazia da minha solidão.

Rabisquei teu sorriso olhando crianças brincando nas ruas de terra batida e fiquei feliz com o que vi. Imaginei teus cabelos como se fossem cachos de acácias amarelas balançando ao vento de um outono de cores gris. Teus braços são ramos que perfumam as minhas mãos frias e aflitas de tanto desejo. Busquei o brilho dos teus olhos na luz de um dia de sol constante, que nunca chegamos a viver. A cor da tua pele roubei de uma nuvem branca que passou ligeira pelo céu dos meus pensamentos e desapareceu no horizonte do tempo, onde tudo tem hora certa pra acabar.

Ah! Como você é linda e passageira! Mesmo assim, você me inspira a fazer até o que eu nem sei, inclusive amar com toda verdade! Tudo que desenhei em torno de mim ficou tão perfeito que eu jamais acreditei ser você ali, estampada nos meus braços, refletida nos meus gestos e se escondendo nas sombras do anoitecer. Mas uma ventania inesperada soprou forte e borrou meus olhos que transbordavam as lágrimas da minha vontade. Permutamos esperanças pelo medo escancarado de um futuro escrito sem nós.

Derramaram-se tintas nos meus planos perfeitos de ser feliz contigo. Cores vivas se espalharam pelo chão empoeirado da minha tristeza e escorreram até o final de mim. Naquela tela, antes branca e pura, agora pulsam velhas lembranças de tudo aquilo que jamais seremos outra vez.

Apesar de não ter tido a chance de amar com a medida e a urgência que eu tanto quis para nós dois, desenhei com inspiração e dor a tua vida no vazio da minha vida. Delineei teus traços na escuridão dos meus dias com primor, exatidão e formas das quais jamais ouviremos falar em outra ventania. A minha saudade é um retrato borrado pelas cores da desilusão.

O único lado meu em que me permito ser absolutamente radical é na minha resistência a ser arregimentado pelo radicalismo dos outros.

“O vento parecia silenciar, os pássaros já não cantavam mais; o meu coração doía, como nunca, e lá estava eu deitava mais uma vez em minha cama, ensopando mais um travesseiro; e pensando em minha vida; onde me fez perceber como a vida é injusta e como temos que lutar por ela, pois se não fizermos isso cairemos em um buraco profundo […] tocava onde hoje já não há mais sangue, só cicatrizes. Minha angústia aumentava cada vez mais, ao lembrar de toda aquela luta, e de tantas outras que terei de ter por essa vida que só está começando.”

Eu não espero mais perdões sou meu pecado

E lá vem ela, meu alívio, meu medo, minha diferença, a corrida para o alívio mental, voltando tudo para fora, tudo o que eu ligo, o que eu me importo, o que eu não quero ser, mas ainda sim insisto, em ingerir, em me sumeter a um momento de prazer, que depois se transforma em dor, em, desespero, em medo, em julgo.
Ela não vai embora, ela está aqui, sinto ela, falo com ela, domino ela, mas depois ela acaba comigo, talvez o ácido sirva de lição para não voltar a comer, talvez o cheiro o incômodo para não ser idiota, e entrar logo para o time dos idiotas, eu poderia ser feliz, mas optei por ser pequeno, isso é errado ?, Eu não aguento esse desespero de pessoas me olhando a todo tempo e me julgando, me olhando com desprezo, com dó, com medo, eu também sinto medo, mas o meu é de não ser uma capaz de ser amado, ela está aqui, e dói