Voce a Luz do meu Viver

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Hoje tudo vai mudar

Perdi o sol
Ganhei as trevas

Perdi o brilho no meu olhar
Ganhei a tristeza neles

Perdi meus sonhos
Ganhei pesadelos

O castelo que construía
Virou ruínas no meu coração

A vida por quem vivia
Deu-me motivos para morrer
Sem lutar sem viver

E o amor que alimentava.
Minha vontade de lutar e viver
Vai dar lugar a um novo sentimento
E este não vou aqui dizer
Porque você sabe o que fez
E que sentimento é este
E espero que nunca ninguém te machuque
Como você me machucou

Inserida por Vidasoldoamanhece

⁠Meu coração está cheio de buracos e por eles vazam as lágrimas da minha alma cansada... Eu estou inundado.

Inserida por diegorizzo

⁠Lembrar de você faz com que o meu coração lateje como se fosse uma ferida aberta.

Inserida por diegorizzo

⁠Você causou fissuras no meu miocárdio.
Essa é a dor em mim que nunca passa.

Inserida por diegorizzo

⁠Eu mesmo me saboto, tendo sempre a afundar.
Sou meu próprio inferno, sou minha própria âncora.

Inserida por diegorizzo

⁠Você me deu doses homeopáticas de amor, mas meu coração sempre pedia mais. Essas doses nunca foram suficientes para curar o que restou dele, então ele morreu. Seu amor não era forte o bastante... Ou talvez nem fosse amor.

Inserida por diegorizzo

⁠Mesmo depois de tudo, o meu coração ainda é o mesmo. Ele continua bobo, caridoso e ingênuo. Mesmo faltando pedaços ele ainda continua sendo bom.

Inserida por diegorizzo

⁠Você foi embora, mas o meu coração nunca conseguiu se despedir... Você ainda continua sendo tão presente em seus átrios, ventrículos e artérias.

Inserida por diegorizzo

⁠Você está presente em todos os cantinhos do meu corpo, deve ser por isso que tua ausência causa tanta dor em mim... Eu só queria te retirar de todos eles.

Inserida por diegorizzo

⁠Talvez, se eu tivesse dito não, meu coração estaria inteiro até hoje e minha alma não teria tantas cicatrizes e dores incuráveis.

Inserida por diegorizzo

O SOL

Para que curvaste
no beiral da ventana
e pelo chão se arraste?
É por seres luz soberana
querendo luzir meu verso?

O meu poetar está sem gana
A alegria na alegria submerso
E estou quieto, de carraspana

Deixe-me a sós, no breu inconfesso
Fica-te por aí na ilusão mundana...

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Agosto de 2017
Cerrado goiano

NOVEMBRO, soneto no cerrado

A nuvem de chuva, está prenha
A lua na noite longa enche de luz
Novembro, aos ventos ordenha
Amareladas folhas que nos seduz

Meditação, finados aos pés da Cruz
O colorido pelo seco cerrado grenha
As floreadas pelos arbustos brenha
Trovoadas, relâmpagos no sertão truz

Águas agitadas, o mês da saudade
Num véu dançante... Vem novembro!
Linhas de poema e prosa, fertilidade

Décimo primeiro, antecede dezembro
Em ti é possível notar a instabilidade:
Fogo e água, da transição é membro

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
novembro de 2016
Cerrado goiano

novembro

a nuvem de chuva está prenha
a lua na noite longa enche de luz
novembro, aos ventos, ordenha
amareladas folhas que nos seduz

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
novembro de 2016
Cerrado goiano

ALGUNS VERSOS (soneto)

Alguns versos vazios, diáfano, me espiam
Atrás da luz natural do cerrado afogueado
Inquietos no quase nada do olhar fustigado
Em pé ao fundo da vastidão que os afaziam

Vejo o sol avermelhado, ali tão angustiado
Entre as quaresmeiras que no clarão, cerziam
Criando ilusões que nas saudades doeriam
Em silêncio, que um dia no peito foi tatuado

São letras ocas de um entardecer perverso
Que tenta brotar de um devaneio imerso
À tona em trova de lágrima da recordação

De fora do presente, tão vário é o universo
E eu pareço apenas durar no meu reverso
De cujo alguns versos escorrem da solidão

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2017, abril. 05'40"
Cerrado goiano

Hoje encontrei luz
Hoje vi a claridade
Hoje senti
Que te amava de verdade

A grande luz da coragem reside na admissão de seus temores!

Inserida por pastoreinaldoribeiro

Rio cenário

Amanhece os 40 graus
De luz e melodia
É ginga de samba, carnaval
Do Tom ao Vinício ousadia
Garota de Ipanema sensacional
O Rio das esquinas e botequins
Da cultura capital
Arcos da lapa, madame Satã, Maria
Do fim de tarde na lagoa, parque dos patins
Aquarela de nostalgia
Chico, beco das garrafas, Copacabana
Chapéu de palha, Cartola e Noel
A magia do despacho da cigana
Drummond mineiro um carioca fiel
Madureira, cidade maravilha
Burguesia, favela em confraria
Matas, aterros, baia e suas ilhas
Rio de Janeiro canção e poesia

Inserida por LucianoSpagnol

Lamparina...

Tu, ateia luz à lembrança
Gerando cheiro de criança
E fuligem na nostalgia
Evolando memória e poesia
De um tempo que não volta mais
Sentado no silêncio do ontem, das gerais
Tão perto e tão longe, porém
Fazendo a existência ir além
De um dia ter dado partida
Na juventude já perdida
Entre ventos a soprar
A alma pôs-se a chorar
Esta solitária iniquidade
Que arde as cinzas da saudade
Na chama da lamparina
Onde não mais tange a rotina

Luciano Spagnol
Rio, 23/10/2010
19’29”

Inserida por LucianoSpagnol

SONETO DE LUZ PÁLIDA

Pálida à luz da ofensiva tão sombria
Sobre a desfeita no peito reclinada
Como malícia na falta embalsamada
Grita lágrimas secas, ardidas e fria

No horizonte a luz poente desmaiada
Refletia o amor que na ilusão dormia
Era tal a ventura que ali se obstringia
Aflita, que pela afronta era embalada

Um desprezo que dia após outro dia
Me despia a alma, tão ferida e calada
Na dor se banhava e que nada alivia

Não gargalhe, ó cerrado, desta lufada
Se vim pela devoção, outras eu faria
Afeto, não tem distinção nem morada

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Março de 2017
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Vaso Chinês

Porcelana frágil, bordado ao acaso
Com um tal dragão nele cunhado
Em perfumado luzidio dourado.
Delicada forma, reflexo Parnaso.

Vaso chinês, arte, audaz talvez,
guerreiro, porém, alma de vaso.

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Maio de 2018
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol