Voar como um Passaro Ate seu Coracao
A República é como se fosse um Hospício de gente sem cérebro e conhecimento, Enquanto a Monarquia é o lar dos inteligentes, grandes aprendizagens e conhecimentos, nobres gentis e príncipes educados
"A gematria bíblica não é apenas uma busca por padrões numéricos, mas um vislumbre de como o infinito se manifesta em códigos visíveis, revelando segredos da Torá."
“Quem prega sem conhecer a Palavra é como alguém tentando ensinar um mapa sem nunca ter visitado o lugar.”
"O verdadeiro silêncio diante do lashon hará é como um escudo espiritual, que preserva a pureza do coração."
"Guemilut Chassadim é o ato de ver o outro como uma extensão do nosso ser, um reflexo da nossa própria humanidade."
Um colaborador tóxico pode minar toda a confiança e engajamento do restante da equipe. É como uma sequência de dominós em pé, basta uma cair para levar todo o resto consigo.
Cuidado com certos convites, após o trabalho ;
bora tomar uma ?
Escrevo como se eu estivesse de luto, não um luto fatal, mas um luto interno. Aquele luto pelo qual eu já lutei. E agora eu já nem sei... Tem uma parte faltando em mim,isso é triste sim. Triste porque ficou um buraco de algo que eu espero, mas mesmo assim eu te quero. Triste porque és frio,mas mesmo assim me arrepio, Triste porque demora, mas não sei porque não chega a hora. As vezes acho que não posso mais esperar... Mas tenho calma e não posso me sufocar.
Amor as avessas
Pode haver um tempo a se esperar, doce amor como sabonete de lavanda, que escorrega dos meus braços.
Amor como uma barca em auto-mar, sobe e desce sem esperar, acontece na euforia do passar, depois o medo continuo de pesar, até o amor se consolidar.
Se eu flutuar como uma águia, se eu flutuar como um avião, mas não tiver asas. Eu tenho o céu magnífico na minha cabeça para enchê-lo com os meus pés no chão e para criá-lo com a minha imaginação no horizonte.
quero um pouquinho do azul como os mares e os céus,
quero um pouquinho do amarelo do ouro e do sol,
um pouquinho do vermelho das rosas que enfeitam os jardins,
um pouco do verde dos campos de trevos, o laranja dos tijolos das casinhas de barro seco nos vilarejos e o reflexo púrpura das amestistas das cavernas de cristais, quero um pouquinho de cada cor dentro de mim, cores vivas, telúrica, a refracção vibrante do dia-a-dia, um arco-íris.
A cortina que se abre
A nebulosidade é uma cortina,
como o acordar de um novo dia,
a desobstruir seus mistérios,
sendo esses de complexidade,
sendo esses de beleza,
suas emocionantes paisagens,
e seus vulcões de avareza,
é a cortina que se abre,
para os aventurantes do aqui e acolá,
carregando suas malas de futura experiência,
colecionando suas malas de momentos de passado,
o presente é a cortina de névoa,
que se abre e revela,
com seus mistérios e surpresas,
e a bagagem,
são experiências de vivências,
quando a gente abre a cortina,
a luz aflora,
quando a gente abre o coração,
o amor aflora,
quando a gente abre a mente,
a natureza aflora,
tudo no seu tempo,
cada um no seu momento.
O eremita
Era uma homem com visões pequenas
Num mundo gigante de possibilidades
Era um homem como um grão de areia
Na imensidão do deserto desconhecido
Era uma homem que não achava graça
Nas pequenas formigas
Caminhantes com folhas pesadas
Quando por fim decidiu sair da casa
Em volta da imponente ilha de Manhattan
Pra cruzar a América até o Panamá
Uma vida de eremita foi desbravar
Do frio do Norte aos dias quentes do sul
A floresta Amazônica o fez notar
Que as paredes do mundo são coloridas
E os céus são infinitos
Era um homem que cruzou
O Atlântico até a África
Descobriu um declive no chão
Cheio de canais
Que transportavam fios
Como veias que bombeavam
Sangue na água
Desembocou num gigante coração dourado Foi por terra acompanhar as pegadas
O pedaço do coração havia migrado
Tornando-se castelos, filosofia e arte
Era um homem eremita
Que cruza o Atlântico
De volta para a América do Norte
Ao observar as formigas
Não estavam mais pequenas
Ao observas as quatro paredes
Não eram mais fechadas e duras
O céu
Posso flutuar como uma águia
Posso flutuar como avião
Mas se não tiver asas
Tenho um céu magnífico na cabeça
Pra sonhar, pra imaginar
Pra almejar se chegar
No céu do infinito, no céu do paraíso
Sem limites, mesmo com os pés no chão
Para quem olha pra cima e sonha alto
Não há caminhos para pernas paradas
Não há esperança para mentes travadas
No céu moram os anjos para nos abençoar
O céu traz esperança pra caminhar
O céu traz o horizonte pra se enxergar
Quando suas cortinas de nuvens se abrem
Decreta um novo dia que irá começar.
Efígie
Foi-se como um sonho,
Devaneio de prazeres proibidos,
Deusa foragida do paraíso,
Flecha que acertou o mais destemido,
Desbravador de Quimera e Basilisco,
Um lobo temido,
Que sucumbiu nas graças,
De uma predileção,
Agora resta os encantos,
Na caligem das guerras,
Na esbórnia dos lambareiros,
O cavalheiro tornou-se assisado,
De coração ameno e ponderado,
Aflorado de talentos adormecidos,
Um fabro mudado,
Sua obra aos poucos foi-se talhada,
Dotada de formas delicadas,
Fruto de paixão e inspiração,
Efígie que sobreviverá aos tempos,
Viverá aos atentos,
Encantados por seus condões,
Que embeleza, gera e transforma.
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