Voar como um Passaro Ate seu Coracao
O diabo existe?
O diabo não existe como um ser.Ele vive como voz.
É a mente que acusa, que manipula, que distorce.É a parte que julga, que projeta, que se esconde na sombra.
Chamaram de diabo aquilo que não souberam integrar.
Porque é mais fácil apontar para fora do que sustentar o que existe dentro.
Mas a sombra não veio para ser negada.Ela pede consciência.
Quando você olha, reconhece e integra, algo muda.O conflito deixa de comandar.A escuridão deixa de dominar.
E o que sobra não é metade luz, metade sombra.O que sobra é lucidez.
É presença.É inteireza.
É a consciência que já não é governada pelo medo, nem pela culpa, nem pela divisão.
É isso que chamam de luz crística. Não como algo distante.Mas como um estado de ser.
Quando o “mal” deixa de ser inimigo e se torna parte a luz não precisa lutar para existir.
Ela simplesmente é.
A chuva começou como um sussurro, depois se transformou em uma cortina densa que tamborilava nas janelas.
Era mais de 00:00 eu pensava na minha vida como um trailer, eu estava pensando só nos melhores momentos como um elenco muito esperado, mas aquele trailer não era muito honesto e enganava a mim. Eu me perguntava se o roteiro realmente tinha sido feito por mim, se podia mudar! Foi então que percebi, o trailer faz vc apenas esperar por algo, ele te ilude e manipula até vc se entregar a vontade de assistir o real elenco!
"O fundo é o que menos espera."
"O futuro é agora."
"O mar é como um vento."
"Nada se encontra... mas você o pode sentir."
"Então o que estamos esperando?" "Nada, só se aprofundar nele."
A ofensa gratuita é como uma fratura óssea: a recuperação é um tanto quanto morosa.
Há enxerto ósseo das emoções e/ou pinos das opiniões de outrem…
No final, você nunca mais será o mesmo.
Como é que um produto que nem chegou a pousar na prateleira do mercado já conseguiu subir de preço? Seja banana, tomate ou até uma bicicleta, a regra é simples. Deve ser talento ou magia?
Organização exemplar. O dono vende ou apenas faz de conta que está a vender? Porque o produto é dele, claro, e pode até pôr o preço que quiser… afinal, quem quiser compra. Ou não compra.
Não se pode brincar com a necessidade das pessoas. A sede e a fome não entram em negociações. E não esperam tabelas de preços a serem reinventadas.
A confiança o respeito e, a sinceridade
São como o cimento a área e, a água.
Se faltar um desses três elementos
Não temos a massa.
E, sem a massa. Não temos a obra.
Em cada sessão há um milagre:
ao dividir a chama,
o Venerável multiplica a luz —
como acontece com o Amor.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
A vida que derrete nas mãos
A vida é como um pequeno e frágil cubo de gelo, segurado ao sol, que brevemente se desfaz em nossas mãos...
Tão transparente quanto nossos desejos, tão fria quanto os medos que evitamos sentir.
Tentamos moldá-la, contê-la, preservá-la, mas ela insiste em derreter; escorrer; partir.
E no fim, o que resta?
Uma lembrança úmida, uma gota, um brilho fugaz.
A fé de Bento! Como um sopro divino, sobe ao alto, reflete a luz do sol, ecoa através do tempo e acalma minha alma.
São Bento, minha inspiração...
O episódio de 8 de janeiro foi amplamente rotulado como um crime, mas há quem sustente que ele também serviu como instrumento de exemplaridade seletiva. Sob essa ótica, o processo levanta questionamentos sobre a consistência dos julgamentos, a precisão das declarações apresentadas e a solidez das provas utilizadas.
Chama atenção o fato de que nem todos os envolvidos receberam o mesmo tratamento, o que alimenta a percepção de que a punição recaiu de forma desigual. Essa assimetria, por si só, fragiliza a confiança em qualquer narrativa que se pretenda absoluta.
No pano de fundo, permanece uma realidade social persistente: a desigualdade estrutural. A população mais vulnerável continua dependente de políticas públicas para suprir necessidades básicas. Programas assistenciais, como o auxílio ao gás, evidenciam não apenas a atuação do Estado, mas também a permanência de condições que impedem a autonomia plena de grande parte dos cidadãos.
Errei.
Como errei.
Há um marco na vida de todos homem.
Um marco onde descobrimos que há decisões impossíveis de se alterar.
Quando percebemos o impacto das decisões.
Quando percebemos o que causamos.
Quando vemos lágrimas irreparáveis.
Quando sabemos que ferimos pessoas as quais já não podemos mais nos desculpar.
Quando percebemos que abandonamos alguém quando essa pessoa mais precisava de nós.
Quando falhamos.
Quando não soubemos cuidar.
No dia em que tomamos a pior decisão.
Eu passei por isso.
E feri alguém que esperava meu cuidado.
Feri alguém a quem prometi cuidar.
Como miserável homem que sou, falhei.
E nunca mais a vi.
A vida e como dois ônibus, cada um tem um destino diferente, seja sábio nas suas escolhas e inteligente nas decisões.
E sempre lembre-se você é responsável pelas consequências!
Olhos de jabuticaba, um olhar sereno.
Olhos negros, redondos e brilhantes,
Como jabuticabas colhidas no pé,
Guardam mistérios de instantes,
E uma doçura que a gente até crê.
É um olhar que descansa a alma,
Sereno como um fim de tarde,
Traz o silêncio, traz a calma,
Sem que nenhuma pressa alarde.
Nessas esferas de puro cetim,
O mundo parece encontrar seu lugar,
Um brilho profundo, que não tem fim,
E faz a gente querer apenas olhar.
Há um discurso recorrente que se apresenta como defensor da democracia, mas que, para muitos críticos, encobre práticas de concentração de poder e limitação de liberdades. Sob essa ótica, o que se vende como ampliação de direitos pode, na prática, resultar em maior controle sobre a sociedade, com decisões centralizadas e pouca margem para divergência.
Nesse contexto, argumenta-se que diferentes setores da sociedade teriam sido gradualmente influenciados: a educação, por meio da formação de narrativas específicas; as camadas mais vulneráveis, por políticas que, embora necessárias, também podem gerar dependência; e o debate público, por mecanismos que restringem vozes dissidentes. A recente discussão sobre regulação e limites no ambiente digital intensifica essa percepção, levantando questionamentos sobre os limites entre organização do espaço público e cerceamento da liberdade de expressão.
Para os que defendem essa leitura, a ausência de reação mais ampla estaria ligada aos benefícios obtidos por grupos que se adaptam ou prosperam dentro desse modelo. Ainda assim, o calendário eleitoral surge como um momento decisivo: é quando a sociedade tem a oportunidade de reavaliar seus representantes e redefinir os rumos do país por meio do voto, instrumento central de qualquer sistema democrático.
Solidão ou Solitude?
Há um instante em que o silêncio pesa,
como se o mundo tivesse esquecido o meu nome.
A casa respira devagar,
e cada canto guarda um eco que não responde.
Chamavam isso de solidão.
Mas o tempo, esse artesão invisível,
foi mudando a textura dos dias.
O vazio deixou de ser ausência
e virou espaço.
Aprendi a ouvir o que antes doía:
o som do vento na janela,
o compasso tranquilo do meu próprio existir,
a leveza de não precisar ser para ninguém além de mim.
E então, quase sem perceber,
a solidão se desfez em outra coisa—
mais mansa, mais inteira.
Virou solitude.
Agora, o silêncio não pesa: acolhe.
Não cobra: oferece.
É um lugar onde me encontro
sem pressa, sem ruído, sem máscara.
E nesse encontro sereno,
descubro que nunca estive só—
apenas não tinha ainda aprendido
a me fazer companhia.
Eu errei. Errei porque sou humana. Mas, quando errei, as pessoas me trataram como se eu fosse um monstro.
Você luta como um homem mais jovem, sem nada a esconder. Admirável, mas um engano.
Sol de Silêncio
Você é como um sol manso
que nasce sem fazer barulho
e, mesmo em silêncio,
ilumina tudo dentro de mim.
Às vezes sua luz me deixa assim…
como o céu diante do amanhecer:
tão cheio de cores
que nenhuma palavra consegue explicar.
Há um calor sereno em sua presença,
desses que despertam a vida na aurora
e ensinam, com a mesma ternura,
que também existe a hora de repousar.
E eu, como terra que recebe a luz,
apenas sinto, em silêncio,
que há amores que não precisam dizer nada.
Eles apenas existem…
como o sol no céu.
Simone Cruvinel
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