Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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"Amor é como um gato, não adianta forçar, é eles que te escolhem."

A vida é como uma longa viagem em um universo imenso… às vezes bonito, às vezes confuso, mas sempre cheio de caminhos desconhecidos. Crescer é inevitável. A gente se distancia, descobre o mundo, enfrenta medos, comete erros. Há momentos em que parece que estamos longe demais — longe de quem fomos, longe de quem amamos, até longe de nós mesmos.

⁠Que o tempo leve tudo aquilo q se tornou aprendizado;
que se torne apenas história como de um livro o qual não fazemos parte.

Confiança é como um espelho, depois que quebra dificilmente pode ser reparado.⁠

Platão tratou o amor como um banquete
Você me mostrou ele como migalhas
Ao te oferecer presentes, mostrou que tem preço.
Ao te oferecer palavras de afirmação, seu ego entrou em ação.
Ao te oferecer tempo de qualidade, mostrou que só se importa de verdade com coisas que enaltecem sua vaidade.
Ao te oferecer toque físico, optou pelo distanciamento.
Ao te oferecer atos de serviço, quis ser auto suficiente.

“Muitos querem prender a felicidade como um objeto favorável a uma cadeia artificial que implica a verdadeira forma dessa que se manisfesta no indivíduo”.

Amo a vida como um recém-nascido ao ver a luz pela primeira vez, é lindo ao espectador, mas assustador ao vivente.

Amei muitas vezes,
e cada amor foi como um espelho partido,
onde vi reflexos meus que jamais reconhecera.
Não amei por acaso,
não amei por distração
amei porque no fundo do meu vazio
era a única verdade que pulsava.

O amor foi meu templo e meu refúgio,
meu remédio e também minha ferida.
Nele encontrei paz,
mas também me perdi em labirintos sem saída.
E mesmo assim, voltava a amar,
como quem procura o ar
quando já não pode respirar.

Cada mulher que cruzei
carregava um universo,
e eu, sedento de infinito,
tentava me perder em suas constelações.
Não para fugir de mim,
mas talvez para me encontrar.

Porque dentro de mim há um vazio,
um buraco onde o silêncio ecoa,
mas o amor sempre ele
foi a única chama pura
que ousou desafiar a escuridão.

E se eu amei demais,
foi porque só no amor
eu soube ser inteiro.

Como pode o ser humano ser tão imbecil .. acreditar em destino.. Um idiota tem oito filhos e um gênio nenhum.
.

Um erro cometido conscientemente e sem peso na consciência, só vem mostrar como é pequeno o tamanho de seu coração

12/04

O que ninguém te conta sobre domingo
é que ele é mágico.

Como pode um único dia ter tanta vida?

Tem vida da hora que acorda
até a hora que vai dormir.

Abre a janela,
e aquele sol tímido
pronto para aquecer…

De manhã, tem cheiro de café passado na hora.
Passa um tempinho, tem cheiro de sol…

E, conforme vai passando o tempo,
tem cheiro de vida,
de casa,
de feijão fresquinho…

O sol fica calorado, calado,
e o ritmo em paz.

O coração quentinho.

Crianças e suas risadas,
o barulho e o movimento,
música…

Uma despedida do fim de semana,
um convite à renovação.

A energia necessária para mais dias de vida
e descobertas…

Domingo é mágico,
só precisa parar um pouquinho para perceber…


Ana Caroline Marinato

⁠Seja na vida como na arte, um pouco de drama nunca é demais.

Leia mil livros e suas palavras fluirão como um rio.

Não há nada como um obstáculo na vida para revelar o caráter das criaturas.

⁠Um dia aceitei Jesus como meu Senhor! E como valeu a pena, pois nas horas mais difíceis sempre senti Ele enxugando as minhas lágrimas e me dizendo: não desista, pois Eu te dou mais esta motivação para continuar! O meu Jesus sempre foi muito mais do que um coraçãozinho nas mãos, Ele sempre será coração no coração ❤️❤️

⁠Você não é um bruto
Você é o que tem de mais sensível, que já vi
É como se fosse um algodão doce, que cai na água e logo se desfaz
Você se vestiu nessa armadura quase perfeita
De diamante
Mas até o elemento mais forte da natureza, que se estilhaça
Ao ser duramente lapidado
Ou simplesmente norteado
Ele se quebra
E sua armadura quando trinca
É em meu coração e alma, onde eles vão parar
E sempre que sou atingida, dói, e muito
E com isso vou morrendo aos poucos
Aliás, minha alma já se foi
E aqui no meu corpo
Jas o coração que ainda bate
Em uma casa que já não existe
Quando sua armadura em fim, você tirar
Eu não estarei mais aqui
Como de clichê
Poderá ir visitar meu túmulo
E cada vez que for
Leve uma lasca de diamante
E lapide minha mais linda memória, você.

A mente tenta compreender a realidade como se estivesse fora dela, observando de um ponto seguro. Mas essa posição nunca existiu de fato. Aquilo que percebe e aquilo que é percebido são movimentos inseparáveis da mesma totalidade. Ver isso diretamente encerra a busca por um lugar de onde olhar, porque não há fora.

Há corações que pedem validação a cada instante, como se o amor fosse um espelho que precisa refletir segurança o tempo todo. Mas quando o sentimento precisa ser confirmado a cada hora, ele deixa de ser encontro e se torna cobrança.
A insegurança veste a relação com correntes invisíveis, fazendo do outro não um companheiro, mas um guardião de certezas. E o amor, que deveria ser liberdade, se transforma em prisão de expectativas.
Quem exige presença constante esquece que maturidade é saber suportar o silêncio, é confiar mesmo quando o outro não está ao alcance da mão. Sem essa maturidade, o vínculo se desgasta, porque nenhum coração pode carregar sozinho o peso da insegurança alheia.
O estranho sentimento que nasce é o reflexo da desarmonia: um lado sufocado pela cobrança, o outro perdido na própria carência. E assim, o amor se torna frágil, não por falta de afeto, mas por excesso de exigência.
Amar não é pedir validação a cada segundo, é aprender a confiar naquilo que já foi dito, naquilo que já foi mostrado, naquilo que pulsa mesmo na ausência.
Que o amor seja chama que aquece, não fogo que consome. Que a presença seja escolha, não obrigação. Que a maturidade seja o solo onde o vínculo cresce, e não a insegurança que o corrói.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Reflexão sobre a necessidade de aprovação


A necessidade de aprovação dos outros é como uma lente que distorce a forma como enxergamos a nós mesmos. Quando cada palavra dita ou cada gesto realizado é medido pelo impacto que terá nos olhos alheios, a vida se torna uma busca incessante por validação externa. Nesse processo, a autenticidade se perde: deixamos de agir conforme nossos valores e passamos a viver em função das expectativas dos outros.
Essa dependência nasce, muitas vezes, da insegurança. O medo de rejeição faz com que a pessoa se agarre ao elogio como se fosse oxigênio. No entanto, quando questionada sobre essa fragilidade, a tendência é negar. A negação funciona como uma defesa: admitir a insegurança seria reconhecer uma vulnerabilidade que parece insuportável. Mas negar não elimina o problema; apenas o oculta.
O paradoxo é que quanto mais buscamos aprovação, menos livres nos tornamos. A vida passa a ser guiada por um roteiro escrito por terceiros, e não pelo próprio coração. A crítica fere, o silêncio incomoda, e o elogio se torna indispensável. É um ciclo que aprisiona.
Romper esse padrão exige coragem. Coragem para aceitar que a insegurança existe, para reconhecer que não é possível agradar a todos, e para compreender que o valor pessoal não depende da opinião externa. A verdadeira liberdade surge quando a pessoa aprende a se validar internamente, a se olhar com compaixão e a aceitar suas imperfeições como parte da jornada.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Houve um tempo em que me deixava seduzir pelas provocações, como se cada palavra fosse um convite irrecusável ao embate. Eu respondia às infantilidades com a mesma medida, acreditando que, ao retrucar, preservava minha dignidade. Mas, aos poucos, percebi que essa dança era estéril, um ritual de desgaste que apenas me afastava da serenidade que tanto almejo.
Foi nesse instante de lucidez que compreendi: crescer não é vencer o outro, mas vencer a si mesmo. É abdicar da necessidade de provar, é escolher o silêncio como forma de resistência, é perceber que a verdadeira maturidade se revela na recusa ao que não acrescenta. A provocação só tem poder quando lhe concedemos espaço; e eu decidi não mais ceder.
Esse gesto de afastamento não é desamor, tampouco desprezo. É, antes, um ato de amor-próprio. Reconhecer que certas presenças já não se ajustam ao tecido da minha vida é aceitar que o amadurecimento exige desapego. Não porque o outro seja menor, mas porque já não cabe no horizonte que escolhi trilhar.
Hoje, compreendo que a grandeza está em cultivar a paz interior, em erguer-se acima das disputas triviais, em investir energia apenas naquilo que floresce. Amadurecer é aprender a não se deixar arrastar pelo que é pequeno, é transformar o silêncio em fortaleza, é escolher relações que edificam em vez de corroer.
E assim, ao decidir crescer, percebi que não há mais espaço para o que me diminui. A vida pede profundidade, pede vínculos que inspirem, pede caminhos que conduzam à plenitude. Deixar para trás não é perda: é libertação. É abrir espaço para o que realmente importa, para o que me fortalece, para o que me faz ser inteiro.