Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Um dia, a fruta cai,
A saúde se esvai,
E o grande amor,
Como um sonho, se dissolve no ar.

Só então percebemos,
O valor das coisas simples,
A doçura de cada fruta,
Quando a colheita se torna distante.

A saúde, antes um tesouro,
Se revela frágil ao adoecer,
E lembramos do vigor,
Que antes não soubemos agradecer.

O amor, tão forte e vibrante,
Só é sentido na ausência,
Quando a saudade aperta,
E o coração busca sua essência.

Valorizamos o que se foi,
Quando a vida se torna um labirinto,
E nas complexidades do dia a dia,
Encontramos a beleza do que é simples e bonito.

Assim, que possamos aprender,
A cada instante, a cada olhar,
Apreciar as pequenas dádivas,
Antes que se deixem de amar.

Dentro dessas linhas

Você chegou como um cometa,
iluminando um céu que eu já achava apagado.
Rasgou a rotina,
fez meu coração repensar seus próprios passos.

Dentro dessas linhas,
eu caminho sem pressa, sem medo,
absorvendo cada instante que você me oferece.

E pela primeira vez,
sem a necessidade de estar armado,
sinto que posso, enfim,
ser amado.

Mostrei meu mundo em tão pouco tempo,
cada esquina, cada pedaço de mim.
E você, sem reservas,
abriu o íntimo que antes era ferida —
e transformou silêncio em confiança.

Até quando nos desencontramos,
o destino fez questão de nos juntar depressa,
como se dissesse que não há fuga
quando duas linhas foram feitas
para correr lado a lado.

Vejo você no amanhã que sempre temi,
como calor nos meus dias nublados,
como ar leve nos dias ensolarados —
onde antes havia peso,
agora existe respiro.

⁠Não temos como voltar ao passado para consertar um erro mas podemos recomeçar e não cometê-lo novamente.

Não te confesso o amor que sinto.
Apenas o deixo viver em mim,
como um perfume
que o vento não leva.

⁠Aceite os sinais confusos como um não.
O sim é inconfundível.

Oportunidade é um trem que não espera ninguém.
Ou você embarca ou fica imaginando como seria a viagem.

" Um, continuaria a derivar-se só, órfão como a vaga que nasce e rebenta eremítica. O outro, fora um homem sem memórias, passado e futuro, a quem o Vento salvou. Ambos eram pertença do meu coração.


In livro ainda por terminar.

Esperanças em um sonho


Engraçado como a mente insiste
em não te esquecer.
Muralhas cheias de sonhos surgem
e me fazem esquecer que tudo acabou,
que não era apenas uma miragem,
uma ilusão que montei
para saciar a falta que você faz.


Confesso, nunca quis te esquecer,
nem fingir que nada disso foi real.


Mas não posso permitir
que essa esperança volte outra vez,
só para aliviar a tristeza.

"Sensualidade real é uma questão de arquitetura, nunca de mistério. É o modo como um corpo ocupa o espaço, sem pedir licença ou desculpas. Não é sobre o que se esconde, mas sobre a precisão de um gesto, o dedo que circula a borda de uma taça de cristal com a mesma atenção que daria a uma nuca, ou a pausa exata antes de uma resposta que muda o peso do ar. É uma inteligência silenciosa que entende que a pele é apenas o mapa, e o destino é a intenção por trás do toque."

⁠Aqui pensando...
Quando faço o bem (um dever)
Ñ penso aí como eu sou boazinha eu mereço coisas boas tbm...
Eu faço o bem sem olhar a quem e simplismente o retorno vem.
Faça o bem! Ñ cobre ou exija ele de volta,
Quando é de coração ele gentimente bate na tua porta.

As Extremidades de um Ócio Inabitável


O Ócio, prometido como santuário,
revela-se um deserto sem ecos.
Não é descanso, mas uma suspensão ácida,
onde o tempo não cura, apenas se estende.
Um ócio inabitável não possui janelas.
É o silêncio sem paz, a quietude sem centro.
É o lugar onde a alma, despojada de tarefa,
começa a roer os próprios limites.
Chegamos às suas extremidades,
onde a ausência de propósito se torna tão aguda
que se transforma em algo novo e terrível.
A Primeira Extremidade: A Vertigem da Consciência
De um lado, a fronteira se dissolve na Vertigem.
O excesso de tempo livre, desprovido de âncora,
lança o olhar para dentro, sem distração.
É ali, nessa margem, que a mente se confronta
com o volume inteiro de seus não-ditos e não-feitos.
O ócio cessa de ser vazio e se torna um espelho cego,
refletindo a forma pura da ansiedade.
O descanso vira vigília; a calma, tormento.
O ser não trabalha, mas sua consciência freme.
A Segunda Extremidade: A Apatia Gelada
Na extremidade oposta, a fronteira é de gelo: a Apatia.
O ócio se aprofunda tanto em si mesmo
que a vontade de ser, de agir ou de sentir, atrofia.
É a saturação da inatividade,
o ponto onde a ausência de estímulo
transforma a liberdade em paralisia.
O ócio, de promessa, vira destino.
Não há dor, mas tampouco há vida.
A existência se torna fina, transparente,
esperando apenas que o tempo, sem pressa, a esqueça.
O Ócio Inabitável é, portanto, a prova:
O Paraíso só é sustentável quando há um pequeno projeto.
A verdadeira quietude não reside na ausência de movimento,
mas na tensão vital entre o descanso e a criação.
E quem reside nessas extremidades,
sabe que o pior trabalho não é o esforço físico,
mas o esforço mental de dar sentido
a um tempo que se recusa a ter forma.

Sempre observe como é que a sua vida vai ficando depois de um determinado alguém entrar nela. Se você começar a ir ladeira abaixo, saia fora da pessoa o mais rápido possível. Pegue as rédeas da sua vida, do contrário, você vai parar no fundo do poço.

O tempo é um grande mestre, mas apaga tudo rapidamente como numa lousa.

"Namorar alguém com transtorno de personalidade borderline é como pisar em um campo minado: você nunca sabe quando a bomba vai explodir."

Ah! ... O beijo..., Como se o tempo parasse, e o mundo também, nàquele único momento. Um recomeço, uma despedida...
Às vezes, o beijo mais marcante é aquele que nunca aconteceu. Fica suspenso no ar, como uma promessa não cumprida, um desejo que nunca se materializa. Ele habita os sonhos, os olhares trocados e os quase-encontros. É o beijo que vive na imaginação, perfeito e intocado, sem as imperfeições da realidade. E, talvez, seja justamente por nunca ter existido que ele se torna eterno, um símbolo de tudo o que poderia ter sido, mas nunca foi.
Beijo da Gente
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi

Como uma soma de todos os Afetos, Talvez teria sido melhor se eu tivesse me comportado (mesmo com uma dorzinha sempre no fundo da alma). Se eu tivesse feito da minha vida um roteiro óbvio a ser seguido (era só pegar o livro das grandes verdades), se eu tivesse confundido a mim mesmo com os rótulos disponíveis por aí. Mas, meus olhos sempre souberam que por mais que eu fingisse, meu caminho seria esse mesmo...

⁠Cada um com sua loucura: a minha foi julgar-me normal, perigosamente normal. E como me parecia que os outros estavam loucos, acabei ficando com medo, medo deles e, o que é pior, medo de mim mesmo.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

⁠Se encontrarmos em alguém um grande valor real, devemos esconder-lhe a nossa descoberta como se fosse um crime.

Arthur Schopenhauer
As dores do mundo. São Paulo: Edipro, 2019.

⁠O homem é definido como um ser pensante, mas suas grandes obras se realizam quando não pensa e não calcula.

Um dos problemas de se envelhecer é ter de fazer o normal como extraordinário. Por exemplo, levantar os braços, amarrar os sapatos, coçar as costas, abaixar-se e caminhar.