Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Eu queria ter asas, assim voaria até você.
Minha definição de amor é te olhar, saber que estás feliz, bem.
O amor ultrapassa o desejo de possuir, aprendemos a conviver com o sentir, te sentir me deixa feliz!
No complexo paradoxo o ato mais simples resolve o problema.
Ate que o impensável acontece pois a inércia torna se a infame trajetória...
O reflexo das diretivas obscuras se esconde nas virtudes das mansões de gases e a escuridão ganha contraste de um conhecimento perdido.
Nas ruas escuras a bebedeira lhe da por um instante momentâneo a luz calida.
Na vertente do incompreensível ato da gravidade.
O espaço toma o manto escuro os espaços ganham formas diferentes...
_ Anjos do teu algoz se abrange em novas oportunidades...
Volta se a esconder os lapsos de energias...
E essas energias positivas e negativas viajam no continuo do espaço.
A rebeldia das almas das estrelas o abismo do tempo...
Os opostos podem até se atraírem, mas somente os iguais permanecem juntos, pois é sonhando igual, caminhando igual que se pode ser feliz igual e assim ter motivos para se fazerem felizes
Conhecer alguém distante, estabelecer uma conexão intuitiva e até hipnótica, sentir o estímulo para superar precipícios, construindo pontes — sendo o tempo engenheiro e o amor arquiteto — tudo lindo e bacana até a execução do projeto. Surge então o divisor de águas entre o sonho e a realidade. O tempo, esse engenheiro, será sempre o soberano da verdade.
Sangue igual ao meu, uma pessoa importante que Deus me deu o prazer de compartilhar uma vida até meus últimos dias, seja de tristeza ou alegria, que dure pra sempre esse amor, de irmão, ou seja, qual for, o importante é que nunca vou deixar de senti-lo!
Para minha irmã, Débora Caleffi de Almeida
O raso tem essa crueldade: parece fácil, parece seguro, parece até bonito quando o sol acerta o ângulo. Mas não acolhe. Não sustenta mergulho. Quem vive de superfície se acostuma a respirar ofegante, como quem teme o próprio fôlego.
O tempo — esse animal indomável — merece ser gasto em abismos que valham o risco. Em encontros que te façam perder o chão, mas te devolvam o sentido. Em silêncios que não te afoguem, mas te ensinem a ouvir.
Não desperdice seus minutos em quem tem medo da correnteza.
Não negocie sua profundidade com quem só sabe molhar os pés.
Porque, no fim, a vida não é sobre colecionar respirações, é sobre o raro instante em que falta o ar e, ainda assim, você sente que valeu a pena.
Os termos técnicos são indispensáveis até quando se aprende a teoria.
Após isso, a prática quem domina e a cria é você.
A honestidade pode até atrasar o caminho,
mas é a única que não te perde de você mesmo.
— Sariel Oliveira
Borboleta só leva e releva o que é leve, o que é pesado elas até tocam, porém deixa quieto porque o fardo não lhe pertence.
Até o impossível começa a fazer sentido quando as mentes certas se encontram para uma xícara de café.
"Quando você puder fechar os olhos e, através da medicação, expandir sua consciência até sentir o universo inteiro como seu próprio corpo, então, Cristo terá nascido em seu interior."
O texto aponta para uma experiência que ultrapassa crenças formais e alcança o núcleo da consciência humana. “Fechar os olhos” simboliza o abandono das formas habituais de percepção, nas quais o mundo é visto como algo externo, fragmentado e separado do eu. É um gesto filosófico de recolhimento, onde a verdade deixa de ser buscada fora e passa a ser reconhecida no interior do próprio ser.
A “meditação” surge como um caminho de dissolução das fronteiras ilusórias do ego. Ao aquietar a mente, o indivíduo percebe que a identidade pessoal não é um ponto fixo, mas um campo aberto de presença. Nesse estado, o universo deixa de ser um objeto observado e passa a ser vivido como continuidade do próprio existir. O corpo já não termina na pele; ele se estende no espaço, no tempo e na vida que pulsa em tudo.
Sentir o universo como o próprio corpo é uma ruptura com a lógica da separação. Onde antes havia um “eu” isolado, surge uma consciência que reconhece a interdependência de todas as coisas. Essa percepção transforma o modo de existir: o outro não é mais um estranho, a natureza não é um recurso, e o sofrimento alheio não é algo distante. Tudo participa de uma mesma realidade viva.
O nascimento de Cristo, nesse contexto, não se refere a um evento histórico, mas ao despertar do princípio da unidade, do amor consciente e da inteligência espiritual no interior do ser humano. Cristo representa a consciência que reconhece a presença do divino em tudo o que existe e age a partir dessa percepção. É o logos encarnado na experiência interior, não como crença, mas como estado de ser.
Quando essa consciência desperta, a vida cotidiana se torna o verdadeiro campo espiritual. Cada gesto carrega sentido, cada escolha revela alinhamento ou afastamento dessa unidade percebida. A transformação não é externa nem espetacular; ela acontece no modo como se olha, se pensa e se vive.
Assim, o texto convida a uma revolução silenciosa: a passagem da fragmentação para a totalidade, do medo para a comunhão, da ignorância de si para o reconhecimento de que o infinito não está distante, mas se revela no mais íntimo da consciência desperta.
Ter coragem não é não sentir
O medo que a vida nos traz
É ter força pra ir em frente
Até em situações cruciais
É erguer a cabeça e ir lutar
Para o seu sonho alcançar
E não querer voltar jamais.
Promessa para os meus inimigos e para ou outros.
Até ao meu último sopro de vida irei lutar;
Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto;
Entendo o que é viver com o coração partido, jamais seria alarve para o fazer;
Irei sempre tentar preencher o meu coração vazio com o brilho dos olhos dos outros;
Talvez por mim, talvez por todos, quero ver os olhos tristes tornarem a sorrir; Por tudo isso irei lutar;
Sei que por mais que tente preencher o meu coração com o bem de outros será uma luta eterna pois terei momentos de alegria mas jamais serei outra vez feliz.
De qualquer forma lutarei até ao fim.
E neste ano...
Qual fera ferida irei arrancar do peito toda a força que há em mim;
E com ela irei esmagar meus inimigos.
Aqueles que já comigo se cruzaram,
Aqueles que olharam meus olhos doces,
Aqueles que ousaram pensar e agir...
Não sabendo quem sou mas como se nada fosse,
Os mesmos que por vezes me leem aqui,
Para verem se sucumbi ou se resisto,
E que entre medo, terror e pânico mostram as garras...os dentes,
Mas me dizem...olhe que eu sei escrever bem!...hum já dizem tudo!
Mas que bestas Deus colocou na terra!
E eu besta me defendo,
Escrevam, escrevamos todos,
Veremos quem ganha a guerra!
Agora que nos conhecemos todos.
Célia Carracha.
Tu choras
Eu sei o que você quer.
Das rosas, ofereço apenas espinhos,
até porque você sabe: algo floresceu,
mas já morreu.
E, mesmo em noites quentes,
a queda é certa,
e o choro vem.
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