Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Num dia desses, minha andança por POA coincidiu com o horário de saída de um colégio. Crianças invadiram a calçada enquanto eu passava. Algumas ficaram me olhando fixamente. Na verdade, olhavam para meus cabelos. E riam. Saquei que elas nunca tinham visto um cara cabeludo! Estranho é que havia, entre as crianças, vários moicanos. Fala um pouco a respeito do nosso tempo o fato deste corte de cabelo complexo, que necessita aditivos químicos para dribar a gravidade, parecer mais natural às crianças do que cabelos que... simplesmente... naturalmente... crescem.
Um destino qualquer
Ela acordou naquela manhã mais angustiada do que o normal, estava cansada, dos velhos rostos, dos velhos lugares, das velhas frases desgastadas como um velho Jeans.
Sentia a cabeça a rodar, só uma coisa lhe vinha a cabeça: tinha de ir embora dali.
Pensou em todas as pessoas que amava, pensou no quanto sofreriam ao reparar que ela tinha ido embora, já não interessava.
O desejo de travar um novo caminho, com novas descobertas, novos sentimentos, o desejo de desbravar o desconhecido, o desejo de ser livre, falava mais alto do que todos os sentimentos que carregava dentro de si.
Sua alma estava velha, e ela precisava rejuvenescer, ela precisava viver, estava cansada de estar morta, estava cansada de tentar respirar, ela só queria viver em paz.
E se a felicidade estava longe dali, então ela percorreria o caminho que fosse preciso, e carregaria sempre o seu lar dentro do coração.
Porque Deus daria asas a um anjo se o seu destino não fosse o de voar? Porque Deus daria a liberdade de um oceano se a água não fosse o seu lar?
Vivemos num mundo onde as regras são ditadas por um ditador qualquer, ela não obedecia a ditadores, ela era patriota da sua própria nação, e esta chamava-se liberdade!
Ela não nasceu para morrer, ela nasceu para acontecer, ela travaria qualquer luta que fosse preciso,tinha coragem o suficiente para seguir o seu caminho, mesmo que fosse sozinha.
Correu pelo quarto, e jogou somente o que seria absolutamente necessário para dentro de uma mala.
Escreveu um pequeno bilhete e colou no frigorífico, não pediu desculpas pelo seu acto, mas tentou ser o mais amorosa possível para que ninguém se sentisse culpado por a sua partida.
Deixou as chaves de casa na mesa de jantar, bateu a porta e partiu sem olhar pra trás.
Quando chegou a rua, pela primeira vez, pensou aonde iria, e lembrou-se de uma frase dita por um poeta que conhecera recentemente, "mariticamente"...
Ela...seguiria o mar.
Um dia quando era mais novo, ia passando pela rua e me deparei com um mendigo, jogado na calçada, sem comida, sem casa e sem familia. Fiquei pensando no que levaria uma pessoa a chegar em uma situação daquelas, confesso que fiquei intrigado. Então parei e ajudei-o a levantar, ele me agradeceu e comecei a perguntar sobre o que havia acontecido com ele, o que o levara àquela situação tão deprimente e humilhante. Não é uma pergunta que se faça a um estranho, mas não contive a minha curiosidade e resolvi ir logo perguntando.
Ele me respondeu que possuía uma esposa, cujos cabelos eram negros como a noite e o semblante carismático que tinha o poder de seduzir qualquer um que olhasse alguns segundos apenas para ela. E foi exatamente isso que havia acontecido, eles apaixonaram-se como em uma cena de filme, algo tão misterioso e mágico ao mesmo tempo. O velho mendigo ia balbuciando aquelas palavras e por dentro eu de certa forma ironizava aquilo que ele dizia, amor a primeira vista? Isso não existia, era apenas uma coisa que inventaram para entreter o público solitário que procurava nos filmes uma compensação para a sua vida com falta de afeto e por a ânsia de encontrar alguém perfeito, coisa que todos nós sabemos que não existe.
E aquele homem ia continuando a sua história e quanto mais ele falava menos eu acreditava, achei que seria talvez uma desculpa de um homem embriagado que não tinha coragem de assumir que estava naquela situação por causa do seu vício. Ele dizia que ele e sua amada se conheceram e logo engataram um namoro, era tudo perfeito, o jeito que ela olhava para ele o fazia ‘derreter’, o modo como ela o abraçava o fazia estremecer e as palavras doces que ela soltava por entre os lábios soavam como melodia aos seus ouvidos. Mas essa bela e história se tornara um pesadelo alguns meses mais tarde. Quando foi diagnosticada uma doença rara em Helena, esse era o nome da mulher com que ele se referia com tanto amor. Ele fez de tudo, foi aos melhores médicos, procurou ajuda espiritual e experimentou as melhores tecnologias, sim ele havia sido um jovem empresário bem sucedido. Mas o que realmente o levara àquela situação?
E foi continuando o velho a sua história, dizia que os médicos deram a sua namorada apenas mais 1 ano de vida. “ E foi o melhor ano da minha vida” – disse o velho.
Pedi ela em casamento, embora toda minha família fosse contra. Como poderia alguém casar-se com uma pessoa que morreria dali um ano? Que futuro poderia construir com alguém assim? Ninguém entendia como um romance tão recente havia mudado tanto aquele homem, duro e por certas vezes até ‘sem coração’ como alguns diziam. Mas ele casou-se com Helena mesmo assim. Na lua de mel foram à praia, pois ela nunca havia visitado e dizia ser um sonho que queria realizar antes de sua morte. Cada vez que ela falava de seu fim próximo o coração do velho se partia em milhares de pedaços e ele só não se punha a chorar para não desanimar a sua amada esposa.
Durante esse ano ele gastou todo o seu tempo e dinheiro realizando as vontades e fazendo mimos para a mulher que tomara conta do seu coração e que lhe trouxera a maior alegria da vida, uma alegria inimaginável segundo ele. E após terminar esta parte da história ele me perguntou se eu já havia amado alguém com tanta força que só de pensar em perder essa pessoa meu coração doía, que parecia que sua garganta iria fechar e seu coração parar de bater. Eu com toda minha arrogância respondi prontamente que não e que não acreditava nisso. O velho sorriu e me disse seu nome, Augusto era o nome dele. E após isso continuou sua história, disse que alguns dias antes do aniversário de um ano de casamento ele já temia o fim do seu paraíso e rezava todas as noite para que os médicos estivessem errados. E em uma noite tranqüila em que dormia abraçado com sua esposa, ele sentiu uma má sensação, uma sensação de que sua mulher estava para deixá-lo. Prontamente ele pulou da cama e a chamou para um passeio pelo parque a noite, ela não entendeu nada do que estava acontecendo, mas aceitou. E passearam pelo parque por alguns minutos, a noite estava linda e por fim sentaram-se a beira do lago admirando as estrelas, ela deitou-se em seu colo e ficaram a conversar por alguns momentos, quando ela como suas ultimas palavras produziu aquela doce melodia novamente com um EU TE AMO tão apaixonado e tão sincero que estremecera a alma de Augusto. Depois disso ela calou-se e ele sabia que ela havia o deixado. mas continuou ali a admirar as estrelas por mais alguns instantes, era uma despedida silenciosa mas nem sempre é com palavras que expressamos o que sentimos – disse o velho.
E após esse dia o velho perdera a razão de viver, não tinha mais vontade de trabalhar, pois com que gastaria seu dinheiro agora? E aquele velho com a face triste e sofrida, agora sim podia ser chamado de ‘sem coração’ pois com a morte de sua amada o seu coração havia se fragmentado em pedaços tão pequenos que nada mais lhe interessava a não ser esperar o dia de sua morte para reencontrar Helena.
Após ouvir aquela história eu não sabia o que dizer, e o velho com um sorriso que saia com dificuldade de sua boca me disse :
“ Eu tive a melhor mulher de todas que me fez o homem mais feliz, mesmo que por pouco tempo por força do destino, a única coisa que me arrependo foi por não tê-la conhecido antes. Se você encontrar a mulher da sua vida, assim como eu encontrei, não perca tempo com brigas e discussões por pouca coisa, pois o tempo que vocês têm para serem felizes pode ser curto” – saiu andando para dentro de um beco onde já não conseguia o ver mais.
Eu sai e caminhei para casa pensando na vida daquele homem, pensando se realmente seria possível um amor assim e o que seria essa verdadeira felicidade que ele dizia ter encontrado.
Alguns anos se passaram e hoje eu me recordo das palavras daquele homem, uma a uma, pois conheci você e senti exatamente a mesma coisa que ele havia dito ter sentido quando encontrou Helena. Agora eu sei o que realmente é felicidade e espero que passemos o resto de nossas vidas juntos, independente do quanto elas durarem, pois com você eu aprendi a ser feliz, por você eu mudei, você me deu um coração. TE AMO MAIS QUE TUDO NA MINHA VIDA e PRA SEMPRE.
“Quando se tem a certeza que tudo que acontece tem um motivo único,
Talvez seja um bom motivo para ter certeza que tudo pode acontecer. ”
Cláudio M. Assunção
Respire fundo,
a vida é um sopro,
o tempo é astuto,
seja grato no pouco,
não seja ingrato no muito,
momentos são temporários,
viver é oportuno, é raro.
''Um dia a gente aprende a conviver com uns. E a sobreviver sem outros."
*Poucos são aqueles que tem a sabedoria de escolher o caminho que vai percorrer."
''Ela tinha um nojo da dualidade de intenções dos seres humanos que ora amam, ora usam, e preferia a clareza da sacanagem e a certeza do vazio.''
Um homem bom é livre, mesmo quando é escravo. Um homem mau é escravo, mesmo quando é rei. Não serve a outros homens mas a seus caprichos. Tem tantos senhores quantos vícios.
O que me vale é que tenho uma alma muito bem-disposta, todos temos, ela sempre dá um jeito de me fazer encarar as lições. Apronta mestres. Improvisa material didático. Reinventa métodos. Brinca com a minha ilusória fuga. Aguarda-me nas salas de aula porque sabe que, no fim das contas, eu apareço. Aguarda-me porque sabe que tantas vezes preguiçosa por ter tanto pra aprender, tanto pra curar, tanto pra transformar, no fundo, continuo interessadíssima em crescer.
Praticar o bem sempre
Já faz um tempo que venho refletindo sobre o verdadeiro significado da vida. E cada dia que passa chego a conclusão que nós temos TUDO que precisamos. Cada um tem realmente o que merece ter. Muitas vezes reclamamos, mas esquecemos de olhar para trás e ver tudo que a vida tem nos proporcionado. Já agradecemos hoje pelo aconchego do nosso lar? Pela comida que nos alimenta? Pela cama que dormimos? Temos tudo que necessitamos, mas muitas vezes não valorizamos nada disso e ainda reclamamos por não ser do jeito que gostaríamos.
Reclamamos por não ter a casa que desejamos, o carro, o emprego, o relógio, o celular. E se for parar para pensar não acaba nunca porque cada hora desejamos uma coisa diferente. Trabalhamos cada vez mais para conquistar o que achamos que é importante para nós. E as vezes , mesmo conquistando os nossos objetivos nos sentimos vazios. Sentimos um buraco no coração como se nada fizesse sentido. E ai vem a pergunta clássica que sempre escuto em meu consultório. Como posso ter tudo que sempre idealizei e não ser feliz? Simplesmente por que a vida é muito mais do que isso. A vida é simples, nos que complicamos. Não precisamos de nada disso para ser feliz. Já temos o essencial e isso basta.
O problema é que a maioria das pessoas estão pressa no que o mundo material oferece. E esquecem que não vamos levar nada daqui. Sem perceber, se tornam escravos do que a sociedade dita, achando que dessa forma vão ser aceitos, respeitados e felizes.
Jesus dizia, ajuda-te que eu te ajudarei. E dessa forma conclui que os momentos mais felizes da minha vida foram quando senti meu coração vibrar por ter feito a diferença na vida de alguém. Penso que não existe felicidade maior do que essa. Não há coração que se sinta vazio dessa forma. E cada dia que passo acredito que esse é o verdadeiro significado da vida.
O que mais se preocupava.
O autor Leo Buscaglia foi certa vez convidado a ser jurado de um concurso numa escola, cujo tema era: "a criança que mais se preocupa com os outros".
O vencedor foi um menino cujo vizinho - um senhor de mais de oitenta anos - acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.
Quando voltou para casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.
- Nada - disse o menino. - Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter doído muito. Eu fui apenas ajudá-lo a Chorar.
(Livro Histórias para pais filhos e netos)
Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.
Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.
É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.
Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.
É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.
Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.
É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.
Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.
Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.
"Não adianta você beber para esquecer um verdadeiro amor, bebida tira da cabeça, mas o problema é no seu coração."
Um homem acredita mais facilmente no que gostaria que fosse verdade. Assim, ele rejeita coisas difíceis pela impaciência de pesquisar; coisas sensatas, porque diminuem a esperança; as coisas mais profundas da natureza, por superstição; a luz da experiência, por arrogância e orgulho; coisas que não são comumente aceitas, por deferência à opinião do vulgo. Em suma, inúmeras são as maneiras, e às vezes imperceptíveis, pelas quais os afetos colorem e contaminam o entendimento.
Sou um humanista. Isso não significa ser bonzinho ou acreditar que o homem é bonzão. Significa apenas que aceito o homem como é - medroso, primário, invejoso, incapaz, acertando por acaso e errando por vaidade: meu irmão.
Um Dia Você Aprende
Um dia a gente aprende, aprende que, por mais que tentemos não errar, algum dia em algum momento não iremos conseguir. Aprendemos que, por mais que tentemos ser bons para com os outros, um dia eles não serão bons para com a gente, e teremos que perdoá-los por isso.
Aprende que, com conversas, quase tudo se resolve, ou quase nada. Aprende que tem gente que não sabe conversar e que, nessas conversas, as palavras podem funcionar como armas, isso quando não são usadas para ofender e humilhar.
Você aprende que a vida é só uma e que deve aproveitá-la. Você aprende que deve-se pensar duas vezes antes de tomar qualquer atitude, pois pode-se pagar muito caro se mal tomada. Você aprende que relacionamentos levam muito tempo para serem construídos e muito pouco para serem destruídos.
Você aprende que deve aprender com seus erros e aprende que raramente aprende com seus erros. Aprende que deve lutar pelos seus ideais. Aprende que deve sonhar e que deve ter os pés no chão. Aprende que às vezes não se é necessário muito para se fazer grandes coisas, e que às vezes o muito não basta para se resolver algumas coisas.
Um dia você aprende que os outros te julgam e que você não deve julgar ninguém. Que deve-se olhar além das aparências. Mesmo sabendo que continuaram te julgando pelo que você aparenta ser e não pelo que você verdadeiramente é.
Um dia a gente aprende que dinheiro importa, mas não compra tudo. Que o amor existe, mas não dura se não for cuidado. Aprende que, quanto mais você se esforça, mais insuficiente parece ser. Aprende que, por mais que você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.
Um dia você aprende que não se deve desistir dos sonhos. Mas que também se deve desistir de coisas que não se consegue depois de tentar muito. Aprende que a vida é curta. Aprende que você ainda tem a vida toda pela frente.
Um dia você aprende que não se deve julgar as pessoas como se elas fossem todas iguais. Aprende que algumas vezes as pessoas são, sim, iguais. Aprende que preconceito e racismo são burrices, e que algumas burrices são apenas falta de sensibilidade. Aprende que quando deixamos de ser sensíveis deixamos de ser iguais, deixamos de ser humanos. Aprende que quando deixamos de ser humanos, deixamos de ter um valor e passamos a ser uma pessoa sem valor.
Aprendemos que devemos deixar as pessoas que mais amamos sempre com um sorriso e com uma palavra de amor, pois pode ser a última vez que a vemos.
No fim, você aprende que tudo o que você aprende chega a um belo resultado: de que sempre é preciso aprender mais um pouco.
Nota: O pensamento faz alusão a alguns trechos do poema de Veronica Shoffstall, que costuma ser erroneamente atribuído a William Shakespeare.
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