Voar como um Passaro Ate seu Coracao

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Uma mulher em harmonia com seu espírito é como um rio fluindo. Ela vai onde vai sem pretensão e chega ao seu destino para ser ela mesma e somente ela mesma.

As vezes eu acho,
Que todo preto como eu,
Só qué um terreno no mato,
Só seu,

Sem luxo, descalço, nadar num riacho,
Sem fome,
Pegando as fruta no cacho,

Ae truta, é o que eu acho,
Quero tambem,

Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Me traz o seu sossego
Atrasa o meu relógio
Acalma a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurra em meu ouvido
Só o que me interessa

Como o mundo é claro e belo, quando não nos perdemos nele, e como é escuro o mundo, quando nos perdemos nele!

Há opiniões que nascem e morrem como as folhas das árvores, outras, porém, que têm a duração dos mármores e do mundo.

Os aduladores assemelham-se aos amigos como os lobos aos cães.

Não há paixão que abale tanto a sinceridade dos juízos como a cólera.

Decida o que você quer fazer na vida, e então aja como se fosse impossível fracassar.

A justiça militar está para a justiça assim como a música militar está para a música.

O indivíduo é social não como resultado de circunstâncias externas, mas em virtude de uma necessidade interna.

O medo é a arma dos fracos, como a bravura a dos fortes.

Como Confúcio, estou tão absorvida pelo encanto que sinto pela terra e pela vida que a habita que não tenho tempo de pensar no paraíso nem nos anjos.

Pearl S. Buck
BUCK, P., Entrevista, 1951

Os animais são pessoas, como nós somos animais.

Há muita gente que, assim como o eco, repete as palavras sem lhes compreender o sentido.

Procura ser tão gentil com a tua mulher como no tempo que a conquistaste.

O poder não é algo que possa ser assumido e posto de lado conforme apetece, como com a roupa interior.

Ganha dinheiro honestamente, / se puderes, se não, como puderes.

A serra em chuva
Sob o sol poente -
Como não agradecer?

A luxúria é como a avareza: aumenta a sua própria sede com a aquisição de tesouros.

Os dias prósperos não vêm por acaso. São granjeados, como as searas, com muita fadiga e com muitos intervalos de desalento.

Camilo Castelo Branco
BRANCO, C., Obras - Volume 31, Parceria A.M. Pereira., 1965