Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Cabe a você decidir se vai deixar passar dias da sua vida pensando em como se adaptar à uma mudança ou simplesmente olhar pra trás e ver que já foi bom uma coisa que hoje em dia não seria mais."
"Hoje acordei como há tempos não acordava, uma tristeza lânguida, não sei explicar mais isso me dói muito.Uma poeira no olhar que deixava turva a minha visão.Nem sei como melhorar isso,queria que alguém como um anjo vienhesse e assoprasse essa poeira que cobre de tristiza a minha vida."
A vida como ela é
Nem sempre a vida é como esperamos que ela seja...
As vezes desejamos que ela seja como queremos, como sonhamos, mas nem sempre é assim!
A vida é um dom de Deus e tem que ser vivida, independente de como ela seja.
Com altos e baixos, com pedras no caminho, com erros e acertos... Devemos vivê-la como ela é.
A vida é única!
Não podemos simplesmente passar por ela, precisamos vivê-la e apreciá-la.
Ela é como um labirinto de passagens, na qual devemos procurar nosso caminho...
As vezes podemos ficar perdidos e confusos, presos em um beco sem saída.
Porém se tivermos fé, uma porta sempre será aberta, pode nao ser aquela que esperamos e almejamos...
Mas com certeza será a que se revelará a melhor para nós.
Viva a vida, e seja feliz!
Universo Jardim
Como é grande o universo
inserido no jardim.
Na flor a borboleta
o néctar sugando.
Uma gatinha, do chão
a borboleta observando.
E dois bichinhos, tão pequenos
em cúpula de amor
pouco se vê.
Aranha vermelha,
no ar, abelha
e pardais pulando.
A enxada o mato capina
enquanto parei observando
meu universo jardim.
COMO ODEIO
Como odeio, odiar ter que te amar. Como odeio admitir
Que o que sinto, não é mero acaso, mas, é o caso que
Ocasionou o nosso caso de amor. De que seria um dia
De que se foi um ano. De que teria de doer, de que se tem
De amar. E se não faz sentido, perco os sentidos e digo:
“... traição, maldição, aquele dia entre meus dedos guardei
na mão...” a lua voluptuoso entre tantas horas que não
Passam. Passam a zombar-me como se eu fosse seu paciente
Em um hospital. É verdade estou doente, doente de amor,
Doente de paixão. Passa logo essa noite e se faz dia
Relva da manha, amor que não faz, só me desfaz, agora faz
Jus ao meu ultimo desejo de paz! Só me faz esquecer o dia
Em que odiei odiar te amar!
Que o amor tem que ser contemplado e cultivado com mais calma e muito carinho, deve ser tratado como uma pelicula de diamante altamente senssível numa almofadinha de plumas brancas! E que o amor é pura sorte e coicidencia muito forte que não deve ser desperdiçado... é o conjunto de 2 destinos que se cruzam sem razão aparente envolvendo muitas possíbilidades de não existir, e mesmo assim persiste e existe pq esse sim se pode afirmar que é um sentimento forte e inesperado!
Pessoas escrevem por diferentes motivos. Sou do grupo que usa a escrita como religião e desabafo. É uma coisa complicada de explicar, mas fica entre a necessidade de acreditar em algo (ou alguém, talvez eu mesmo) e o medo de ser aquele babaca comum que foge do que acredita apenas para se encaixar, que engole de tudo.
È incrivel a falta de senso dos homens, e como eles realmente nos veem como criaturas choronas e reclamonas que nunca estão satisfeitas com nada! Se esquecem que a maioria , são sensíveis e perspicazes!Quando pressentimos algo quase sempre estamos certas!Os homens mentem , fingem e dissimulam, muito bem , na opinião deles! Ledo engano , uma mulher sempre percebe algum vestigio na atitude masculina que o denuncia!Se nos veem de forma tão critica , por insistem em ter uma mulher do lado? Arrumem um homem pra si ..........afffffffffff
Você é linda
Assim como o teu olhar
Você consegue num jeito tão puro e singelo
Expressar uma beleza que me faz sentir
Como se eu tivesse olhos de águia
Para que eu possa ver a beleza do amor
Estampada em tua face em tua alma.
Acredite, sua beleza é unica e verdadeira
Pois eu sei que além deste rostinho lindo
Se eu me aprofundar mais no teu ser
No jeitinho, que só você tem
Descobrirei, ainda mais beleza
Sim, a verdadeira beleza, a beleza do amor.
Seu coração é doce, você é doce, teu jeito de ser é doce
Continue sempre assim, amiga.
Seja simples, porém especial
Seja humilde, porém otimista
Seja fé, em tudo que você faz e deixa acontecer
Ou seja, simplesmente você.
Isso é tudo de bom.
Acredite, é tão fácil imaginar meu futuro ao teu lado. Se tudo acontecer como é em meus sonhos, serão os dias mais perfeitos de nossas vidas.
Assim como as estações, amores e paixões ocorrem. Alguns deixam marcas maiores, uns inesquecíveis e outros apenas portas para novos relacionamentos. Existem os amores de verão, que são curtos, porém quentes. Existem os amores de outono, que são demasiados breves e que servem de experiência para os amores futuros. Existem os amores de inverno, que tardam a findar, mas que se tornam frios e calmos quando se prolongam. Há, contudo, os amores de primavera. Os amores de primavera são inesquecíveis. Resguardam traços variados e são capazes de fazer esquecer qualquer outro amor das estações passadas. As paixões de primavera são, sobretudo, longas, quentes e são comumente as que deixam as maiores marcas, pois são donas das maiores benesses. Assim como as flores que germinam nessa estação, os sentimentos têm tendências maiores de abrolhar nela, uma vez que é a estação do renascer, da felicidade e do viver. Se seu amor não é um amor de primavera, não padeça. As estações se encontram em um ciclo e você sempre poderá revive-las com maior ou menor intensidade outra vez.
Separação
Parece noite fria em dia claro
Como tempestade em verão
Como ir e voltar do nada
Numa inquietação
Uma construção desmoronada
Vazio e desesperação
Silêncio que cala
Despovoada multidão
Palavras entaladas
Todas e pensadas e não
É o fim da estrada
Sobras da sepração
Sempre ando com pressa, tal como quem morre todos os dias ao anoitecer e retorna pela manhã com fome de vida para uma nova e mais uma única missão
O último voo.
...num movimento alienado, Aiumy olhou novamente pela janela impacientemente como se esperasse alguém. Estava inquieta e por isso foi buscar um cigarro no criado mudo do seu quarto, respirou fundo e foi caminhando o que lhe pareceu uma maratona. Colheu seu último cigarro do sexto maço que comprara junto de outros cinco a quatro horas. Acabou a munição, pensou consigo mesma, está chegando ao fim.
Sentou-se então na cama para acendê-lo, suas mãos tremiam incontrolavelmente o que dificultou o processo. Quando começou a queimá-lo fechou os olhos como se tentasse acalmar-se, como se fosse conseguir. Contou calmamente até 10 e depois deu uma tragada, pensou estar mais calma, mas a essa altura do campeonato Aiumy não conseguiria relaxar.
A sua frente mirava sua penteadeira desorganizada: quinze tipos de pincéis de maquiagem espalhados por todo o móvel, um curvex, seu estojo de sombras com cinquenta cores diferentes, um estojo de blush com seis tons e ainda 23 batons em todas as tonalidades de vermelho ocupando todo o espaço. Havia também perfumes, Carolina Herrera, Caron's Poivre, Jean Patou's Joy, Imperial Majesty, Chanel n°5, além de infinitos elásticos de cabelos de infinitas cores, grampos com e sem brilho, inúmeras jóias e algumas bijuterias. Por último e não menos visível, uma garrafa de Dom Pérignon vazia e alguns resíduos de sua fuga mais rápida. Alguns papéis, notas fiscais, contas e cartelas de remédio se via por ali também. Acima e refletindo tudo aquilo havia o espelho, que além de suas porcarias refletia o seu rosto cansado o qual não transparecia a tensão que ela sentia no momento.
Em uma tentativa de não enxergar sua desorganização, que sua mãe sempre considerara sintoma de loucura, olhou para o lado. Tentativa frustrada. Agora olhava seu criado-mudo ainda mais desorganizado, livros embaixo de tudo, 4 ou 5 exemplares, Clarice, Drummond, Machado, Nietzche, discos espalhados, pois adorava uma velharia. Ao lado deles seus óculos e a caixa do seu aparelho móvel: ambos inúteis. Muitas bolinhas de papel amassado além de embalagens de barrinhas de cereais de baixa caloria. Havia também o dobro de caixas de remédios, bulas, cartelas, receitas, copos meio vazios e um cinzeiro, o qual não se podia mais enxergar a imagem do fundo, muito menos qualquer outra parte do objeto que carregava bitucas e cinzas de quatro dias.
E agora, uma última bituca.
Acabou-se o cigarro então foi à janela conferir a presença de ninguém. Abriu a porta da sacada e demorou-se admirando as pessoas-formigas lá embaixo, era o vigésimo primeiro andar do prédio. De repente ao longe, talvez vindo da sala - agora não fazia idéia de onde colocara suas coisas - ouviu seu celular tocando Edith Piaf - Non Je Ne Regrette Rien. Irônico. Deixou tocar.
Tocou de novo. Ignorou. Não desistiu. Aiumy foi atender. Não quero, não quero, não quero, pensou alto, mas esqueceu de repetir mais uma vez para ir às quatro direções. Quando chegou parou de tocar, ela respirou e então tocou novamente. Somente de olhar o número não gravado seus olhos se encheram d’água. Não estava armazenado, mas ela sabia exatamente quem era. Atendeu, gritou, respondeu, esperneou. Do outro lado era o contrário: a outra pessoa respondia fria e indiferentemente. Aiumy desligou e jogou o celular no sofá, mas não havia dito adeus.
Olhou pensativa para o sofá, caçou o celular entre os cobertores e restos de comida. Mandou uma mensagem, uma palavra. Desligou definitivamente o aparelho e voltou ao quarto.
Dirigiu-se a penteadeira, sentou-se na banqueta, aspirou a ultima fileira e pensou, quem diria finalmente poderei me livrar desse vício. Olhou-se, e agora em seu rosto manchado de lágrimas transparecia seu sofrimento, porém havia prometido: "vou ser fiel ao rosto que criei". Selecionou suas maquiagens e se pintou, tornou-se perfeita novamente como era (re)conhecida, demorou quarenta e cinco minutos nessa última atividade e esforçou-se para não borrar, nem haver defeitos.
E então correu para sacada, até lembrar-se. Voltou até o criado-mudo, selecionou aleatoriamente uma das bulas, qualquer pedaço de papel serviria e escreveu alguma coisa pequena e somente nas bordas.
Voltou a correr para a sacada. Abriu a porta, apoiou-se com as mãos na mureta e olhou para baixo, ainda na sua incessante busca por ninguém admirando as pessoas-formigas. Pôs força nos braços, ergueu-se e ficou em pé na mureta, equilibrando-se com a respiração que aprendera na ioga.
Aiumy fechou os olhos, sentiu duas lágrimas caindo e seu coração pulando, seus braços se abrindo automaticamente em posição de asas e seu corpo foi despencando lentamente e para quem a entendia, percebeu.
Aiumy não caia, alçava voo.
Várias vezes já me peguei pensando em como será o nosso casamento, o quão especial vai ser esse dia, de como será bom realizar meu sonho de poder passar o resto dos meus dias ao lado da pessoa que amo e construir a partir daquele momento, a nossa história.
Querer que as coisas voltem a ser como eram antes é para pessoas fracas. Os fortes inovam sua vida e fazem ela parecer bela.
Ei vocÊ que sabe tudo me diga como perguntar!
Se eu não sei...
Você que pensa em tudo, me mostra o como pode amar!
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