Voar como um Passaro Ate seu Coracao
"Ler é como surfar
no grande mar,
alcançando altas ondas
obtendo conhecimento e sabedoria!"
***
Francisca Lucas
Andressa, meu amor, minha doce princesa,
Teus olhos brilham como estrelas na noite,
Teu sorriso, um sol que em meu coração acende,
Cada instante contigo é um novo deleite.
Teus cabelos ruivos, como fogo que arde,
Em cada fio, a paixão que me envolve,
Teu jeito suave, tua força encantada,
Fazem meu mundo girar, meu amor se resolve.
Nos teus braços, encontrei meu lar,
Teu riso é a música que sempre quero ouvir,
Em cada toque, um universo a explorar,
Andressa, contigo, aprendi a sorrir.
Prometo te amar, na alegria e na dor,
Ser teu abrigo, teu porto seguro,
E juntos, escreveremos nossa história de amor,
Minha ruiva, minha vida, és meu futuro.
Daniel Vinicius de Moraes
Calma e tranquilidade, vento e natureza... silêncio, o silêncio que amo, oxalá do céu como é bom o silêncio.
Seria possível contar a história das forças armadas no Brasil como a história dos golpes de Estado fracassados ou bem-sucedidos.
Mesmo sem me conhecer por inteira, parece que você me entende como ninguém. Há algo em tua presença que traduz minhas dores em silêncio e meus sentimentos em palavras. Em uma única tarde e noite, nos revelamos mais do que muitos que convivem por anos, como se nossas almas já tivessem se reconhecido em algum sonho antigo. Você é doce como mel, mas também mortal como veneno; cruel na intensidade, belo no enigma... Um paradoxo que me fascina e ao qual, inevitavelmente, me rendo.
Abro o livro como quem abre uma cela
e a gramática entra com chaves de prata.
"Existo", diz o guarda. Eu assinto e, sem notar,
já aceitei que existir é estado.
Pergunta primeira, feita em voz de ponte:
quem fala quando digo "eu"?
Ato que cintila ou coisa que permanece?
Nomear é pôr moldura onde só há clarão.
Repito: penso.
E o verbo, inquieto, não se deita em camas de mármore.
Ele passa. Ele acontece.
O sujeito que o monta é aparição, não peça de museu.
No jogo de linguagem, a regra é simples e feroz:
"existir" cobra documentos de continuidade,
pedem-se sinais de reidentificação,
pedem-se cicatrizes que atravessem anos.
Mas o pensar não traz carteira;
traz pulso.
A cada batida ele inaugura um quem,
um rosto-em-ato que se desarma com o próprio eco.
Olha a armadilha:
quando digo "existo" após "penso",
troco o brilho pelo bloco,
confundo faísca com minério.
Se existir é ser algo, dize que algo és sem congelar o rio.
Dize quem retorna intacto do atravessamento.
A palavra "eu" acena, mas não garante o passageiro;
é índice, não monumento.
Releio e o leitor que sou me contradiz com elegância:
cada leitura me inventa um autor anterior.
Logo, o eu que decide entender é posterior ao entendimento,
e o entendimento, anterior ao eu que o celebra.
A gramática faz truques.
Transforma atos em estados, eventos em essências.
É ventríloqua do ser:
põe voz de mármore no que é água.
Heráclito entra, enxuto:
o nome é margem, o ser é curso.
Quem bebe duas vezes no mesmo "eu"?
Quem devolve a gota ao desenho antigo?
Então aperfeiçoo o silogismo como quem desarma um dispositivo:
se penso, há presença sem propriedade,
há comparecimento do sujeito-em-ato,
há luz que não promete estátua.
Daqui não se segue substância,
segue cena.
Não se prova o dono, prova-se o surgimento.
O cogito é bilhete de entrada, não escritura do terreno.
E se me pedem definibilidade, aponto o necrotério das narrativas:
o corpo já cessou, logo o relato pode fixá-lo.
No arquivo, sim, há estados;
na vida, há verbos.
Portanto, conduzo-te pelo corredor das palavras
até a célula onde "existo" queria trancar o ato.
Abro a porta pelo lado do uso e deixo o ar entrar:
o que havia ali era só o brilho do acontecimento.
Conclusão, escrita na água com letra firme:
penso, logo apareço.
Sou em ato, não como estado.
Cogito, ergo fluo.
– Daniel A. K. Müller
Como já dizia Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses.” Pois então eu vos digo, amigos: encarei o abismo da minha alma, beijei o meu próprio demônio, realizei rituais do meu próprio suor e sangue; e afirmo, em alto e bom som, para que toda a sociedade possa me ouvir: eu sou o são que todos chamaram de louco. Sou a mais linda nascente que brota no rio Eufrates. Sou aquele, dotado de tamanha inteligência, que tentam calar com vossas bocas imundas. Então eu vos digo — não aos vossos ouvidos, mas às vossas mentes fechadas e doutrinadas: uma revolução não começa com um só homem; começa, sim, com doze.
Na vida temos que nos inspirarmos em algo, assim como temos que manter o nosso equílibrio mental sã, a música nos ajuda, faz parte do nosso cotidiano, então vamos ouvir músicas. VIva a música.
Odeio sentir.
Não se faz mais como peso, me considerando já morta mentalmente, mas então, por que ainda dói? Então, por que ainda incomoda?
De fato, não consigo fugir da vida e suas surpresas. Que ironia sentir tudo isso novamente despencando sobre mim em forma de culpa, fracasso, perda de tempo. De que me adianta correr e correr, apenas para despertar de mais um sonho.
Quando vou poder ir além?
Como me fazes te amar e te odiar ao mesmo tempo?
Vida, tu me limitas à morte, o maior segredo jamais desvendado e revelado entre todo o ser vivente. No entanto, me proporcionas paixão infinita pelas inúmeras e belíssimas coisas que só tu podes fazer. Como podem as palavras "paixão" e "limite" coexistir, juntas em uma só escrita, e ainda, escrita minha!?
Resumindo: vida.
Odeio limites, mas tu me fazes vê-los pela primeira vez não como ameaças ou desafios, e sim como um lembrete: de que, se ainda falta olhar, talvez até mesmo procurar.
A verdade que minha mente se recusa a ouvir, é que sempre haverá algo que vale a pena viver para ver.
Entre o passo e o horizonte
No silêncio dos dias,
a esperança cresce devagar,
como semente que insiste
em quebrar a terra dura do olhar.
Cada tropeço se torna ponte,
cada queda, lição sutil.
O futuro nasce nos detalhes,
na coragem de seguir, no brilho do abril.
O impossível se curva
ante quem insiste em caminhar,
e o sonho, mesmo tímido,
começa a florescer no ar.
Eu me sinto tão exausta como se já tivesse vivido tudo que poderia viver, mas eu ainda tenho 19 anos.
Primavera chegou!!!
A primavera é sempre radiante, é como uma criança cheia de vida, de cores, que nós traz esperança, renovação e fé que tudo vai florir em nossas vidas.
Gratidão Deus pelo meu filho João Arthur, o que seria de mim depois da morte da minha mãe em 2022, se não fosse meu pequeno grande homem, como ela o chamava. Ainda estou aprendendo a te criar, mesmo com tantas falhas e incertezas, saiba que hoje vivo porque Deus me deu você, e isso me basta, para lutar a cada dia para ser melhor como pessoa, como sua mãe e te dar o melhor meu filho. Grata, grata, grata.
22/09/2025
"Neste mundo cada vez mais acelerado, os relacionamentos se tornam efêmeros como roupas trocadas sem pensar, amizades se limitam à superfície apesar da profundidade de cada ser, e a instabilidade junto à valorização extrema da individualidade nos isola, tornando-nos a geração mais solitária que já existiu."
Opiniões alheias são como perfume barato.
Quem usa demais, quer esconder o cheiro da própria verdade.
Numa noite de festa, as pessoas brilhavam como estrelas, e haviam muitas estrelas.
Mas somente uma iluminou meus olhos naquela noite, como ela se chamaria ?
Mesmo distante dela, seu sorriso iluminava meu dia.
Como ela se chamaria ?
Seu nome não sabia, mas a chamaria, de motivo de minha alegria;
E com certeza, entre milhares de constelações, essa estrela eu amaria.
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