Voar como um Passaro Ate seu Coracao
Quem sofre sem fazer alarde já conhece o seu roteiro, sabe que a hora em que a dor arde e enfrenta o mundo inteiro. No silêncio se faz forte, pois conhece o próprio norte e é seu único parceiro.
Se o sorriso de uma dama justifica qualquer batalha,
O seu silêncio é a sentença que desarma o guerreiro.
"Cada dia é uma tela em branco; pinte o seu futuro e que, através da ação e motivação, você consiga realizar todos os seus objetivos.
Salve pra você que ‘trampa’e estuda, já tá separado o que é seu - não cai no conto que o crime compensa, quem caiu nessa tá preso ou morreu; ese falta dinheiro, falta escola, saúde e preparação; esobra o quê? Raiva, ódio e arma na mão? Evocê tem a cara de pau de dizer que armamento é a solução? Brasil, um país de todos, todos carentes de educação.
Os logotipos especistas mantêm o animal visível o bastante para que seu corpo seja vendido e consumido, mas invisível o bastante para que sua morte deixe de ser reconhecida como violência e não perturbe a continuidade do consumo.
O Príncipe Augusto Max no seu Ministério. Ele diz:
O importante é fazer o bem ao próximo. Quando você faz o bem, você planta o bem e, depois, colhe o bem. Assim, a sua vida se torna cheia de bênçãos, cercada por pessoas do bem, tornando a sua caminhada ainda mais linda. 🕊️✨
Gálatas 6:9-10
"E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé."
Na voz do pai floresce a direção,
Em suas mãos repousa a força do amor.
Seu exemplo guia a vida e atravessa o tempo em silêncio,
Como a raiz que sustenta a árvore em flor.
Honrá-lo é eternizar a si mesmo,
E guardar seu legado no coração.
Seu chamado para a vida já seria mais do que suficiente para lhe dar tudo o que você tem. Se você está bem e o seu pai não, então jamais estará verdadeiramente bem. Tudo o que construiu cairá como o pó da terra e consumirá a alma do seu corpo.
Mantenha a cabeça erguida e continue caminhando. O tempo jamais interrompe seu curso por causa da dor de alguém; por isso, não permita que a tristeza o mantenha preso enquanto a vida segue adiante. E, quando tudo parecer envolto pela escuridão, lembre-se: Deus é o farol que rompe as trevas e a esperança inabalável que sustenta aqueles que se recusam a desistir.
Durante 15 anos, ele entregou sua força, seu tempo e sua juventude a uma empresa, acreditando que o esforço seria recompensado. Mas, aos poucos, transformou-se em um homem preso à própria rotina, carregando responsabilidades como um burro de carga enquanto deixava sua própria vida para trás. Trabalhou para construir os sonhos dos outros, mas não teve a mesma disciplina para construir os seus.
Anos se passaram, e o que restou foi um homem cansado, vivendo na periferia, cercado pelas consequências das próprias escolhas. O salário baixo, a falta de planejamento e a acomodação diante da vida fizeram com que seus anos de trabalho se transformassem em uma história de frustração. Enquanto carregava pesos que não eram seus, permitiu que o próprio futuro fosse abandonado.
No fim da jornada, percebeu que não bastava apenas trabalhar duro; era preciso buscar crescimento, mudar de caminho e lutar por algo maior. Ficou marcado não apenas pelo que perdeu, mas pelo que deixou de conquistar. Uma vida inteira dedicada ao esforço, mas sem direção, terminou como um retrato triste de alguém que se entregou ao fracasso e viu o tempo passar sem construir o próprio destino.
A Consciência Divina é AMOR, essa é a Origem da Realidade, seu propósito final é expressar isso.
NeoqJav
Uma corrida, duas histórias
Eram exatamente 4h50 da manhã quando o motorista-peregrino ligou seu aplicativo de transporte. São Carlos ainda estava mergulhada na escuridão quando surgiu uma corrida para uma delegacia na Zona Norte. O passageiro estava a menos de um quilômetro de distância. Por ser madrugada, o motorista ficou um pouco ressabiado, mas aceitou a viagem.
Ao chegar ao endereço, percebeu que o passageiro era um policial militar. Assim que entrou no carro, o policial cumprimentou-o educadamente, e os dois seguiram viagem. Como sempre fazia, o motorista puxou conversa:
— Estou começando o dia com um passageiro que me dá segurança total!
O policial sorriu:
— E os demais passageiros não dão?
— Desculpe! O que quis dizer é que estou tentando tornar esta corrida agradável. Quem sabe o senhor não me conta alguma história interessante para o meu próximo livro?
Curioso, o policial perguntou se ele era escritor. O motorista explicou que era apenas um apaixonado pela escrita, autor de três livros, e que estava preparando outro, chamado “Entre Caminhos, Histórias e Aprendizados”, no qual pretendia reunir histórias vividas em suas caminhadas e aquelas que escutava dos passageiros.
O policial gostou da ideia e perguntou se poderia ganhar um dos livros. O motorista respondeu que sim, desde que ele lhe contasse algumas histórias marcantes de sua profissão.
— Então me conte duas: uma muito triste e outra engraçada.
O policial pensou por alguns segundos e começou pela mais difícil.
A história que nunca saiu da memória.
— Eu tinha pouco mais de um ano de profissão quando fazia uma ronda em São Paulo, pela Marginal do Tietê. De repente, vimos várias pessoas paradas às margens do rio, apontando para a água. Parecia que alguma coisa se mexia dentro de um saco.
Paramos a viatura, descemos e retiramos o saco da água. Quando o abrimos, descobrimos que havia um bebê recém-nascido lá dentro. Provavelmente tinha nascido poucas horas antes e fora jogado no rio pouco tempo depois.
Infelizmente, não havia mais nada a fazer. O coração daquela pequena criança já havia parado de bater.
O policial ficou alguns segundos em silêncio antes de continuar:
— Fizemos todos os procedimentos necessários, mas aquela cena nunca mais saiu da minha cabeça. Até hoje não consigo entender como alguém pode cometer uma crueldade dessas contra uma criança indefesa.
O motorista ficou profundamente tocado.
— Existem histórias que a gente ouve e nunca mais consegue esquecer — disse.
Depois de alguns instantes de silêncio, lembrou-se da segunda história.
— Agora quero ouvir aquela que o senhor disse que me faria rir.
O policial sorriu.
O amigo do presidente
— Essa aconteceu em Ribeirão Preto. Eu e minha equipe estávamos em frente ao Fórum Criminal quando um morador de rua, bastante alcoolizado, aproximou-se de nós. Começou a nos ameaçar e disse que iria falar com o presidente Lula se não fôssemos até o viaduto onde ele dormia.
O motorista já começou a sorrir.
— Ele dizia que só queria dormir, mas que uns “homenzinhos verdes” passavam a madrugada fazendo dancinha perto do barraco, puxando seu cobertor e não o deixavam em paz. Depois afirmou:
— “Vocês sabem com quem estão falando? Eu sou amigo íntimo do presidente da República! Um telefonema meu e ele manda o Exército confiscar suas fardas e prender esses marcianos!”
O policial contou que a equipe resolveu entrar na brincadeira.
Abriram a porta traseira da viatura e disseram:
— Entra aí. Vamos levá-lo até o presidente da República. Se estiver falando a verdade, deixamos você lá para tomar umas com ele. Se estiver mentindo, vamos prendê-lo.
Segundo o policial, o homem não pensou duas vezes. Saiu andando em zigue-zague e desapareceu pela rua. Não quis mais saber de presidente, Exército nem de marcianos.
Os dois caíram na risada.
A corrida, que começara às 4h50 da manhã, havia se transformado em algo muito maior do que uma simples viagem. Em poucos quilômetros, o motorista encontrara duas histórias completamente diferentes: uma que provocava tristeza e reflexão; outra que arrancava gargalhadas.
Ao chegarem ao destino, os dois se despediram. O motorista agradeceu pelas histórias, que certamente encontrariam espaço em seu próximo livro, e cada um seguiu sua jornada.
Enquanto dirigia de volta, o peregrino pensou em algo que aprendera em suas caminhadas: às vezes, aceitamos uma corrida pensando apenas no destino, mas descobrimos, no caminho, que a verdadeira viagem está na história que encontramos pelo percurso.
Peregrino Nino Carneiro
Cuidado com o que você guarda aí dentro do seu peito. A mágoa o ressentimento sem perdão se transforma em lapsos da memória induzindo o Alzheimer..
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Todos os direitos reservados a
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
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