Vivo Feliz
Eu carrego a morte de alguém comigo. Não como lembrança distante, mas como algo vivo, pulsando dentro do meu peito. Ela respira comigo, anda comigo, dorme ao meu lado quando fecho os olhos. Não importa onde eu esteja, aquele momento sempre chega antes de mim.
As pessoas dizem que não foi culpa minha. Que foi um erro, um acidente, uma consequência inevitável. Elas falam isso com facilidade, como quem descreve o clima. Mas eu estava lá. Eu vi os olhos perderem o foco. Eu ouvi o último suspiro falhar no meio do caminho. Eu senti o peso da vida se tornando apenas… carne.
Eu lembro do som. Sempre lembro. O impacto não foi alto, foi seco, errado. Um som que não deveria existir. Houve um segundo de silêncio absoluto, e nesse segundo eu soube. Antes mesmo de olhar, eu soube que tinha acabado com tudo. Quando meus olhos desceram, o corpo já não respondia. Peso morto. Calor indo embora rápido demais.
Minhas mãos tremeram, mas não largaram. Tinham sangue nelas, muito mais do que eu esperava. Grosso, escuro, quente. Escorreu pelos pulsos como se quisesse me marcar, como se quisesse garantir que eu nunca esquecesse quem eu era naquele instante. Eu fiquei ali parado, incapaz de agir, esperando um milagre que não veio.
Desde então, nada em mim funciona direito.
A culpa não é um pensamento, é uma sensação física. Ela aperta minha garganta até doer engolir saliva. Ela faz meu estômago revirar, como se algo estivesse apodrecendo por dentro. Às vezes eu acordo com vontade de vomitar, outras vezes com vontade de gritar, mas nunca faço nenhum dos dois. Eu engulo. Sempre engulo.
Já lavei minhas mãos até a pele rachar. Até arder. Até sangrar de novo. Mas o vermelho nunca some de verdade. Ele volta quando fecho os olhos. Volta quando o silêncio fica alto demais. Volta quando alguém confia em mim, porque eu sei exatamente o que sou capaz de destruir.
Eu não me perdoo. Não porque não tentaram me convencer, mas porque eu não mereço. O perdão exige que o erro fique no passado, e o que eu fiz não ficou. Ele se espalhou. Moldou tudo o que eu me tornei depois.
Em batalha, eu avanço sem medo. Parte de mim espera ser atingida. Não por coragem, mas por cansaço. Cada dor nova é pequena comparada àquela que nunca para. Cada ferida aberta é um lembrete de que ainda estou aqui… quando talvez não devesse.
Eu sigo em frente não por esperança, mas por punição. Viver é a sentença. Lembrar é a tortura. E carregar essa culpa é a única coisa que me mantém honesto sobre quem eu realmente sou.
Eu não esqueci.
Eu nunca vou esquecer.
E isso é o que mais dói.
— Cyrox
Eu vivo buscando a OUTRA MARGEM. Às vezes me afogo, mas sempre aparece uma prancha amiga. Me agarro e continuo dando as braçadas da esperança
Quando tiver q fazer algo por alguém, faça-o enquanto está vivo, depois de morto só servirá pro bicho comer debaixo da sepultura.
Crio uma fantasia e me fantasio.
Te fantasio.
Nessa fantasia já não mais sobrevivo.
Eu vivo.
Vivo pois, nessa fantasia, te tenho comigo, meu paraíso.
Te vivo.
Mas para a tristeza desse homem...
Fantasia é desejo e desejo é delírio.
O amor é sofrimento e o coração partido partiu contigo...
"Eu vivo melhor a vida porquê não temo a morte.
Não temo o azar porquê flerto com a sorte.
O que eu vejo como riqueza jamais me deixara pobre.
Dirijo o filme da minha sobrevivência sem nenhum corte.
Com o sucesso, ando na penumbra, pra que a inveja não nos note.
Nenhum ferimento me causou tanta dor, quanto a ausência do seu toque.
Se eu decidir ir, não espere nunca que eu volte..."
Tutto per ella
Tudo pra ela
Vivo por ela
Só penso nela
Doces palavras? É pouco pra ela
Alma, corpo é para ela
Nos meus sonhos é ela
Meus planos são com ela
Sofro por ela
Morro por ela
E o coração, como sempre, bate por ela...
Voce me motiva e dos meus sorrisos é o motivo.
Motivo que eu motivo.
Motivo que me mantém vivo.
É voce, meu Sol, meu lírio...
Quanto mais vivo, percebo o quanto curta é a vida, ame, valorize seus entes queridos, cada milésimo de segundo.
Em meu jardim de serenidade
Vivo em minha mente, um jardim de serenidade, onde a brisa sussurra segredos de sabedoria e as flores dançam ao ritmo da natureza. Caminho em busca das verdades eternas. Meus passos são leves e meu coração pulsa com a melodia da pureza. Caminho entre as árvores, observando o brilho divino em cada folha, pétala e gota de orvalho.
Sei que o universo vibra em harmonia e que a essência do bem reside em cada ser. Vejo o mundo de dentro para fora e sinto minha alma magnética irradiar uma aura de amor e compaixão.
Em minhas reflexões, lembro-me das palavras sábias que ouvi e guardei como mapa para trilhar meu caminho para este jardim: "Tudo o que você percebe tem uma vibração relativa dentro de você." Compreendo que, ao julgar os outros, estou apenas espelhando as sombras de minha própria alma. E assim, escolho dedicar-me à busca da luz interior, ao cultivo das virtudes divinas que adormecem em meu ser.
Em vez de ver as visíveis falhas, enxergo a centelha divina em todos aqueles que encontro. Com meu coração pleno de bondade, ajudo a despertar o melhor nos outros, criando uma sinfonia de vibrações elevadas ao meu redor. Meu jardim de serenidade é um reflexo de minha alma, um lugar onde as almas podem encontrar refúgio e renascimento.
No fim do dia, ao contemplar o pôr do sol, fecho os olhos e sorrio. Embora fisicamente eu esteja sozinha, sei que minha jornada não é solitária, estou sempre acompanhada dos irmãos das estrelas, atraídos pela minha vibração. E assim, continuo minha caminhada, semeando amor e colhendo as bênçãos de fazer parte da grande consciência divina
Espiritualidade na Prática
Vivo em um espaço onde as palavras se tornam insuficientes e onde explicações lógicas perdem a força diante de algo que só pode ser sentido e intuído. É como carregar um segredo precioso, que se desdobra em camadas dentro de mim: profundamente rico, ainda que incompreendido por muitos. No mundo físico, onde o valor é frequentemente medido pelo que é tangível, pelo que pode ser pesado ou tocado, percebo que minha forma de enxergar é como uma dança fora do ritmo predominante. Em vez de me entristecer, essa perspectiva me confere uma profundidade única, um sentido de existência que não trocaria por nada. É como encontrar um portal que me conecta a algo maior, mesmo que sua essência permaneça invisível para os outros. Compreendo que nem todos compartilham dessa percepção, pois cada um está em um ponto diferente de sua jornada, e isso está tudo bem. Para mim, o mais importante é honrar o que sinto, nutrir essa conexão com o intangível e, talvez, encontrar maneiras de expressá-lo. Embora seja natural lamentar que poucos possam realmente compreender essa experiência, enxergo nisso uma oportunidade especial. Quando encontro aqueles poucos que compartilham dessa mesma linguagem, mesmo que o círculo seja pequeno, o diálogo torna-se um verdadeiro tesouro.
Amanhecer e olhar a vida atraves de sua janela. Eis a questão... sentir-se vivo e participar da vida... ou deixar o barco correr a deriva. A decisão é sua de como ela vai ser, de como você vai viver. Pode-se receber cartas marcadas, mas nada melhor que fazer sua vida acontecer.
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