Viver sem Ti
A diferença entre viver e sobreviver é, infelizmente, sutil.
Após ter assistido este reflexivo vídeo, me lembrei de uma provocativa constatação que Dalai Lama fez ao ser questionado sobre o que mais o surpreendia na humanidade:
“O que mais me surpreende na humanidade são os ‘homens’. Porque perdem a saúde para juntar dinheiro. Depois, perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem-se do presente de tal forma que não vivem nem o presente, nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer… E morrem como se nunca tivessem vivido.”
É difícil tentar fugir destes “modelos de sucessos” que nossa sociedade tem cultivado. Pois no final, se você não está fazendo o que ama e está usando a sua vida como um ‘ensaio’, é melhor você repensar seus próximos passos, não acha?
Algo muito interessante que o vídeo coloca como uma das principais características comportamentais desta atual geração é a ideia de se tirar proveito da vida durante o ‘caminho’ e não se apoiar em um pretenso sucesso final. É permanecer ambicioso, mas de forma mais ponderada e “racional”. É saber que a vida é agora e não daqui a alguns distantes anos. É conseguir “praticar” o comportamento que lhe permite mudar de direção com rapidez e desapego. Vivendo melhor o presente sem a ilusão de que tem total controle sobre o futuro.
Praticar a conflitante teoria de uma vida plena parece ser bem utópico. Porque, afinal, é ir contra inúmeras e diferentes pressões. É apostar que ser uma solteirona convicta e não atender à machista pressão de que para ser feliz é necessário estar com alguém ou ter filhos, no fim das contas, acaba por exigir um pouco mais de esforço. É conseguir viver sem se importar com os antiquados julgamentos que vão rejeitar uma nova rota que foge o rebanho. É não ligar para estes “ácidos olhares” – que podem estar apenas invejando a forma como você esta encarando tudo – e apenas praticar o que lhe faz feliz, deixando de lado o medo da imagem que os outros estão construindo sobre você.
Tendo em vista que você já leu até aqui, eu gostaria de lhe propor o seguinte “exercício”: tente estabelecer, mesmo que mentalmente, uma vida em que, ao invés de ter apenas 5 dias úteis, você consiga ter 7. Que você não se console com o “fim do expediente” ou com o “fim de semana“. Que você não se acostume a descarregar todas as frustrações coletadas durante a semana em válvulas de escape que a maioria acaba aderindo para amenizar e calar o pedido interno de mudança.
Você acha que conseguiria se adaptar a este novo formato de vida ou será que já se acostumou com a sua rotina de sobrevivência a ponto de ignorar o fato de que, talvez, você não esteja fazendo o que realmente ama?
Precisamos ter coragem de cultivar um comportamento onde o foco reside na experiência e não na possível – e distante – obtenção de “memórias ilustradas” que pretendemos colher no decorrer de um futuro e imprevisível caminho. É ser realista e aceitar que bom mesmo é viver “o agora” e não correr atrás de um delicado sonho sustentado em um pedestal de inseguranças e sacrifícios que vão lhe consumir parte da vida sem ter a certeza de chegar lá."
Viver sozinho é abrir mão de compartilhar uma alegria, um sorriso, uma boa conversa...é desistir de construir uma família, é reflexionar sobre um passado vazio...é sempre chorar no próprio colo, sempre apertar a própria mão...viver sozinho é ter uma vista perfeita e andar de olhos fechados, é ver a porta da prisão aberta, mas escolher ficar dentro da cela.
Não sei se é por está apaixonado
Que transpiro motivação
Em conhecer meu lado adormecido
Viver o que eu não tinha vivido
Seguir a luz do meu coração
Que ilumina e mostra o caminho
Tranquilizando me a sair do ninho
Da tristeza em que eu me instalava
E usar o que tenho e que não usava.
Não sei se é por está apaixonado
Que minhas angústias desapareceram
E todas aquelas aflições morreram
As dores da alma amenizaram
Feridas internas cicatrizaram
A estrada está mais fácil de seguir
E mesmo que a trilha seja severa
Em sua companhia sei que vou conseguir
Pois a felicidade plena nos espera.
Amar é viver intensamente um grande amor...É sentir-se sufocado com a ausência e respirar aliviado com a presença.
Vida...
Muitos pensam que a vida
tem apenas um sentido,
VIVER. Apenas um proposito,
MUITO. Apenas um modo
BEM.
Mas com o passar do dia,
do mundo, da vida, me veio
a cabeça que issu tudo nao
importa!!!
Todos vivemos em mundos
paralelos, entao, quem garante
que nao vivemos a morte, quem
garante que nao vivemos num
mundo de vivos mortos ou que
morremos num mundo de mortos
vivos!!!!
A vida nao se diferencia em nada
da morte ... e como a puberdade
todos passam por ela quer gostem
ou nao!!!
De qualquer forma, se morte é a
espera da vida, nao a pra que teme-la.
E se vida é a espera da morte, pra
que segui-la perfeitamente se nao
vamos sair vivos dela mesmo !!!
"Deixe de viver o que aparentemente tem sentido, por um instante, e verás que nesse momento é que as coisas passa a ter sentido".
Temos pouco tempo para pensar, e muitas coisas para fazer, pouco tempo para viver e muitas coisas para construir
Para ser imortal não é preciso viver eternamente, mas sim viver a sua vida ao lado de quem você ama.
Viver ou sobreviver…
Você vive quando deixa que a vida flua naturalmente, sabendo que
cada momento tem sua importância na construção da sua história pessoal.
Você sobrevive quando, escravo do tempo se angustia à espera
de um próximo evento.
Vive quem percebe a leveza de uma música, quem sente o pulsar
de seu coração, quem se encanta com as sensações que
seus sentidos lhe proporcionam.
Sobrevive quem não sente, não ouve, nem percebe os diversos
apelos que seu próprio corpo lhe envia.
Sobrevive quem acumula compromissos, quem passa de uma
atividade a outra, quem não se permite parar para observar o fluir da vida.
Sobrevive quem apenas conquista.
Vive aquele que soube conquistar, mas que soube encontrar os meios para aproveitar e saborear tudo aquilo que conquistou.
Vivem os que sabem valorizar a trivialidade dos pequenos gestos,
das simples palavras, dos pequenos eventos. Pois são eles
que escrevem a nossa história verdadeira.
" O que vale a pena quando se tem vida? Viver o que a vida oferece, ou se renegar por medo e espera pela morte"?
