Viver Loucuras
Quebrando o Ciclo do Desejo: A Sabedoria para Viver o Presente
“A vida parece uma armadilha sem fim: vivemos entre a ânsia de conquistar e o vazio que surge logo após possuir. Casados sonham com liberdade, solteiros querem um compromisso; crianças querem crescer, e adultos desejam voltar a ser criança. Aposentados querem trabalhar, enquanto quem trabalha só pensa em se aposentar. Uns correm atrás da fama, enquanto famosos só querem sossego. A verdadeira sabedoria é aprender a viver o presente, quebrando o ciclo do desejo e da insatisfação.”
O Sussurro da Alma: O Verdadeiro Caminho para Viver Bem
“Viver é uma arte sem manual. A vida boa não segue fórmulas prontas — é um sussurro íntimo da alma, que só cada um pode ouvir e compreender. Quem busca fora, se perde; quem silencia dentro, se encontra. O verdadeiro caminho não é o que agrada aos olhos ou convence a multidão, mas o que traz paz ao espírito.”
“Não se trata apenas de existir, mas de reconhecer no que se vive. Meu corpo é real ou sou prisioneiro do próprio sonho?”
Essa é a felicidade de um sorriso carregado de amor e esperança!
Não permita que os seus sonhos adormerçam
dentro de você!
Você já chorou. Agora viva.
Você já perdeu. Agora deseje de novo.
Você já sofreu. Agora dance com o que restou e verá que o presente é suficiente.
Correr ou viver
Ser curativo de uma pessoa é ter a certeza de ser jogado fora depois, por isso não divida o seu tempo romantizando entre a nostalgia ou uma lição,
Não há um coração invicto na arte do sofrer, porque quando aquela música toca as lembranças invadem a alma e o coração senti o pesar,
Então quando o universo disser não, corra na outra direção depressa, pois alguns vínculos devem ser quebrados no momento certo para o coração se manter intacto,
Viver o extraordinário é para poucos, por isso assusta tanto os riscos oferecidos nesta jornada sem volta.
Quanto tempo te resta? Você sabe quanto tempo? Você trabalha, constrói, cria uma família. E depois? Dia e noite lutando, mas o fim é sempre o mesmo. E você sabe qual. Viva o hoje...
Insólito
Vago por
um tudo
que é
amorfo
Gozo
viagens por
onde não
se toca
É ar
vento e brisa
que esbarra e
passa
Vida
Jorge B. Silva
O deserto vai demorar o tanto que você leva para você descobrir quem você é.
Quanto mais tempo você demorar pra descobrir quem você é, mais longo será o seu deserto.
A ILUSÃO DOS ANÔNIMOS
Muitos usam filtros e fotos ensaiadas para esconder frustrações, tentando alimentar o ego.
Mas esquecem o sabor da vida simples: o cheiro das flores, um abraço apertado, um momento verdadeiro.
Vivemos numa era imediatista, onde o olho no olho foi trocado por emojis e frases prontas.
Mandamos "bom dia" com imagens de Google, mas não temos tempo para um gesto real:
abraçar um filho, beijar quem amamos, dar carinho ao cachorro ou bênção aos pais.
Por quê?
Porque estamos ocupados demais em mostrar o "eu ideal", esquecendo de viver o "eu real".
Bom dia, vida!
Texto: Fhayom ✍
Suas atitudes e pensamentos moldam o que virá. O futuro não acontece por acaso — ele é reflexo do agora.
Isso importa
Passei boa parte da vida ouvindo conselhos, ordens, críticas e pedidos. Uns vinham com carinho, outros com exigência. "Não faz assim", "isso tá errado", "tem que ser desse jeito", "o que você acha disso?", "faz isso pra mim?," e lá ia eu, pronto pra resolver, agradar, evitar confusão.
Fui dizendo sim em silêncio, engolindo o não por educação. E fiz. Fiz muito. Por amigos, por parentes, por colegas, até por quem nem ficou na lembrança. Fiz porque parecia o certo, porque me ensinaram assim, porque era mais fácil seguir do que explicar por que não queria.
Outro dia, cansado de tanto "tem que", me veio a pergunta: isso importa? Tudo isso que fiz, tudo que cedi, tudo que deixei de lado pra agradar... realmente importa?
A resposta veio com a simplicidade de quem já viveu o bastante pra saber que o tempo é curto e o caixão não tem gavetas. No fim, vou embora com a roupa do corpo, sem medalhas, sem diplomas pendurados, sem recibos de favores prestados. Só eu, meu corpo, e talvez, se tiver sorte, minha consciência em paz.
Não digo que me arrependo. Mas hoje, se me perguntam se posso fazer algo, penso duas vezes. Faço, sim, mas se também fizer sentido pra mim. Porque ajudar é bonito, ser útil é nobre, mas se anular no processo não é.
A vida me ensinou que quem vive pra agradar, morre cansado. E eu, se puder escolher, quero ir leve. Com menos "tem que" e mais "quero". Com menos obrigações alheias e mais verdades minhas.
Porque no fim das contas, isso importa!!!...
Texto de autoria de Romildo Ferraz Filho – Todos os direitos reservados.
Eu desisti de desistir.
Meu fim? Só o tempo e Deus conhecerão.
Hoje, decidi que parar não é mais uma opção.
O que sinto não será calado pela culpa de não ter feito diferente.
Minhas dores existem. Minhas angústias também.
Mas nenhuma delas é maior do que a força que vive em mim.
Nenhuma é mais forte que a minha vontade de vencer.
Um passo por vez.
Um dia de cada vez.
Mesmo com dor, eu sigo. Mesmo cansado, eu continuo.
Agora eu entendo: talvez nunca tenha sido por mim…
Mas, já que estou aqui, eu vou lutar — e vou vencer.
A alegria pode não vir com o amanhecer, mas o choro também não vai me dominar.
A decisão é minha.
E eu escolho continuar.
Eu escolho viver.
Eu escolho vencer.
Há dores que não gritam: se disfarçam em gentileza, se escondem no riso. A alma, como a pele, aprende a cicatrizar por camadas — mas nunca deixa de lembrar onde foi ferida.
Acho que a vida é sobre ser ousado em certas coisas — e comedido em outras. É sobre amar, fazer bons amigos, e aproveitar cada momento.
Setembro dormiu cedo
Areia nos bolsos e o cheiro do mar no cabelo.
Era só isso. E, por um tempo, foi tudo.
As janelas do carro abertas,
e você dizendo que não queria prometer nada.
Eu disse que também não queria.
Era mentira.
Te esperei como quem espera verão em cidade fria.
Escrevi seu nome na parte de dentro dos meus pensamentos
e apaguei com o canto da mão —
como se isso bastasse pra esquecer.
Mas ainda vejo a gente,
preso num instante que nunca virou agora,
num fim de tarde que não sabia que era fim.
Setembro dormiu cedo,
e eu fiquei acordado esperando você voltar da escola.
Eu me lembro:
das suas costas contra o céu dourado,
de quando você dizia "só hoje",
como se amanhã não fosse pesar.
A gente se encontrou no intervalo do mundo,
nos bastidores da vida real.
Promessas murmuradas atrás do mercado,
planos que só eu levava a sério.
Você era um talvez disfarçado de agora.
E eu achava que tinha sorte.
Eu cancelei noites, amigos,
e até a mim,
só pra ter mais alguns minutos de você.
Você, que nunca foi meu.
Mas me chamava de "sorte"
quando esquecia o nome das outras.
A gente era o que não era.
O que quase foi.
O que não coube no tempo certo.
E eu ainda te procuro nos dias nublados
e nas músicas tristes demais pra tocar de manhã.
Você se lembra?
Do portão velho,
do meu "entra no carro",
da minha espera que você nunca pediu?
Do sol batendo no seu ombro,
e de mim achando que aquilo era amor?
Setembro dormiu cedo.
E eu fiquei, sozinho,
esperando que você acordasse de novo pra mim.
Mas não acordou.
Você nunca foi meu.
Mas fui inteiro por você.
