Viver em Sociedade
Luciana: O Coração que me Ensinou a Viver
Está chegando o Dia dos Namorados, e meu peito transborda a urgência de falar sobre ela. Luciana, minha amada, minha companheira, minha esposa.
Ela não apenas entrou na minha vida; ela reconstruiu o meu mundo. Quando eu já não sabia mais o que esperar, Luciana me fez acreditar em um amor sincero, puro e absolutamente verdadeiro. Enfrentamos barreiras que pareciam intransponíveis, mas o nosso amor foi sempre mais forte que qualquer embate.
Houve dias em que o céu escureceu tanto que eu mesmo deixei de acreditar em mim. Mas ela não saiu do meu lado. Nos momentos mais difíceis, quando a vida me testou com duas cirurgias no coração, foi a mão dela que segurou a minha. Enquanto meu coração lutava para bater, o amor dela servia como o fôlego que me faltava. Ela me fez acreditar na cura, me ensinou a superar cada obstáculo e me deu forças para atravessar o vale do medo.
Hoje, as lágrimas que me vêm aos olhos não são mais de dor, mas de uma gratidão infinita. Eu sou outra pessoa porque ela escolheu estar ao meu lado. Olho para trás e vejo que cada cicatriz em meu peito carrega o carinho dela.
Luciana, obrigado por tudo o que você fez e por tudo o que continua fazendo. Você é a razão do meu sorriso e o motivo pelo qual meu coração — agora renovado — bate com tanta força e alegria. Eu te amo hoje, mais do que ontem, e muito menos do que amanhã.
Para vivermos em sociedade no século XXI, precisamos muitas vezes ser capazes de criticar as nossas próprias emoções e dizer não a elas.
Precisamos combater, cerradamente, na escola, no lar, na sociedade, este preconceito erróneo e funesto de que viver é gozar. Acima do prazer, está o código do dever; acima do gozo, está a dignidade da honra; acima das sensações de prazer, estão os imperativos de consciência recta; fora do hedonismo, estão o dever conjugal, o direito dos filhos, o interesse nacional. Lutemos contra mais este entorpecente social, que é o inimigo da família e da pátria.
Não viva com padrões, regras e privações impostas pela sociedade...
Viva de acordo com suas regras.
Viva de acordo com o seu padrão.
Viva de acordo com o seu QUERER.
Viva de acordo com sua VONTADE.
Apenas viva a sua vida, não tente seguir nenhum padrão, eles foram feitos para que você se sinta preso, então LIBERTE-SE.
Vivemos em uma sociedade que nos pressiona para sermos o que não somos. Mas, com o passar do tempo nos acostumamos a agir para buscar afirmação, independente daquilo que o nosso coração acusa constantemente: dor, angústia, tristeza...
Assusta-me o sentimento de não conseguir viver em sociedade, mas não tanto como deveria assustar a cada indivíduo da sociedade, o sentimento de não conseguir viver sozinho.
Não vivo para a sociedade, vivo para mim
pessoas não dormem, por querer ter um padrão que não podem torna-se escravos
Viver em sociedade.
Tenho sérias dúvidas para conviver em sociedade nos dias de hoje.
No Google você encontra mil e um conselhos.
Calma, educação e paciência ocupam sempre os primeiros lugares.
Levam em conta um padrão mínimo de comportamento, nível de educação e a obrigação de manter as aparências, custe o que custar.
Morar no mesmo prédio, frequentar o mesmo clube, estudar na mesma escola me parece padrão razoável.
Mas imagine você indo morar numa dessas favelas, ainda que de bairro chique, com paredes de lata, papelão e madeira, janelas que são simples aberturas com cortina de plástico, tendo como vizinha uma mulher com seis filhos menores que nunca frequentaram a escola e o marido na cadeia, preso por latrocínio, onde vai ficar por uns bons anos.
Ops!!! Fui longe demais e não era lá que eu queria chegar.
Há um ditado que diz que você tira o indivíduo da favela, mas não tira a favela do indivíduo.
Mas o que dizer do vizinho ao lado, profissional liberal famoso, um casal de filhos universitários, a mulher voluntária de três vezes por semana num dos maiores hospitais de São Paulo.
Vira e mexe esquecem tudo e partem para a agressão física e verbal e eu tenho que aguentar o barraco.
Se eu for reclamar é capaz de tomar uns tiros,como aconteceu recentemente em São Paulo.
Sugestões aqui mesmo ou para meu e-mail:
somefodo@nunguetomais.com.br
"Para se viver em sociedade não precisamos aceitar as ações uns dos outros, mas sim entender que somos diferentes e sobre um mesmo tema, sempre existirá mais de uma verdade, a sua e a do outro."
É demasiadamente estressante a peleja para se viver dentro dos modelos citados pela sociedade. Sinto-me verdadeiramente livre e feliz quando vivo nos moldes da minha simplicidade.
Vamos fugir um pouco desse modelo de vida que a sociedade nos impõe talvez!
Que tal, ter a oportunidade de realizar-se em todos sentidos, mesmo que sejam coisas fora do comum?
A ideia é se sentir feliz com as coisas simples da vida. Só isso!
Mesmo que aparentemente, seja uma atitude idiota aos olhos do mundo.
O ser humano não foi construído para viver em sociedade. Ele foi feito para ser solitário. É egoísta demais e orgulhoso em demasia para dividir seus tesouros com outras pessoas, por um tempo muito prolongado.
