Viver em Sociedade

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Mudar de vida é viver tudo aquilo que no fundo o sentimento sente vontade de viver na vida; o resto é só você tentando enganar sua própria mente por medo de mudar.

Quando você diz a si mesmo "não aguento mais viver", na verdade, não é a vida em si que você não suporta. O que você não aguenta é o modo como está vivendo, as circunstâncias, os valores, as ideias, os pensamentos, as pessoas ou os lugares que o cercam. O segredo está em mudar aquilo que o incomoda. Mude sua vida, revise seus valores, transforme suas ideias, renove seus pensamentos, escolha novas pessoas para estar ao seu lado, explore outros lugares. A mudança é o caminho para se reconectar com a vontade de viver.

Se a vida que você escolheu viver é um problema para alguém, esse alguém está com problema na própria vida.

Quando o conforto te prende de viver, não é conforto, é desconforto.

Estar vivo é uma dádiva; viver é um privilégio.

Quando trabalhar e viver for a mesma coisa, você estará fazendo o que ama.

Essa é a diferença:
Viver fazendo o que ama: Trabalho;
Trabalhando no que não gosta para sobreviver: Escravidão.

Penso com o coração, pois a razão foi programada a viver uma ilusão.

A morte me incentiva a viver.

Antidepressivo não vai curar a vontade que você tem de viver, aquilo que sua alma e seus sentimentos pedem à sua mente.


Para isso, é necessário ir além daquilo que se impõe externamente e se desprender das correntes mentais que foram implantadas, muitas vezes sem que você perceba, no seu inconsciente. Essas correntes, muitas vezes invisíveis, limitam sua capacidade de ser e viver de forma verdadeira. A cura começa quando você toma consciência dessas influências e se livra delas, ouvindo a verdadeira voz que vem de dentro de si mesmo — a voz do seu sentimento, da sua alma, do seu coração.


Viver de acordo com o que se sente, sem se importar com o julgamento alheio, é um ato de coragem. Muitas vezes, seguimos padrões e expectativas que não são nossos, apenas porque temos medo do que os outros vão pensar ou porque achamos que nossas vontades são "impossíveis" ou "loucas". Mas a verdade é que, para viver com sentido e verdade, é preciso se permitir fazer o que sente vontade, independentemente de como isso será visto pelos outros.


Esse caminho de autonomia pode ser difícil, porque exige que você se conheça de verdade e tenha coragem para seguir seu próprio caminho, mesmo quando ele foge da norma. No entanto, é quando você se permite viver de acordo com o que realmente sente, sem amarras externas, que começa a encontrar a verdadeira paz e satisfação.

Ansiedade é apenas um aviso; aviso para não pensar no amanhã; aviso para pensar e viver o agora.

Não existe liberdade enquanto o ser humano precisar de necessidades básicas para viver.
Pode até se sentir livre, mas não será livre de fato.


Liberdade é existir sem precisar de nada. Ninguém é livre.

Viver é dar de si para o outro e receber do outro para si; é compartilhar e receber, como o ar que inspiramos e expiramos.

O medo das consequências de viver o que quer obriga as pessoas a viver presas no que não quer, por medo.

O que eu quero viver não é o que minha família quer que eu viva, não é o que meus amigos querem que eu viva, não é o que a sociedade quer que eu viva; o que eu quero viver, somente eu quero, somente eu vivo.

Ego, em latim, significa "eu".


Não há como viver sem o ego, pois o ego sou eu.


O ego que não aceito em mim é o "eu" que me recuso ser.

Nada impede de viver o que sente vontade, apenas o medo de arriscar viver o que sente vontade.

Viver é realizar as vontades do próprio sentimento, sem medo de arriscar.

Não reprima o desejo de fazer ou viver aquilo que, no fundo, você sente vontade, seja algo considerado bom ou ruim. Esses desejos não surgem por acaso, eles fazem parte de você, das suas necessidades, da sua essência.

Ignorar ou tentar controlar essas vontades não faz com que desapareçam; ao contrário, elas continuam presentes, voltando de diferentes formas, às vezes mais intensas. É importante atender a essas vontades porque somente quando você as vive elas são realmente resolvidas. Ignorá-las não elimina nada, apenas cria um acúmulo de insatisfação, de frustração, que com o tempo se transforma em arrependimento.


E o arrependimento se torna muito difícil de suportar quando a vida se aproxima do fim e você percebe quantas oportunidades deixou passar, quantas experiências deixou de viver, apenas por medo, dúvidas ou por tentar agradar os outros. Os desejos são sinais claros do que você precisa ou quer viver, parte do seu aprendizado e do seu crescimento pessoal. Viver o que sentimos vontade nos permite, no futuro, olhar para trás com tranquilidade, sem se arrepender de não ter tentado.


Portanto, não se prive de viver o que existe dentro de você. Permita-se experimentar, sentir, errar, aprender e crescer. É melhor enfrentar as consequências de seguir suas vontades do que conviver com o arrependimento de nunca ter tentado. Cada desejo atendido é um passo para ter uma vida com experiências que você realmente viveu e sentiu.

Sentimento é liberdade. É viver sem amarras, seguir o que seu coração deseja, sem medo, sem questionamentos, sem precisar de uma justificativa para ser ou fazer algo. Sentir é estar aberto ao momento, ao que surge dentro de você, sem a necessidade de controlar ou entender tudo o tempo inteiro.


Já a razão é segurança. Ela busca o conforto, a estabilidade, e muitas vezes o controle. A razão tem medo do desconhecido, ela precisa de explicações, de um "porquê" para cada coisa, e quer sempre encontrar uma razão lógica para viver. Ela se baseia em estruturas e em previsibilidade, tentando proteger do que é incerto.


A razão controla, organiza e planeja, enquanto o sentimento é espontâneo, flui sem restrições, leva você a lugares e experiências que a mente racional não consegue planejar. O equilíbrio entre esses dois aspectos é o que torna a vida rica, mas é o sentimento que nos conecta ao nosso verdadeiro ser, ao que realmente importa no fundo.