Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
Se a tua inveja fará ou não a minha fama pouco me importo.
Mas, lembre-se:
Ela poderá matar a tua alma.
Subdesenvolvimento não se improvisa, é obra de séculos.
Parar. Parar não paro.
Esquecer. Esquecer não esqueço.
Se caráter custa caro
pago o preço.
Pago embora seja raro.
Mas homem não tem avesso
e o peso da pedra eu comparo
à força do arremesso.
Um rio, só se for claro.
Correr sim, mas sem tropeço.
Mas se tropeçar não paro
não paro nem mereço.
E que ninguém me dê amparo
nem me pergunte se padeço.
Não sou nem serei avaro
se caráter custa caro
pago o preço.
Sol e lua se buscam
se procuram,
sol e lua sabem não poder
não ser.
lua e sol
mundos distantes
diferentes,
lados opostos
contrários.
Sol e lua
amanhecem, adormecem
sem se ter.
A vida passa rápido demais; e se você não parar de vez em quando para vive-la, acaba perdendo seu tempo
Desigualdade (Indiferença Social)
Você está feliz, é bem verdade,
Não tem culpa de tantas tristezas,
E males da humanidade,
Mas você é parte deste mundo,
Que batalha por igualdade.
Você está feliz, vive a sorrir e a sonhar,
Eu vejo embora não me vejas,
Talvez você sinta medo,
Até de tocar-me as feridas,
Mas saiba que a maior ferida que carrego,
Está no mais profundo de minha alma,
E ela você não consegue ver.
Porém seria bom você se lembrar,
Que do mesmo ar que você respira,
Também eu vivo a respirar.
O céu te parece lindo?
A mim também parece belo,
Mas debaixo de todo este céu,
Ninguém se importa pra onde estou indo,
Se estou chorando ou se estou sorrindo.
Por pensar demais, eu preferi não pensar demais dessa vez...
Recebi uma mensagem dizendo: “Nós não damos certo juntas…” E minhas borboletas do estômago queriam ser libertadas pela minha boca, mas logo em seguida chegou outra: “… E muito menos separadas. Volta?”. Alguém que consegue me partir em vários pedaços e me juntar em questão de segundos é um perigo. Engoli as borboletas de novo. Desculpa amor, dessa vez não voltaremos.
O amor não morre, mas a vontade de amar perece. Se enforca com a corda da indiferença do outro. Armadilha covarde.
"Quando eu me assumi louca, percebi que não existe outra possibilidade. Não existe pessoa normal. A vida ficou mais agradável. Desisti de procurar qualquer normalidade, qualquer fórmula. Eu tenho uma mentalidade e um universo muito próprio, muito pessoal."
