Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
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Um Caminho para o Coração
Mesmo um coração deve ter um caminho que leve até ele.
Se houver um caminho, esse caminho deve, claramente, ter um ponto de partida.
Se há um lugar onde as emoções começam, então, claramente, deve haver um lugar onde elas se encontram.
No lugar onde nosso coração se encontra, será possível começar um novo caminho?
Mas o que eu tenho mais medo não é que nossos caminhos sejam diferentes, ou que nossos caminhos nunca se encontrem, mas que para o seu coração não haja caminho algum.
Talvez não haja caminho para o seu coração, afinal de contas.
Mas por enquanto, não posso fazer nada a respeito.
Mesmo não sabendo o caminho para o coração dele, ele sabe o caminho para ir fazer kimchi.
E acabou roubando o meu coração.
Por ora, isso basta.
Mesmo sendo o mesmo mar que vi antes, hoje ele é novo para mim.
Mesmo as coisas que eu conheço, mesmo as coisas que eu já fiz, num dado momento, com certa pessoa, é a primeira vez.
(...)
O que acontecer depois desse momento, não é culpa de ninguém, as coisas só acontecem assim.
Do mesmo jeito que algumas ondas se desfazem e outras quebram.
Acontece.
Por isso, você não deveria se preocupar tanto.
Só porque você viveu ontem, não significa que saiba tudo sobre hoje.
Alguns veem montanhas e as encaram como pequenas pedras e as ultrapassam, já outros veem pedras e encaram como montanhas e se acovardam.
ANO NOVO
(Selda Kalil)
(Edson Nelson Soares Botelho)
Nasce mais um ano de esperanças
O mundo e o homem em comunhão
Almejando novos horizontes de vida
Caminhando em busca da felicidade
O ontem será um passado sem volta
Guardados em páginas da vida
Ostentado por lembranças boas e ruins
Vivenciado nas pelejas ás vezes sofridas.
Lembrar somente o que faz bem a alma
Esquecer aquilo que não foi bem-vindo
Continuar a vida porque ela nos necessita ainda
Somos o produto procurando a união perfeita
Vivemos nosso dia a dia em busca de algo que nos complete
Acreditando que na vida eterna seremos perfeitos
APRENDIZADO.´.
(Ellen Ketlen)
(Edson Nelson Soares Botelho)
Afirmar o bem negar o mal
Afirmar a verdade negar o erro
Afirmar a realidade negar a ilusão
O uso construtivo da palavra em benefício próprio
Quando a vaidade nos procura
Quando o orgulho nos humilha
Quando a ignorância nos acusa
Quando a crítica nos fere
O silêncio na gentileza do perdão
Esperar o tempo para construir a paz
Arquiteto, Mestres e Pedreiros
Nos três pilares da construção
Na paciência, no tempo e no perdão
Construímos o nosso caminho de luz
O andarilho
Vaga a esmo, mesmo sem ter onde e por que restam lhe as pernas e a consciencia para seguir
Somos todos andarilhos a vagar num imenso deserto cheio de pessoas.
Seguimos a esmo. Mesmo cercado por pessoas, estamos sós e nao vemos ninguem.
Para entao no final chegarmos à conclusao de que tudo aquilo o que mesmo importa é transitorio e fatalmente acaba.
Como lagrimas em um deserto. Como lagrimas na chuva
Depois de séculos de paz e prosperidade, uma força desconhecida quer destruir tudo aquilo que nós criamos.
:...Sei que a realidade deve ser encarada, mais é dura e ferre, pessoas mentem e machucam, mais somos fortes e quando descobrimos quem as pessoas realmente são, descobrimos que foi mais um livramento que Deus tirou de nosso caminho...:
quando aquela noite caiu, até mesmo o céu chorou. Uma estrela riscou as constelações como se procurasse uma resposta. "faz um pedido".
Espero que ache a resposta. Espero que me encontre no meio do silencio de mil anos luz. E quando me encontrar eu estarei te esperando, assim como nuvens esperam o inevitável momento de chuvas.
Quando aquela lagrima cair, serei a chuva a reduzir-lhe o choro e a confundir a dor.
Sem dar aviso
Às vezes as coisas começam
Sem dar aviso
Sem ruído
Sem cheiro
Sem a menor pretensão
E é nas lembranças
Sem motivo aparente
É no sentir a falta
É no aroma inesquecível
E quando nos damos conta
Já nos agarrou pelos pés e mãos
E entrou em nosso coração.
"Precisamos ser no evangelho tão práticos como somos didáticos, pois só assim vamos alcançar os perdidos".
CARTA PRA SINHAZINHA NININHA
Óia, sinhazinha Nininha! Ocê chegô toda ofericida
Parecênu saquinhu di dôci di São Cosmi e São Damião
Veiu logu si joganu, prus braçu du CaipirInha
Inté me assustô na hora que tava rezânu pra Nossa Sinhora Aparicida
Vois micê toda prendada, cheinha das qualidadi
Intão tenhu qui adimití que mi atiçô as curiosidadi
Já juntei cuns otro currículu qui mi chegô di madrugada
É qui iscrivi nos crassificadu dus jorná lá da cidadi
Que tava precuranu namorada
Intão vô ti mostrá, pra modi ocê mió mi cunhecê
Góstiu di uma boa pinga, pra modi nas tardi pruseá
Puxânu us fole da sanfona ou chorânu as viola
Pra modi a tardi passá, se apreparanu pro jantá
Mais num passa de duas talagada, to jurânu pra sinhá
Intão já tô sabênu, que vâmu formá um belu par
Vâmu levantá puêra, dançanu inté o dia raiá
Mais num si apreocurpe, com o forró Mees
Foi farta di comunicação, o Nérso mi alembrô
Quano hoji mi incontrô
Intão não se apreocurpe cuns tacho da sinhá Martha
Se brigá ou criá confusão, comi diz sê qui neim leôa
Ocê tome cuidadu cum a delegada Genaura
Ela podi ti inquadrá i trancá ocê na jaula
Ocê é donzela prendada. Tá prontinha pra casá
Intendi de tudu que precisu, pra modi nois se ajuntá
Ocê, num pricisa se apreocurpá
U Caipirinha num é homi di chifri nas minina colocá
I pulá as serca, só quanu corta caminhu pros boi fujão pegá
Intão, sinhazinha Nininha!
Num têim nessi mundo mió muié pra modi casá
Tô agora si adeclarânu, cum ocê queru namorá
Ocê, já tá prontinha pra iêu conquistá
Intão vamô tentá si aproximá
Si conhecê mió!
Tô isperânu intão, carta di ocê
E intão nois aus poco si intendê
Um beju respeitosu nas faci di vois micê!
Inté, intão!
COMU É BÃO TÊ UM AMÔ!
Sinhazinha ocê num sabi cumu foi bão
Lê ocê sonhandu cum iêu
Queru ti confessá intão
U tamanhu das minha emoção
Coitadu du seu Santu Antoinhu
Faiz tempu qui istava di cabeça pra baxo
Agora inté si mi agradiceu
Dissi que vai dá tudu certo
U casamentu di ocê mais iêu
Seus sonhu cum nossa união
Tambeim a iêu si mostrô
Que nossa união seja prena
Di muita paciença, paiz e amô
Ocê, sinha! Vai sê a muié mais filiz da roça
As otra vão ficá tudo cum inveja
Di sabê que ocê conqustô u coração
Du mais cobiçadu homi da região
Num si apreocurpe cuns infeiti
Di tamanha dicraração
Ocê simplesmenti
Já é dona du meu coração
Das fulô mais bunita
Que Deus pois nu jardim
Tirou di lá i colocô
Bem juntinhu di mim
É ocê, muié das mais cherosa
Só num possu dizê qui é gostosa
Só dispois di si casá
Vô tirá essa prova
Voismicê vai sê a rainha
Aqui du meu roçado
Inté as ladainha
Vai falá da sinhazinha
Prometu intão, meus incantu
Cuidá di ocê com muitu dengu
Fazê ocê a mais filiz
Di tudu quantu é cantu
Inté, intão minha doci paxão
Muié qui Deus mi presentiô
Quero ocê com toda emoção
Guardada sempri nu meu coração
Joca Caipirinha
Seu amô du sertão.
PêÉssi:
Mum possu dizê qui sô fazendêro ricu
Mais tenho terra que somi nas vista
Meus gadu, minha prantação
São tudu meu ganha pão
Tenhu uma viola qui faço chorá
Pra modi cantá pra ocê, sinhá
Uma sanfona pru fole puxá
I nossa vida alegrá
Tenhu u sangui doci
Mais tá tudo dentru dus contròli
Num si preocurpe cum issu
Galu bão, quando perdi as ispora
Si adefendi cuns bicu
Amarelo
Amarelo.
Amar é um elo
eloquente.
De dentro da alma,
do afago da gente.
Amarelo.
Amar é um elo
quente.
De dentro do afago,
da alma da gente.
Amarelo.
Amar é um elo
dentro da gente.
Do afago da alma,
de elo quente.
Amarelo.
Amar é um elo
da gente.
De alma a dentro,
afago quente.
Nesta Primavera que virá... também se achegará um violino lindo,
ou quem sabe um cavaquinho, uma canção de anjos, banjos, um amanhecer de rosas, margaridas, flores do campo, a paz, o amor o desejo de amar, e a felicidade de saber que tudo é vida!
FAMÍLIA E VIDA
"Família é o ponto de encontro,
Que a vida, em si, nos oferta,
Para a conta viva e certa
Do que se tem a fazer;
Às vezes, indica empresas
De amor, renúncia e talento,
De outras, é o pagamento
De débitos a vencer.
No lar, ressurgem afetos,
Dedicações incontidas,
Riquezas em luz de outras vidas
No tempo, a se recompor;
Mas também, dentro de casa,
É que o ódio de outras eras,
Abre feridas austeras,
Reconduzindo ao amor.
Vemos pais largando os filhos
Com desprezo e indiferença,
E os filhos em turba imensa
Combatendo os próprios pais,
Parentes contra parentes,
Lembrando aversões em brasa,
Unidos na mesma casa
Sob direitos iguais.
Se sofrimento em família
É o quadro em que te renovas,
Tolera farpas e provas,
Aceitando-as, tais quais são!...
Não fujas!...Suporta e avança!...
Seja tolerância, aonde vás,
Segurança pede paz
E a paz é luz do perdão."
Tem amigo que a gente lembra
do quanto conseguíamos ser radicais:
apostando corridas perigosíssimas
de velotrol em nossos quintais.
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