Me pedem para ser forte.
Mas até o ferro com toda
Sua força, com pequenas
Gotículas de tristeza que caem
Do céu acaba-se enfraquecendo
E enferrujando, quem dirá eu.
Os seus olhos, olhos tão preciosos quanto rubis e esmeraldas, me tiraram o fôlego, me roubaram a alma. Olhos esses ora âmbar, ora negros, olhos tão frios e penetrantes quanto aconchegantes e meigos. Olhar penetrante, que roubou meu coração como o saqueador rouba o viajante, que me faz sentir a brisa de um belo pasto verdejante, com margaridas por ele todo, será que eu sou apenas mais um tolo, um bobo? Será que estou me apaixonando de novo?