Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
Nenhuma geração deveria exercer sua liberdade de modo a confiscar a liberdade das que ainda não podem responder.
A justiça ambiental não pergunta apenas quem causou o dano; pergunta quem tem capacidade, dever e oportunidade de evitá-lo.
A história julgará nossas leis não pelo tamanho dos códigos, mas pelo tamanho do mundo que elas conseguiram preservar.
O perigo da inteligência artificial não está em ela pensar como o homem, mas em o homem deixar de pensar por causa dela.
A máquina não precisa de consciência para exercer poder; por isso o Direito precisa de consciência para limitá-la.
O maior risco da inteligência artificial talvez não seja uma máquina sem humanidade, mas uma humanidade sem responsabilidade.
A maior conquista jurídica da inteligência artificial será não permitir que a inteligência substitua a liberdade.
O Direito não deve temer máquinas inteligentes; deve temer homens que as utilizem sem limites inteligentes.
O verdadeiro teste da inteligência artificial não será saber se ela pode pensar, mas se saberemos continuar pensando diante dela.
O Direito não deve ensinar a máquina a ser humana; deve ensinar o humano a permanecer humano diante da máquina.
A última fronteira da inteligência artificial não é tecnológica; é jurídica: decidir até onde ela pode ir.
A liberdade digital será incompleta enquanto o indivíduo puder escolher o que dizer, mas não puder escolher quanto de si deseja entregar.
A solidão do século XXI não é a ausência de pessoas; é a ausência de pertencimento em meio à abundância de presenças.
