Viver e Nao se Preocupar com o Futuro
O que o Estado não prova que buscou, o cidadão não prova que existe: eis o círculo do ônus de existência.
A retroalimentação faz da cascata um circuito, e não uma linha de montagem; seu destino natural é o equilíbrio de baixa informação.
Abrir um acervo não é atestar o que ele contém; não abri-lo não é negar. A cascata vive da confusão entre as duas coisas.
Diante da seletividade em cascata, o Estado não deve dizer o que é crível; deve garantir as condições para que se possa julgar.
O direito não regula a reputação, mas pode impedir que ela entre disfarçada nos atos da administração.
“Há pessoas que, mesmo quando já não podemos tocá-las, continuam nos tocando. Talvez seja essa a forma mais delicada de permanecer.”
— Os`Cálmi
05 · INCLUSÃO
“Uma sociedade evoluída não é aquela em que apenas os fortes conseguem vencer. É aquela em que ninguém precisa ser excluído para que outra pessoa tenha a oportunidade de crescer.
“Existem dores que não arrancam lágrimas, mas enterram versões de nós que jamais voltarão a existir.”
“A irresponsabilidade afetiva é a covardia de quem desperta sentimentos que não pretende cuidar, cria promessas que não pretende cumprir e abandona destroços emocionais como se nunca tivesse participado do naufrágio.”
Neste novo contexto comunicacional das TDIC, o extensionista rural não é mais a principal fonte de informação sobre tecnologias para os seus sistemas produtivos.
(Zuin; Redin, 2026, p. 16)
Seu patrão não vota por você.
Seu político não paga suas contas.
É você quem sente as consequências!
Nenhuma tecnologia, seja autônoma ou não, em sua completude, será capaz de atuar sem a intervenção do trabalho do extensionista no campo.
(Zuin; Redin, 2026, p. 69)
Nas relações vivenciadas no ambiente digital, não há uma reinvenção dos métodos de extensão rural, mas há uma nova amplitude de possibilidades comunicacionais entre os pesquisadores, extensionistas rurais e agricultores.
(Zuin; Redin, 2026, p. 62)
As metodologias tradicionais de extensão rural ganham novas possibilidades, não sendo substituídas, e sim continuadas no novo ambiente comunicacional digital.
(Zuin; Redin, 2026, p. 63)
Não há eliminação da estratégia extensionista, mas uma intensificação das ações e diálogos para dar continuidade aos eventos presenciais.
(Zuin; Redin, 2026, p. 67)
Não há Ater Digital que não esteja conectada com as vivências das famílias e dos extensionistas [...].
(Zuin; Redin, 2026, p. 121)
O grande desafio, portanto, não está apenas em oferecer novos conteúdos, mas uma abertura docente para compreender que a extensão rural contemporânea mudou e não é mais a mesma do passado.
(Zuin; Redin, 2026, p. 116)
