Viver e Nao se Preocupar com o Futuro

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⁠Cuide primeiro de você. As pessoas merecem isso. E quando o abandonarem não ficarás órfão.

⁠•Galho Seco•




Não corro atrás da folha que o vento levou.
Não me contento com o que o chão já pisou.
O que resta no galho é alto demais.


Desisto da árvore.
Fico comigo.

‼️ "Quando o maluco não é da tua família, a dança dele te faz rir, o barulho da ambulância só te irrita quando nenhum dos teus familiares está lá dentro.


O cadáver só te dá medo quando não é de um dos teus parentes, a comida do funeral só tem bom gosto... Até o dia em que é preparada no teu próprio quintal, Só faltas respeito ao professor por ele não ser teu Pai.


Os conselhos dos teus pais só são desagradáveis enquanto eles ainda estão vivos, Só quando o idoso não é um dos teus progenitores que te assusta e tu o chamas de feiticeiro, A vigília fúnebre é considerada uma festa até que seja a de alguém muito próximo a ti.


Não faça mal a ninguém; Não deseje mal; Nunca inveje; Não suje a reputação de ninguém; Não julgue; Não condene; Não zombe...


Na minha profissão, tive a graça de fazer múmia em vários corpos. Homens e mulheres, adultos e crianças, essa experiência de enrolar corpos de seres humanos sem vida e colocar na gaveta completamente fria me ensinou a valorizar a vida e a perdoar!


Não perdemos nada fazendo o bem
Deus em Cristo te abençoe!

Não sei amar.
Não beijar.
Não sei gostar.
Não sei. Não sei
Não sei. Não sei
Não sei. Não sei
Não sei. Não sei














mas eu sei que te quero

Não deixe para fazer as coisas de última hora e na pressão, o tempo passa rápido.

⁠"Não acredito em tentações, porque onde está o meu amor está a minha lealdade"

⁠"Não importa se sua história foi triste ou não.
Escreva o seu próximo capítulo e use as vibrações negativas do passado como combustível para seguir até onde você merece.”

Eles vão ultrapassar seus direitos se você não se mostrar consciente deles.

COMO ÁGUA IMPETUOSA.


A água não teme fronteiras, ultrapassa limites e rompe barreiras.
Em seu mover impetuoso, arrasta tudo pela frente, mas cumpre seu propósito glorioso.


Teu Espírito, ó Senhor, como água impetuosa, o meu ser inundou.
Já não vivo mais eu, sou completamente Teu; Teu favor me alcançou.


Diante do Teu altar, vem minha alma saciar-se desta água cristalina,
que jorra do Teu trono, impetuosa e contínua.


Teu Espírito, ó Senhor, como água impetuosa, o meu ser inundou.
Já não vivo mais eu, sou completamente Teu; Teu favor me alcançou.
Cícero Marcos

E quando nos encontrarmos novamente, já distanciados pelas desilusões da vida, não veremos mais o futuro em conjunto; os nossos filhos estarão perdidos no horizonte ao qual apontavámos felicidade, unidade, amor... seremos faces de moedas diferentes, histórias contadas em livros distintos... seremos, então, estranhos mais uma vez.

EM ALTA DEFINIÇÃO.


Narciso voltou.


Não das águas turvas do mito antigo,
mas do brilho polido das vitrines digitais.
Renasceu, qual fênix perfumada,
das cinzas do próprio reflexo,
com legenda estratégica e luz lateral.


Já não precisa inclinar-se sobre o lago.
O lago agora o segue, portátil e obediente,
no bolso da vaidade.
Multiplicou-se em telas,
em ângulos estudados,
em versões de si mesmo,
sempre a melhor, por certo.


Como dizia aquele,
“é preciso ter caos dentro de si
para dar à luz uma estrela dançante”.
Narciso levou ao pé da letra:
fez do próprio caos um espetáculo
e da estrela… um holofote.


E recorda, comovido, o outro:
“O poeta é um fingidor.”
Ah, mas Narciso superou o mestre:
finge tão completamente
que chega a crer na própria encenação.
Sua dor é estética.
Sua alegria tem enquadramento.
Seu abismo tem alta resolução.


Outrora morreu por não suportar
a distância entre si e a imagem.
Hoje morre aos poucos
se a imagem não recebe o aplauso.
Antes, o lago era silêncio.
Agora, o silêncio é algoritmo ingrato.


Pergunta-se, entre um elogio e outro:
o que pode detê-lo?


Talvez o olhar que não o reflita,
mas o confronte.
Talvez o amor,
essa imprudência que exige entrega
e não performance.


Ou, quem sabe, como sussurraria mais um:
“o inferno são os outros”,
mas apenas quando não o admiram.


Até lá, Narciso reina.
Imperador do próprio contorno,
devoto da própria imagem.
E aplaude-se com fervor,


sem perceber
que nenhum espelho,
por mais fiel que seja,
é capaz de abraçar.

Você não pode controlar a vida, mas pode aprender a fluir com ela.

Gemini não sabe poesia. Que tristeza!

Não forço conexão onde não existe sintonia.

Os seres humanos, quando intransigentes em seus pontos de vista, não aceitam aqueles outros que lhes são contrários.

África Não Se Morre


Em África, não se morre.


Não porque os corpos não tombem. Não porque os cemitérios estejam vazios. Mas porque nunca aceitamos a morte como um fim natural — aceitamos apenas como erro, injustiça ou conspiração.
Entre nós, ninguém morre simplesmente.
Se a doença vence, houve feitiço.
Se o acidente acontece, houve inveja.
Se a idade chega, houve abandono.
Se o coração para durante o sono, houve mistério.
Em África, a morte nunca é destino — é sempre julgamento.
Recusamo-nos a aceitar que a vida tem prazo. Precisamos de culpados porque admitir o destino seria reconhecer a nossa impotência diante do inevitável. Preferimos acusar o vizinho, o médico, o parente, o sistema, o invisível… qualquer coisa, menos o facto de que nascer já é começar a morrer.
Mas e se a morte não for tragédia?
E se for apenas cumprimento?
Acredito que cada existência já carrega consigo o seu ponto final. O dia, a hora, o lugar — traçados num mapa invisível. Pode-se fugir de um país, mudar de continente, esconder-se na tecnologia ou na medicina mais avançada. Se o destino escreveu Moçambique, será Moçambique. Se escreveu doença, será doença. Se escreveu silêncio durante o sono, será silêncio.
A morte não consulta opinião.
Ela não debate cultura.
Ela não negocia crenças.
Talvez o verdadeiro drama não seja morrer, mas aceitar que não temos controlo absoluto sobre o fim. E essa é a ferida do ser humano: queremos ser eternos num corpo que nasceu com data de validade.


Chamamos de feitiço o que não compreendemos.
Chamamos de injustiça o que não controlamos.
Chamamos de culpa aquilo que é condição humana.


Em África, não se morre — porque não permitimos que a morte seja apenas morte. Transformamo-la em tribunal, em mistério, em acusação.


Mas a verdade permanece nua: nascemos e morreremos. E talvez a sabedoria não esteja em procurar culpados, mas em viver com consciência de que cada respiração é provisória.


A morte é um ladrão, sim — mas não porque rouba.
É porque nos lembra que nunca fomos donos de nada.

Gente de luz não compete, ilumina.

"Se vc não fizer nada
Nada é igual à nada
Isso é um calculo simples
É um resultado simples
Aonde a prova real é vc não vê nada acontecer
Nada se move pra muito antes de um zero"

"Não é só comportamento eu me relacionei
Pique jogador caro buscando meu espaço"

Sempre tranquilo e calmo, tia,
só a mente que não para; já que em mente vazia o diabo faz cambalhotas.