Viver com Intensidade e com Amigos
E se você não estiver nesse futuro pelo qual tanto se cobra e, em nome dele, se impede de viver o agora?
Talvez o amanhã tenha se tornado um credor impiedoso, cobrando juros altos demais sobre uma vida que só pode ser paga no presente.
Promete-se sentido depois, descanso depois, felicidade depois — e, enquanto isso, o hoje vai sendo adiado, silenciado, desperdiçado…
Vivemos como se a existência fosse um rascunho, um ensaio para um tempo que talvez nunca chegue.
Ora, negligenciamos tanto o percurso que alcançamos nossos objetivos, mas perdemos a empolgação por fragilizar-nos demais.
E quase sempre guardamos abraços, adiamos risos, engavetamos sonhos, tudo para honrar um futuro que não garante presença nem permanência.
Mas se — ao final — descobrirmos que ele nunca nos incluiu nos seus planos?
O agora não é um obstáculo a ser superado, mas o único território onde a vida de fato acontece.
Negá-lo é trocar o certo pelo hipotético, o palpável pela promessa.
Não se trata de abandonar o amanhã, de deixar de sonhar, mas de lembrar que nenhum futuro vale o preço de um presente não vivido.
Talvez a verdadeira imprudência não seja viver intensamente o hoje, mas hipotecar a própria vida em nome de um amanhã que pode jamais nos chamar pelo nome.
O melhor dia para viver é hoje, às vezes o amanhã tem a estranha mania de ser tarde demais.
Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras, a sua liberdade termina onde a minha paz começa.
A Limitação Cognitiva e a Ditadura do Volume
Talvez esperar bom gosto de quem não tem bom senso seja mais um distúrbio: pura limitação cognitiva.
Porque não se trata apenas de preferência musical, mas da incapacidade de compreender que o mundo não é uma extensão do próprio quarto ou da sala, nem um palco particular onde todos são obrigados a assistir ao mesmo espetáculo.
Não dá para esperar um bom repertório escolhido por puro capricho, antes de tudo, para invadir.
O som que atravessa muros, janelas e a paciência alheia deixa de ser expressão cultural para se tornar imposição.
E toda imposição é, em essência, uma forma preguiçosa de poder: a de quem não argumenta, não dialoga, apenas aumenta o volume.
É verdade que o bom gosto é muito subjetivo.
O que agrada a uns pode ser insuportável a outros.
Mas o desrespeito ao bem-estar alheio não é questão de opinião; é um problema concreto de convivência, de civilidade mínima, de noção básica de que o outro existe e importa.
Confundir liberdade com licença para incomodar é um erro muito comum — e perigosamente aceito.
Mas qualquer imbecil funcional deveria ao menos perceber que, num mundo com mais de oito bilhões de pessoas, é impossível escolher vizinhos por afinidade musical ou paixão por ruídos.
Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras.
Exige entender que o direito de fazer barulho termina exatamente onde começa o direito do outro de ter paz.
No fim, o problema não é o volume do som, o estilo musical ou a caixa potente…
É a ausência de empatia caprichosamente amplificada.
E quando o bom senso é desligado, não há playlist que salve a convivência.
Que Deus nos livre dos que confundem alegria com euforia e liberdade com licença para nos incomodar.
Viver é na verdade a maior de todas as ARTES...Nos palcos da vida todos nós somos atores, vivemos interpretando diariamente vários personagens.Portanto viver é um teatro e o mundo o maior de todos os palcos.
Chega um momento que tudo que queremos e esperamos é morrer em paz, isso acontece quando viver em paz já não é possível.
Se viver escolhendo sempre o maior e o melhor. Estará sempre nessa roda gigante onde tudo desagrada. Procure explorar, mais internamente e ai se encontrará. E tudo se ajustará perfeitamente na sua vida. Não busque o maior e melhor e sim aquilo que se encaixa
Quando você diz a si mesmo "não aguento mais viver", na verdade, não é a vida em si que você não suporta. O que você não aguenta é o modo como está vivendo, as circunstâncias, os valores, as ideias, os pensamentos, as pessoas ou os lugares que o cercam. O segredo está em mudar aquilo que o incomoda. Mude sua vida, revise seus valores, transforme suas ideias, renove seus pensamentos, escolha novas pessoas para estar ao seu lado, explore outros lugares. A mudança é o caminho para se reconectar com a vontade de viver.
Entregacionismo é viver sem fingir.
É abandonar padrões impostos, assumir quem se é e encarar a vida com verdade.
Uma filosofia de P. H. Amancio.
É preciso de segredos para viver.
É preciso saber viver para viver.
Eu vivi o que era para ser vivido...
Do livro: Mulheres célebres 3
A cada passo você pode escolher viver de uma nova maneira, construir uma nova história. Ainda que você acredite que está preso a velhas coisas, não está! Está é apenas sua mente te mantendo dentro dos limites conhecidos para alimentar velhos padrões. Mudar é um ato de revolução interna, é perceber que você sempre teve dentro de si mesmo as chaves da liberdade e aprender a usa-las.
O mundo está se tornando um lugar cada vez mais difícil de se viver porque todos os dias inúmeros idiotas gostam de assistir partidas de futebol, enriquecer os cofres da igreja e defender políticos corruptos.
Amo aqueles que não sabem viver senão como declives, pois são eles que transcendem.
Amo os grandes desprezadores, porque eles são os grandes adoradores e flechas de saudade da outra margem.
Amo aqueles que não buscam primeiramente uma razão além das estrelas para descerem e se sacrificarem, mas se sacrificam pela terra, para que a terra do Super-Homem possa chegar no futuro.
Não Podemos fazer do medo nossa sentença de culpa do passado,
e deixar de Viver por decepções do Passado.
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