Vivemos

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⁠Agora vivemos um tempo que é melhor do presente ver o passado do que ver o futuro.

Vivemos esperando sermos elogiados, admirados ou retratados de forma positiva e é incrivelmente notável o crescimento dos livros, menções, vídeos ou simplesmente técnicas de autoajuda que denotam o real fracasso do século atual: mentes turbulentas e vazias mascaradas com sorrisos e feições admiradas em inúmeras selfies. Banal! Fomos por várias décadas corrompidos pela mídia e agora somos devastados pelas redes sociais. Sem percebermos movimentamos o maior mal do século: a depressão.
O problema passa a existir quando a todo instante mostramos ao mundo que queremos ser melhores, e este deveria ser um conceito extremamente perfeito e usual, todavia seu sentido amplo e ideal foi alterado quando a rede social passou a ser uma busca por ser melhor que o outro e nunca, jamais que eu mesmo. Ah! penso como temos dado lucro as mais diversas empresas que ganham com a nossa constante insegurança e insatisfação. Até que ponto precisaremos chegar para mudarmos e pararmos de alimentar essa cultura errônea?
Ironicamente o centro do problema encontra-se em cada um de nós e a raiz que precisa urgentemente ser cortada está profundamente fixa em nossas mentes. O que quero dizer? Simples! fomos tão afetados com a onda de um esteriótipo e vida perfeita que simplesmente deixamos de ser nós mesmos e, passamos a viver em busca de um corpo, trabalho ou jeito ideal para a sociedade, ou apenas para as curtidas e reconhecimentos, mas nem sempre para nós mesmos.
Nossas emoções muitas vezes são controladas, imperceptivelmente cada um de nós tem afetado a vida do próximo de alguma maneira e seria interessante passar a pensar quem tem sido e qual papel tem feito. Todos já fomos afetados de alguma forma e em algum aspecto por essa onda de negatividade e futilidade que têm nos rodeado e muitas vezes temos sidos fracos ao deixarmos nosso eu de lado para interagir de forma errônea com o meu próximo. Ah! somos tão tolos. Esquecemos a todo instante que o dono do mundo é o nosso Pai, e que só precisamos ser nós mesmos para conquistá-lo.
Quando deixarmos de lado as futilidades que nos rodeiam e começarmos a passar mais tempo com nós mesmos será fácil entender que seremos sempre vazios enquanto esperarmos do outro o que deve partir de dentro ou o tempo que perdermos esperando um reconhecimento que na verdade é subjetivo. Não espere perde-se para perceber sua grandeza. Jamais espere ser notado ou admirado acaso não tenha feito isso ao olhar sua imagem refletida no espelho. A realidade é que tem sim que buscar ser melhor todos os dias, incansavelmente, porém, apenas, melhor do que você mesmo.
Sabe de uma coisa? Você é muito mais do que as redes sociais mostram, permita-se viver a sua realidade incrível que por vezes é cheia de problemas, lágrimas, e até tragédias. Normal! está tudo bem, todos passamos por isso, mas só postamos os sorrisos mascarados. Se ame mais, e veja que na verdade não é o outro que tem a vida melhor, não foi você o culpado pelas coisas darem errado, o outro não deixou você de lado, partiu seu coração ou quem sabe não te amou da mesma forma... foi você que se perdeu do seu eu e deixou ser devastado pelo mal do século que só te trás insegurança e uma avaliação equivocada de quem você é.
Interiormente somos afetados muitas vezes sem reconhecer, contudo temos sido autossabotares, negativos e incrédulos com nós mesmos e é perceptível na sociedade que temos vivido que a autoestima passou a ser algo “buscado”, digamos assim, numa complexidade que se torna surreal quando você entende que só precisa permitir-se SER.
Thaís Macedo

⁠[...] vivemos esperando a hora em que todos os problemas serão resolvidos, as dores anestesiadas, os desejos satisfeitos e as inseguranças eliminadas. Nesse contexto, a felicidade pode se transformar em um produto de efeito imediato, como as substâncias e/ou comportamentos viciantes que prometem trazer os instantâneos, porém efêmeros. // Livro: Mentes Depressivas.

⁠Lamentável é o tempo no qual vivemos atualmente, onde vale mais ter um motivo de se gabar por ter a posse de um recurso de última geração do que sustentar uma boa relação.
Triste século, onde os produtos são mais valorizados do que as pessoas; as ambições tem mais valor do que as relações.
Decepcionante é saber que se tratando disso, o consumo é mais alto do que o consolo, que o ter é melhor do que o ser, que a compulsão é mais extasiante do que a emoção e o possuir é melhor do que o sentir, e assim, cada vez mais nos distanciamos de nossas verdades para satisfazer nossas falsas vontades, escondendo tudo aquilo que nos tornam humanos somente para sermos usados, já que o que consumimos também nos consomem.
E você? O que te consome?

⁠Feministas alegam falsamente que vivemos em uma sociedade patriarcal, mas a realidade é que estamos em uma sociedade ginocêntrica.

Todos esses objetos que o homem criou: servem para nos alienar; vivemos trabalhando para consumir cada dia mais, damos a desculpa que é sobrevivência, mas é mentira; é uma corrida maluca e gananciosa - aonde usamos o semelhante de escada para ter luxo, enquanto quem está em baixo vive uma vida sem cor nem sabor. É uma sociedade mascarada; sorrimos para aparentar que tudo está bem, mas oque tem por dentro: é sofrimento de uma vida que é roubada de nós. Aí vem o papel da ilusão, que serve para nos drogar - assim como toda substância criada pela indústria. Tudo é dinheiro! Seria até crueldade pedir para ninguém pensar nele. Enfim, vivemos de ilusão para não sofrer com a realidade!

⁠"Vivemos em uma sociedade que proclama haver virtude no êxito, indiferentes os meios pelos quais se obtenham os resultados, quanta ilusão, vaidade e ignomínia.

Precisamos por em questão que o verdadeiro mérito contido na essência de todas as coisas não se mede pelos fins, exceto pelos meios empregados.

Mantenha-se fiel à sua disposição para o porvir, sua entrega ao fazer e à sua resistência ao ceder, é o que basta, não para colher louros frívolos e fugazes, mas para cultivar em si a verdadeira virtude, relevante e perene, e pela qual vale a pena viver."

⁠Quando vivemos lembrando do passado, o futuro se torna uma incerteza.
Deixe seu passado de lado, e viva o seu presente, porque o seu maior presente...
É viver o futuro.

⁠"É um erro mais ou menos sincero acreditar que vivemos para os outros ou para alguma coisa. Isso é algo que não fazemos nunca, nem por um momento, nunca. E aquele que para o qual apelam esses promotores do sentimento de sacrifício da renúncia, do amor ao próximo - coisas tão nobres quanto imaginárias - Cristo, sabia muito bem disso. Não foi ele quem pronunciou esse mandamento considerado por ele, sem dúvida, como o ideal supremo, quase impossível de alcançar: "Ama teu próximo como a ti mesmo!"? Veja bem, ele não disse "mais do que a ti mesmo" mas "como a ti mesmo", "como te amas a ti mesmo"." ⁠

Vivemos cercados de abraços que apertam, mas não acolhem.

⁠porque vivemos se a vida é um suicídio?

Vivemos em tempos difíceis, onde
ferir virou like,
apoiar ficou raro,
e ajudar virou interesse.
Apegar-se somente a Deus
é o único caminho.


Mauricio Manoel

Senhores! Permitam-me alguns instantes da vossa preciosa atenção!


Vivemos tempos sombrios, de gravidade inquestionável! O tecido moral da humanidade — outrora sustentado por valores sólidos e transcendentes — encontra-se desintegrado. Caminhos ilusórios são travestidos de soluções; mentiras estruturadas são distribuídas como se fossem verdades absolutas; e o vazio existencial alarga-se como um abismo insaciável nas almas desorientadas!


A fé, outrora força motriz de civilizações inteiras, agoniza sob o peso da indiferença e da relativização ética.
O ser humano — esta entidade racional dotada de espírito — naufraga!
Naufraga, senhores, num oceano de desinformação, de idolatria do ego, e de distanciamento do Eterno.


É neste cenário, absolutamente caótico, que se ergue a Voz Inconfundível.
Não é voz de homem.
Não é voz de ideologia.
É a voz do próprio Logos, do Verbo encarnado, que proclama com autoridade irrevogável:


“Eu sou o caminho, a verdade e a vida.”


Não há ambiguidade teológica aqui. Ele não aponta: Ele é.
Não sugere alternativas: Ele se impõe como Absoluto.
Não oferece paliativos: Ele é a plenitude da existência.


Pergunto, com veemência:
Onde estás, ó alma humana, neste exato momento?
Em que vereda espiritual caminhas?
Qual a fonte da tua verdade?
De que essência se compõe a tua vida?


Jesus de Nazaré não é uma figura mitológica nem uma doutrina opcional.
É a manifestação objetiva do Divino no espaço-tempo.
É a ponte entre o perecível e o eterno.
É a resposta definitiva às angústias ontológicas da humanidade.


Sigamos, pois, sem hesitação, com racionalidade iluminada e fé inquebrantável.
Firmes, lúcidos e convictos.
Porque Cristo é — sem margem de dúvida — a única esperança legítima da humanidade!


Jesus é lindo.

No mundo que vivemos onde as pessoas são drogadas pelo físico e financeiro, julgar um livro pela capa ( aparência ) ou julgar um livro por uma página ( episódio ) é lei, por isso a moral, a ética e o caráter são pouco cultivados !

Perdemos o paraíso entre as horas
Vivemos de aparências ao fim do dia
Gastamos o tempo no pensamento
Falamos da parte do lamento
Andamos sobre o chão
Reclamamos do vão
Digo-lhe sem medo
Apega-te paixão,
Dança as alegrias do terno
E perceba que te faz falta
Cega-te de beleza
E mostra que o paraíso é a tua casa.

Loucura é tudo aquilo que vai contra os conceitos básicos da sociedade hipócrita que vivemos, é tudo que nos faz suspirar no dia seguinte, lembrar e pensar " nossa como fui capaz de fazer isso isso?!" e mesmo assim sorrir e lembrar o quanto foi bom foi.
Loucuras são os temperos de nossas histórias,
são sabores que sentimos como um dejavu,a cada momento que lembramos.
As vezes fecho os olhos e me permito sentir alguns passos tortos ou certos de meu passado e sinto me louco a suspirar!...

Vivemos verdades, vivemos mentiras, vivemos mentiras que existem uma verdade, vivemos mentiras passiveis de serem verdades, vivemos verdades mentirosas. Cada um interpretará como quiser, mas a verdade é uma só pergunta."

Letárgica época previsível
Perseguição do nada

Maya em extremos
Mal vivemos apenas existindo
Robóticos atônitos
à espera de redenção, ou não

Desprazer contínuo maquiado
de fazeres encaixotados

Julgamento do alheio
em estado demasiado
pra compensar as falhas
de um espírito estragado

Pragmatismo errado
Caminho mal mensurado

Confusas cognições
de muita informação
vaga e vagando com agilidade
prometendo prosperidade
ao desespero instalado

Competindo por brilho
brilho ofuscado pelo sorriso mal pago

Seres de mergulho raso
vivendo em superfície
Prazeres de valores tão baixos
brotando da mais pura tolice

Para quem vivemos?
Para assistir os momentos tristes dos nossos dias fúnebres?

Vivemos um declínio moral de estado evolutivo, a este chamamos legalidade