Vivemos num mesmo espaço e não temos a mesma distinção, as mesmas afinidades e os mesmos ideais. Somos diferentes em vários aspectos. Somos a sombra do oposto e definimos nosso habitat.
Dizer que o que vivemos, acabou? Como assim, acabou? Até ontem, durava eternamente. Até há duas horas, havia juras de amor eterno. Como algo tão puro e verdadeiro, acaba? Então, não era eterno, nem duradouro, nem amor, eram apenas suposições.
Vivemos em busca de um caminho que não nos levará a nenhuma referência. Esquecemos que o caminho correto para se chegar ao topo, é o mais tortuoso e íngreme.
Nascemos, vivemos e morremos sem saber nada dos mistérios da vida. Talvez, voltemos para aprender ou para ensinar que os sinais simbolizam a nossa libertação.