Vivemos
Vivemos em tempos curiosos, onde a tecnologia nos aproximou fisicamente, mas nos afastou emocionalmente. Temos ferramentas capazes de conectar pessoas em segundos, independentemente de onde estejam no mundo, mas raramente usamos esse poder para algo significativo. Preferimos silêncios vazios, conversas superficiais ou simplesmente ignorar a existência de quem está ao nosso lado.
Parece que o amor, o cuidado e a empatia tornaram-se raridades. É como se essas virtudes fossem reservadas apenas para momentos de despedida, para funerais e obituários. É nesses momentos que surgem as declarações de afeto, as lágrimas e os gestos que, por alguma razão, não tiveram espaço enquanto a pessoa estava viva. Não seria mais lógico amar enquanto ainda há tempo?
Olhamos ao redor e percebemos uma sociedade movida pelo ego. O que importa é a aparência, o status, o acúmulo de bens. O dinheiro se tornou o novo "deus", enquanto valores como compaixão, humildade e solidariedade foram relegados ao esquecimento. O mais triste é perceber que muitos sequer notam essa inversão de prioridades.
Não se trata de religião, dogmas ou rituais. Trata-se de espiritualidade, de um chamado interno para viver de forma mais consciente e conectada com o que realmente importa. Afinal, de que adianta buscar incessantemente riquezas, prazeres ou conquistas se nos esquecemos de cuidar de nossas relações e de nós mesmos?
Quantas vezes adiamos uma ligação para quem amamos? Quantas vezes escolhemos "deixar para depois" aquele encontro ou aquela conversa importante? E, quando percebemos, o tempo já passou. Restam apenas arrependimentos, palavras não ditas e um vazio que nada pode preencher.
É urgente resgatar o essencial. Amar enquanto é possível. Conversar, ouvir, abraçar. Celebrar a vida antes que ela se torne memória. Porque, no fim, não são os bens materiais que nos definem, mas os laços que criamos e o amor que deixamos no coração das pessoas que tocamos.
✨Seja a Luz na Vida de Alguém
Vivemos em um mundo onde cada um carrega sua própria batalha, onde o peso da solidão, da fome e do abandono se faz presente em muitos corações. Mas e se, por um instante, pudéssemos ser o alívio, a esperança, o abraço que alguém precisa? E se, ao invés de apenas seguir nossa rotina, decidíssemos deixar um rastro de bondade por onde passamos?
Fazer a diferença na vida de alguém não exige riquezas ou gestos grandiosos. Às vezes, um sorriso sincero pode iluminar o dia de uma pessoa que já não encontra motivos para acreditar. Um simples "como você está?" pode ser a única demonstração de carinho que alguém recebeu naquela semana. Um abraço pode ser o refúgio para quem sente que o mundo se esqueceu dele.
Se temos o privilégio de nos alimentar todos os dias, por que não compartilhar um pouco desse pão com quem sente fome? Se temos tempo para navegar na internet ou assistir à televisão, por que não dedicar alguns minutos para visitar um lar de idosos ou um abrigo de crianças que não conhecem o calor de uma família? Pequenos gestos podem ser gigantes para quem os recebe.
Ter um coração grato é compreender que tudo o que temos é passageiro, mas o bem que fazemos ecoa para sempre. Ajudar o próximo não nos empobrece, pelo contrário, enriquece nossa alma e nos conecta com o verdadeiro propósito da vida: amar.
O mundo pode ser duro, mas cada um de nós tem o poder de suavizá-lo. Escolha ser a diferença. Escolha ser luz. Um gesto seu pode ser a resposta que alguém estava esperando para continuar acreditando.
Vivemos em um tempo em que grande parte da população opta por ser fã de alguém: artistas, esportistas, líderes, etc.
Você já pensou em ser, em primeiro lugar, fã de você mesmo?
Vivemos no tempo da fala, sem filtro, muitas vezes. Perante o psicoterapeuta é salutar tudo o q temos necessidade de falar. Mas, diante do público, requer uma reflexão antecedente. Pitágoras já dizia: ”Se o q tens a dizer não é mais belo q o silêncio então cala-te”.
Vivemos cada qual tentando aparelhar a vida... Mil interesses assomam, compromissos são firmados e cada um de nós viaja nos seus sonhos ... do grande emprego, da boa casa , do carro do ano, das roupas de grife e do iphone da moda. Porém, nessa louca corrida, não nos apercebemos que o tempo se esvai por entre os dedos, a ponto de quase esquecermos as nossas próprias raízes.
Fique sempre em sintonia com o bom, assim tudo se dará a seu favor.
Vivemos para ter retorno daquilo que emitimos!
Vivemos em tempos "sombrios", tempos de diplomatas duvidosos e de acordos de paz, assinados por mãos que estão sujas de sangue.
A inquietude se dissipa diante tantas demonstrações perceptíveis pelos momentos que vivemos!
Hoje, talvez, seja maior o sentido de que só existimos pelo acaso
e que ao acaso nos desprendemos perante os obstáculos da vida!
A consequência maior retrata o medo constante
e retarda os momentos de superação que tão pouco legitimamos em buscar a concluir.
O amanhã
pode ser visto como fruto de prosperidade porém, se culminarmos na destreza da ilusão talvez não exista o amanhã.
Um hoje fatal,
um respiro suspenso...
o acaso despeja em nós o destino que nos cabe, se não almejarmos a busca do fim da inquietude que revela o que grita em nós!
Sair do nosso plano de vida aqui sem a sensação de que realmente vivemos, deve ser uma dor maior do que a angústia da partida.
Vivemos nossa irmandade na mais perfeita sintonia, mesmo que em algum canto da vida, ela tenha sido oculta por obra do destino, e agora, não consigo processar essa partida repentina...
Vivemos em um mundo
Onde se tem amor mas é proibido amar
Se tem alegria, mas é proibido sorrir
Se sente tristeza, mas não se pode chorar
Se é livre, mas não pode voar
Se tem medo, mas não pode travar
Um mundo colorido em que você não pode se colorir
De uma mesa farta que não pode tocar
Uma música que não se pode ouvir
Porque alguém também não pode tocar
Um mundo farto de tudo, com pessoas pobres de mundo.
Vivemos perdidos entre novas ideias e antigos argumentos. Enquanto isso perpetua-se a opressão e emergem novos opressores. A caça está tornando-se caçador porque não recicla sua fala e sua ação já não condiz com a realidade
"Às vezes uma palavra de estímulo ajuda a pessoa a tomar uma iniciativa, mas vivemos num mundo onde as pessoas caminham cada um por si e esquecem-se do próximo ou até dos seus familiares".
Vivemos nossas vidas fazendo aquilo a qual a sociedade diz que é certo,aceitando opiniões alheas,e esquecemos que oque achamos certo é o que nos dar a opção der opinião própria .
Vivemos em um tempo astral e dimensional que já não mais é admissível segredos. Todos que buscam as verdades, terão.
As razoes pra vivemos,são nossos propósitos existenciais listados.
Em momentos de luta,nos assustamos com o medo de uma iminente de uma derrota,e agimos como tolos,muitas vezes rendemos ao desespero. Consequência da nossa limitante natureza imediatista,que a partir de uma peça não se descobre o retrato de um quebra- cabeça.
Nossa custosa natureza humana,que só se sente grato no final solucionado,no caso resolvido,no fim confortável.
Quem dera eu me distinguir dos que tiveram seu êxodo.
Então assim vivemos, conversamos, viajamos, comemoramos, estudamos,compramos fazemos tudo sem nem falarmos deixando assim nossa relação cair em um abismo cada vez mais profundo e cada vez mais cheio de magoas mas quanto mais ele c enche mais fundo ele fica comportando cada vez mais as nossas historias cada vez mais ruins caindo cada vez mais no cotidiano frio
SER!
Sou dessa terra, oxente...
aqui vivemos em paz
o florar de cada semente
é a esperança quem traz
o chão é fértil e servente
e a vida boa da gente
a gente mesmo quem faz.
