Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Vivi com um narcisista por trinta e cinco anos. E todos (inclusive a família dele) o tinham como um santo. Ele mesmo se achava a melhor das pessoas.
Desfazer um trato quando já havia fechado, roubar clientes dos outros, desfazer da pessoa como profissional para obter ganhos, não honrar a própria palavra... há quem diga que são ossos do ofício, estratégias de negócio. Que faz parte, é assim mesmo. Eu já chamo isso de imoralidade social e mau caratismo.
Sorriso no rosto e coração dilacerado. Quantas vezes o rosto não mostra como está o coração.
(lembranças do facebook de 2020)
Horrível assistir pessoas tendo pena de si mesmas todos os dias e postar vídeos se vitimizando, como se isso fosse mudar algum dissabor de suas vidas.
Assisti o filme: O amor vem devagar. E me perguntei: Onde estão todos os homens de bem como nesse filme? Homens provedores, responsáveis, que cuidavam e amavam suas mulheres e filhos. Homens que não pensavam em abandonar suas famílias.
A dor alheia não pede vencedores, pede consciência. Quem usa o sofrimento como escada esqueceu que a empatia não eleva o ego, mas o espírito.
Se deuses um dia existiram, com o passar do tempo foram sendo esquecidos, dissipando-se como poeira ao vento. Cada pessoa que nasce carrega traços dessas antigas ciências: ora o deus da guerra, associado àqueles que buscam o conflito; ora o deus Apolo, inspiração para quem se dedica à medicina; ou ainda a influência de bruxarias nas pseudociências. Mas há também a deusa Afrodite, cuja essência de amor e beleza parece ter envolvido você por completo.
No mundo contemporâneo, é intrigante observar como discutimos incessantemente sobre diversidade, inclusão e justiça social. Essas temáticas têm sido constantemente debatidas em todas as esferas da sociedade, desde os meios acadêmicos até os espaços de convívio cotidiano. No entanto, é preocupante constatar que mesmo dentro dessa pauta da inclusão, há uma exclusão flagrante de certos grupos, como se a discussão seletiva fosse a regra.
Um exemplo gritante dessa omissão reside no tema do envelhecimento. Enquanto a sociedade moderna se desdobra em esforços para garantir a igualdade de oportunidades a todos os indivíduos, independente de raça, gênero ou orientação sexual, pouco se fala sobre as dificuldades enfrentadas pelos idosos. Parece que, à medida que envelhecemos, nos tornamos invisíveis, relegados a segundo plano, como se não fossemos mais parte integrante da sociedade. O processo natural do envelhecimento é um fenômeno temido e ignorado, quando deveria ser abraçado e compreendido em toda a sua complexidade.
Além disso, a questão dos deficientes é outra área negligenciada na busca pela inclusão. Embora a sociedade se orgulhe de sua evolução em relação à aceitação de pessoas com deficiência, é inegável que ainda existem enormes obstáculos a serem superados. O acesso físico a espaços públicos e privados, a inclusão educacional e a oportunidade de emprego ainda são desafios que muitos deficientes enfrentam diariamente. É preocupante como a sociedade muitas vezes os esquece, relegando-os a uma condição de invisibilidade social.
Essas exclusões dentro da pauta da inclusão nos levam a questionar a sinceridade das discussões em torno desses temas. Será que estamos genuinamente comprometidos com a construção de uma sociedade justa e inclusiva? Ou será que estamos apenas buscando respostas fáceis e soluções convenientes, negligenciando aqueles cujas vozes são abafadas?
Talvez seja hora de refletirmos sobre o verdadeiro significado da inclusão e da diversidade. Precisamos ampliar nossos horizontes e abordar todas as formas de exclusão, independentemente de idade, capacidade ou qualquer outra característica. Somente assim poderemos criar uma sociedade verdadeiramente inclusiva, onde todos os indivíduos sejam valorizados e respeitados.
É necessário quebrar os paradigmas e superar as limitações que nos impedem de enxergar a realidade de forma ampla. Devemos nos esforçar para incluir todas as vozes marginalizadas, independentemente de sua situação particular. Somente quando olharmos para além das aparências e das conveniências é que poderemos avançar em direção a uma sociedade que genuinamente abraça a diversidade e promove a justiça social.
Portanto, é chegada a hora de reconhecermos essas exclusões dentro da pauta da inclusão e trabalhar incansavelmente para corrigi-las. Somente quando todos os grupos marginalizados forem verdadeiramente considerados, teremos a chance de construir um futuro mais justo e igual
"Nesta era de vitimização, o orgulho masculino é carregar a inércia como troféu e se afogar em autocomiseração."
O tempo é como a traça e a ferrugem. Que corroem a sabedoria, a amizade e o amor; Quando o ser é covarde.
TE AMAR.
Amar-te é viver feliz,
como a luz das manhans de sol
tem mais brilho as estrelas
as flores mais perfumes.
No brilho das estrelas
minh`alma iradia o reflexo do meu Amor, do meu querer-te.
Parece que vejo-te,
em todos os locais,
meus olhos procuram-te,
mas o invisivel permanece,
na dúvida do meu coração.
Sei que um dia,
o Amor vencerá a distancia,
em uma linda tarde
de primavera florida,
irei te encontrar.
Em nossa rocha,
de frente para o Mar,
iremos nos Amar.!
É gostoso e desliza
Com veloz e suave labor
Sensível como a chuva
Que me molha com harmonia.
Evidências que gosto e sinto
No doce frio que bracear-me
Relembro um doce sentir-te.
Embriagado de ternura
Levas-me carinhosamente
Em taças estrelares e viril.
Ao som singelo da sua voz
Os nossos rostos colados,
Mãos entrelaçadas,
Na magia da noite aliada.
Nosso sentir,
Espera-me, indo vou
Como um dia branco
Sentir-te, ver-te...
Entrego_me!
Nesta tarde nublada, o mundo se dissolve,
o canto suave invade o ar,
como brisas que acariciam folhas secas,
sussurros de outono em cada nota.
Fecho os olhos, deixo a melodia me levar,
navego em mares de sonhos esquecidos,
onde o tempo se curva e repousa,
na inocência das memórias que dançam.
Os sons embalam a alma,
como lençóis de nuvens que abraçam a terra,
encontro conforto na sua voz,
que ecoa como um eco distante de risos.
E assim, em sua idade dos sonhos,
mergulho na suavidade do instante,
deixo que o universo me ensine a sonhar,
nesta tarde nublada, envolta em serenidade.
No silêncio das ruas, passos ecoam,
olhares que atravessam, como facas,
cada gesto, uma história não contada,
mas o rótulo pesa, sem compaixão.
Mentes tecem tramas de suposições,
corações se fecham em prisões de medo,
o que parece é um espelho quebrado,
refletindo sombras de quem não somos.
Palavras se tornam pedras, lançadas ao vento,
enquanto a alma anseia por compreensão,
não há um único caminho para a verdade,
cada vida é um labirinto, um mistério profundo.
Escute o que não se diz, sinta a essência,
abra os olhos para além do visível,
pois cada ser carrega um universo,
e a beleza mora na aceitação do diferente.
meus sonhos.
Soneto.
Nos sonhos que teço com fios de luz,
Caminhos se abrem, vastos como o céu,
Onde a esperança, qual estrela que seduz,
Brilha intensa, desenhando um véu.
Os anseios dançam, no vento a fluir,
Como folhas que abraçam o calor do sol,
E em cada suspiro, um mundo a existir,
Transcendendo as sombras, rompendo o farol.
Ah, mas não são só ecos do que virá,
São promessas tecidas em cada olhar,
Os passos firmes que o destino traz.
Na sinfonia suave da vida a soar,
Saber que, por fim, o coração se faz
Realidade, um sonho que nunca se apaz.
Deves ser belo como a brisa das manhãs de outono,
um sussurro suave que acaricia as folhas,
pintando o ar com a paleta dourada do fim,
mas sob essa doçura, esconde-se o veneno.
Como a cobra Naja, elegante em seu deslizar,
ou o Viúvo negro, com seu manto de sombras,
a beleza que seduz, um abismo a despertar,
onde o toque é um convite e o aviso, um silêncio.
Teus olhos me fascinam, como estrelas perdidas,
brilham em noites silenciosas,
cada olhar, um universo que se revela,
um mar profundo onde me perco e me encontro.
São janelas abertas para a alma,
onde dançam sombras de sonhos,
um convite sutil para adentrar,
na beleza crua que só o amor conhece.
Gratidão pelos corações 💗
Não sei quem tu és, mistério doce,
Teu carinho desliza como a brisa,
Em cada gesto, uma luz que me abraça,
Fico feliz, agradeço, a alma se enriquece.
Teus beijos são sussurros de amor,
Respeito entrelaçado em cada toque,
E nesse encanto, descubro o que importa,
Um laço invisível que o coração acolhe.
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