Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Jack Indelével Wistaffyna, se define como um filósofo e não como um revolucionário, pelo facto de ele usar a palavra, a escrita, a reflexão e a sapiência para:
Despertar a consciência crítica, social e analítica.
Questionar a legitimidade dos dirigentes.
Estimular o amor ao próximo isto é: amor a Nação e o povo.
Respeitar e preservar a nossa identidade cultural.
Trabalharmos unanime em prol do País e do bem comum...
COMO DESCOBRIR UM GOVERNO GENOCIDA?
1º Todo sistema que é baseado na ditadura e na opressão transforma o país numa prisão e campo de concentração. É perseguido e odiado todo aquele que pensa e critica o sistema e aqueles que governam. Todos devem ser fiéis e obedientes a um só senhor, que tem o garfo e a faca do país na mão. Ser militante é mais importante do que ser cidadão. A arte é amputada em todas as áreas. Os interesses do partido são mais importantes do que os interesses nacionais.
2º Só é permitido a um determinado grupo ascender e progredir no país. Todo aquele que é próspero e fausto, mas que não faz parte do sistema e do grupo que controla a economia, a política e a cultura, é conspirado contra e eliminado. Quanto ao povo, só lhe resta crer nas falácias dos chefes, que vêm com mel nos lábios dizendo: “as coisas vão mudar, vão melhorar”, “devagar se vai longe”, e os anos vão passando.
3º Todo intelectual é conotado e censurado. Não são bem-vindos nos assuntos de caráter cultural e nacional. São obrigados a compartilhar o seu conhecimento com o povo, através de obras literárias que publicam. São vistos como rebeldes e taxados de revolucionários e arruaceiros. Por esta razão, muitos recorrem ao mercado exterior e internacional. Mas, mesmo assim, não escapam das conspirações que são tramadas contra eles. Apesar das perseguições sem tréguas, muitos conseguem escapar pela intervenção divina. Neste tipo de governo, é mais perigoso o cidadão que lê do que o cidadão fora da lei.
4º A concorrência não é permitida, para que não haja crescimento e progresso dentro da nação e na vida dos cidadãos. Os estrangeiros são os mais privilegiados e bem mimados, sob a condição de que serão cúmplices e marionetes do sistema para oprimir o povo, tanto na política, quanto na economia e na cultura. Porque eles agirão na segunda pessoa, enquanto o patrono nunca precisará dar a cara nem ser combatido pelo povo. Isso ocorre de forma muito camuflada, e quase nunca se vê ou se nota, porque eles baralham o povo a partir das leis que são promulgadas pelos políticos detratores.
5º A juventude é impedida de crescer e evoluir de duas formas:
1º - Prioriza-se mais a construção de fábricas de cerveja do que a construção de novas escolas e campos universitários.
2º - A venda de bebidas alcoólicas chega a ser 10 vezes mais barata do que a venda de manuais escolares, e livros são mais raros e caros do que bilhetes para festas noturnas, farras e maratonas.
Essa política tem como finalidade destruir a camada juvenil, para que um determinado grupo continue a governar o país, e o povo permaneça na pobreza e na miséria. Nas instituições acadêmicas, não é permitido o ensino da Filosofia, Química e Física como carreiras, para que essas áreas não venham a ser uma pedra no sapato daqueles que governam a seu bel-prazer...
COMO ENTENDER MARTIN LUTHER KING E MALCOM X À LUZ DA FILOSOFIA?
Texto II.
Segundo a ideologia de Martin Luther King, é necessário que saibamos percebê-lo e compreender suas incursões na filosofia jakurista: Martin não foi apenas um revolucionário, mas sim um filósofo com princípios e ideias sólidas. Por quê? Porque ele incentivava os pretos a adotarem um comportamento imparcial e passivo, que levaria à resolução dos problemas que enfrentavam pela via do diálogo, do amor e da sensibilidade para com o opressor, sem que se derramasse sangue. A lei do talião, segundo sua ideologia, só provocaria mais derramamento de sangue e levaria ambos os lados à promoção da carnificina, algo que sua crença religiosa condenava e repudiava. Por isso, ele incentivava os pretos a não revidarem; para vencerem o inimigo, era necessário desarmá-lo psicologicamente, emocionalmente e fisicamente, oferecendo-lhe amor em vez de ódio. Diferente da ideologia e abordagem trazidas e promovidas pelo grande Dr. Malcom X, que defendia a lei do talião para que os inimigos do seu povo sentissem a mesma dor, perda e sofrimento, era necessário aplicar a mesma lei usada pelos opressores e detratores do povo preto. Dessa forma, ambos os lados chegariam à consciência de que a dor é universal para qualquer povo, pois somos feitos à imagem e semelhança do grande criador do universo. Ninguém é obrigado a consentir com a opressão, subjugação e ditadura impostas ao seu povo ou à sua família. É obrigação defender toda e qualquer causa que tenda a ferir e manchar a reputação do seu povo. Esta é a ideologia defendida por ambos, tanto Malcom X quanto Martin Luther King: todos estavam certos, pois sua preocupação era defender o povo preto das garras, grilhões e prisões que lhes eram impostas numa terra pela qual lutaram, defenderam, morreram e se sacrificaram em prol da independência.
Assim te desejo, com todo o frescor dos dias quentes, como um líquido refrescante que acalma a alma nos dias frios de inverno. Que seja uma explosão de sabor ao estalar entre meus dentes e um toque teu que me relaxa suavemente, como se me transportasse para um estado de tranquilidade profunda.
Não há dor que não sare com gratidão, assim como não há tristezas que se desfazem com um olhar mais cuidadoso pelo próximo, pelas coisas belas que acontecem a todo instante ao nosso redor e coisas que passam despercebidas no nosso cotidiano. Tudo isto é gratuito.
A delicadeza não exclui a força, assim como as luzes não apagam as sombras; juntas, elas definem nossa resiliência e caráter.
O evangelho diluído é como um remédio sem efeito, que até parece útil, mas não tem o poder de curar. Cristo não nos chamou para um conforto passageiro, mas para uma vida radical de fé e entrega.
Interpretar a Bíblia sem um método sólido é como tentar navegar em um mar revolto sem bússola, perdendo-se nas ondas das próprias ideias.
Assim como o noivado judaico representa a promessa de fidelidade e o compromisso com o futuro casamento, o batismo é a marca de um compromisso profundo com Cristo, simbolizando a preparação para uma união eterna com Ele.
A verdadeira adoração reconhece exclusivamente a Deus como digno de louvor, sem dividir Sua glória com outros. A Bíblia enfatiza que a adoração deve ser direcionada somente a Deus. Em Deuteronômio 6:13, está escrito: "Temerás somente ao Senhor, teu Deus, e a Ele servirás." Além disso, o Salmo 81:9 declara: "Não haverá entre ti deus estranho, nem te prostrarás perante deus estranho." Essas passagens indicam que a adoração a qualquer outro ser ou imagem é considerada idolatria.
Mateus 25:31-46 ensina que, no fim dos tempos, Jesus separará as pessoas como ovelhas e bodes, recompensando os que praticaram atos de bondade e misericórdia, e condenando os que os ignoraram.
A existência histórica de Jesus é respaldada por documentos de fontes externas, como escritos de historiadores romanos e judeus, que confirmam não apenas Sua vida e crucificação, mas também a ressurreição, um evento central que transformou a história.
O Espírito Santo não é uma mera força impessoal, mas um ser pessoal dotado de atributos divinos—como onipotência, onisciência e onipresença—capaz de interagir pessoalmente com os crentes.
Se o ser humano tomar a si mesmo como referência para medir sua moralidade, considerará até razoável a índole da maioria das pessoas — enxergando-as como regulares, ou até mesmo boas. Mas o padrão correto é Deus. Ele é a verdadeira referência. E diante da santidade absoluta de Deus, todos nós nos revelamos como pecadores profundamente depravados. Deus é santíssimo.
Avaliar a moral humana com base no próprio homem é como medir a escuridão com sombras. O resultado parecerá aceitável. Mas quando usamos Deus como referência — santo, puro e perfeito — toda nossa pretensa bondade se desfaz. Diante Dele, somos revelados como pecadores indignos da Sua glória.
Seremos julgados pela fidelidade à Palavra de Deus, pois, como disse Jesus, 'a palavra que tenho proclamado é a que o julgará no último dia' (João 12:48). Sua Palavra é eterna, imutável: 'O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão' (Mateus 24:35). Ela é viva, eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, penetrando até o mais íntimo de nossos corações e pensamentos (Hebreus 4:12). Não há outra base, senão as Escrituras, para nos firmarmos, pois nelas está a verdade que nos sustenta e nos guia. A fidelidade à Palavra será o critério final de nosso juízo, pois em um mundo que passa, a Palavra de Deus permanece.
Analisando o cenário politico mundial, surge a pergunta sobre como um idiota completo, consegue alcançar o nível mais alto do cargo da representação social - obviamente temos todas as respostas observando Nicolás Maduro na Venezuela.
Hoje, eu pergunto a você
Dobramos esquinas como páginas
Escrevendo amor em tempestades
Por que fomos incomuns?
— O preço de uma alma para o diabo, é uma questão de maldade, todavia muitos se oferecem como entretenimento.
Carlos Alberto Blanc
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