Viva a Vida como se Fosse a Ultima
“Faça como eu: não permita que o desprezo alheio roube sua paz, nem que as críticas te derrubem. Aprenda a ignorar o que não edifica e, em vez de ódio, retribua com o desejo sincero de que essas pessoas sejam felizes. Afinal, quem é verdadeiramente feliz ocupa-se em apoiar e levantar o próximo.”
O Limiar
Sinto tua falta como quem sente culpa,
não apenas dor.
Há um frio que não vem da ausência,
mas do que eu seria
se cruzasse a linha que me separa de ti.
Compreendi — tarde demais ou cedo demais —
que entre o querer e o tocar
existe um espaço que não me pertence.
O que me atrai não é a vida contigo,
é o risco, a queda,
a vertigem de um amor que cobra tudo.
Nada posso fazer.
Não por fraqueza,
mas porque há desejos que, ao serem atendidos,
destroem o que tocam.
Sou criatura do limiar:
preciso de permissão para entrar,
não na tua casa,
mas na região mais vulnerável da tua alma.
E sei que isso não seria amor.
Seria fome disfarçada de ternura.
Não me salvaria,
não te despertaria —
apenas nos perderia.
Eis o dilema humano:
amar e, ainda assim, escolher não tomar.
Ser condenado a observar,
não por falta de coragem,
mas por excesso de consciência.
Amaldiçoado não por amar demais,
mas por entender o preço do amor.
🌅 O Desafio dos 7 Dias para a Prosperidade
Como fazer: Todos os dias, antes de realizar qualquer outra atividade no seu dia, ajoelhe-se ao lado da sua cama e declare as duas frases abaixo.
🛐 As Duas Declarações Diárias:
1. Primeira: "Senhor Todo-Poderoso, eu te agradeço por mais esse dia de vida que me deu. Peço que a tua presença nunca se afaste de mim e que o Senhor caminhe na minha frente hoje, abrindo as portas que eu não consigo abrir."
2. Segunda: "Senhor, eu declaro quebradas todas as amarras do inimigo e quebradas as correntes da escassez. Que onde eu tocar seja abençoado. De joelhos eu peço e te agradeço. No santo nome de JESUS, Amém."
John Rabello de Carvalho
@j.rabello.c_888oficial
#jrabellodecarvalho
É assustador como a Polarização política no Brasil e no mundo, acirrou a disputa pelo pódio da imbecilização entre a TV e a Internet.
Como são chatos os que confundem nossa solitude com solidão, e a interrompem sem a menor intenção de nos dar Inteira Companhia.
Em honra aos Mestres, o Maior de Minas dá aula — de futebol, de resiliência e de como não se deixar abater pelos Menores que acreditam que a grandeza se sustenta no grito.
Se soubéssemos ao menos admirar a disciplina dos japoneses como eles admiram o nosso futebol, talvez a nossa primeira derrota não fosse tão vergonhosa.
Não é fácil entender como um mundo tão abarrotado de santos consegue fabricar tantos problemas.
Talvez porque santos demais, quando empilhados, deixam de ser testemunho e passam a ser ornamentos e julgamentos
Um mundo abarrotado de “santos” costuma falar mais alto sobre virtude do que praticá-la.
Há muita canonização apressada do próprio ego e pouca disposição para carregar até a própria cruz, quiçá a do outro.
Quando a santidade vira rótulo, ela já não transforma — apenas separa, acusa e justifica.
Os problemas não nascem da falta de discursos corretos, mas da hipocrisia, da ausência de mãos estendidas, de escuta sincera e de misericórdia silenciosa.
Afinal, se todos fossem realmente santos como acreditam, talvez o mundo fosse menos barulhento… e muito mais habitável.
Assusta-me muito menos o pecador assumido do que o santo fabricado.
Há que se ponderar que ninguém é Odiado nem Amado por todos, como se tenta sustentar a Opinião Pública.
A opinião pública, quase sempre, é vendida como se fosse uma entidade sólida, homogênea, unânime — uma espécie de tribunal invisível que já teria chegado ao seu veredito final sobre pessoas, ideias e acontecimentos.
Mas basta um olhar menos apressado para perceber que essa suposta unanimidade costuma ser muito mais barulhenta do que verdadeira.
O que se chama de “todos” raramente é todos; na maior parte das vezes, é apenas o recorte mais estridente de uma parcela que conseguiu transformar sua voz em aparência de consenso.
Nenhum ser humano é simples o bastante para ser amado por todos, nem desprezível o bastante para ser odiado por todos.
A própria complexidade das relações humanas desautoriza esse tipo absurdo de sentença absoluta.
Quem hoje é exaltado por muitos, inevitavelmente será incompreendido, criticado ou rejeitado por outros.
E quem hoje é alvo de repulsa coletiva, ainda assim encontrará, em algum canto, quem enxergue nuances, contradições, contextos ou mesmo humanidade onde a multidão só quis despejar rótulos.
O problema é que a opinião pública contemporânea não se contenta com a discordância; ela tem fome de totalidade.
Ela não quer dizer que alguém é controverso, quer decretar que alguém é unanimemente admirável ou integralmente detestável.
Porque os extremos são mais fáceis de consumir.
Eles dispensam reflexão, economizam complexidade e oferecem ao público a ilusão confortável de pertencer ao lado certo da história sem o incômodo de pensar demais.
Só que a realidade não se curva tão facilmente à teatralidade dos julgamentos coletivos.
As pessoas carregam Grandezas e Misérias ao mesmo tempo.
Podem ser sinceramente admiradas por algumas virtudes e legitimamente criticadas por falhas graves.
Podem despertar amor em certos corações e repulsa em outros, sem que isso constitua contradição alguma.
Contraditório, na verdade, é imaginar que a experiência humana possa ser reduzida a uma votação emocional universal.
Talvez uma das maiores fraudes do nosso tempo seja justamente essa fabricação de unanimidades artificiais.
Não para revelar o que as pessoas de fato pensam, mas para constranger quem pensa diferente.
Quando se repete que “todos amam” ou “todos odeiam”, o que se tenta impor não é uma constatação, mas uma pressão.
É a tentativa de transformar percepção em obediência, sentimento em manada, juízo em reflexo condicionado.
Pensar com honestidade exige romper esse feitiço medonho.
Exige entender que a aclamação coletiva pode ser só euforia passageira, assim como a rejeição coletiva pode ser apenas a febre moral de um tempo doente por certezas fáceis.
Exige, sobretudo, maturidade para reconhecer que a humanidade não cabe nessas molduras brutais de amor ou ódio absoluto.
No fundo, talvez o que mais distorce a opinião pública não seja a existência de divergências, mas o esforço constante para apagá-las em nome de narrativas convenientes.
E é justamente aí que mora o perigo: quando a pluralidade real dos afetos humanos é sacrificada para sustentar a ficção de que todos sentem o mesmo.
Porque sempre que tentam nos convencer de que alguém é amado ou odiado por todos, talvez estejam menos descrevendo o mundo e mais tentando domesticá-lo.
A Seletividade Descarada dos Tribunais diz muito mais sobre os juízes do que os rotulados como réus.
Esta madrugada fiquei à tua espera, assim como ontem e todos os dias que se passaram desde que fostes embora...
Anseio por tua vinda como quem anseia por um copo d'água após uma tarde escaldante, sedenta, exaurida...
Hoje deitei-me mais cedo, e enquanto aguardo o sono, suplico ao Divino o sonho que me trará você....
Possivelmente,
somos apenas um
suporte para as estrelas...
Não reluzimos como os astros, entretanto, possuímos abeleza da existência que se completa em uma vidarenovada, que também é luz - somos brilho!
Marcelo HB
3318 📜 Prazeroso, também, sou Eu (para elas) como elas mesmas afirmam (como, sim). Isso é Prazeroso, Modéstia às Favas!
Você continua linda como sempre, seu sorriso é algo resplandecente, seu olhar selvagem encantador, seu corpo cheio de curvas e de muito amor. Sua vida não é fácil como muitos imaginam , só você sabe a sua correria, só você sabe o que teve que deixar de lado pra viver esse momento que te ilumina. Mas você não desistiu, nem quando a vida tirou de você o seu porto seguro, nem quando ela te derrubou e disse que você era fraca, você não desistiu, continuou olhando pra frente e até hoje não parou. Você é o girassol mais teimoso que já plantei, passando pela chuva, pelo frio, pelo extremo calor você sempre está lá de pé, sempre está lá olhando para frente como se nada tivesse acontecido e sempre com um grande sorriso lindo e uma vontade enorme de vencer.
Para: Íris 🌻
Talvez Apenas Para Sentir
Como eu queria
que você soubesse
tudo o que cabe aqui dentro de mim...
Tudo o que é intenso,
tudo o que me atravessa
e, ainda assim,
me faz continuar.
Queria que entendesse
que talvez
não seja assim
que o destino nos quis.
Que talvez
existam sentimentos
que não nasceram
para ser explicados,
apenas para serem sentidos.
Tenho medo
de perder
tudo o que há de belo
entre nós.
Às vezes me pergunto
se meu impulso
seria capaz
de mudar o caminho
que o destino
escolheu para nós.
Enquanto a resposta
não chega,
guardo o silêncio.
Porque alguns segredos
não pesam por serem escondidos,
mas por serem grandes demais
para caber em palavras.
E talvez
o mais bonito deles
seja justamente este:
sentir,
sem nunca precisar dizer.
Às vezes,
o silêncio também é uma forma de cuidar.
Há sentimentos
que se tornam mais bonitos
quando encontram abrigo
em vez de explicação.
Talvez um dia
o tempo revele
o que hoje escolho guardar.
Ou talvez não.
E tudo bem.
Porque nem todo destino
precisa ser compreendido,
assim como nem todo amor,
nem todo afeto,
nem toda intensidade
precisam de um nome.
Basta que existam.
E, existindo,
já mudam para sempre
quem os carrega no peito.
Entre o Desejo e o Silêncio
Quero descobrir teus mistérios
como quem aprecia, sem pressa,
o vinho mais raro da vida.
Quando a lembrança dos teus lábios
atravessa meus pensamentos,
me perco imaginando
como seria estar ainda mais perto de ti.
Será que desejar um instante,
um breve toque,
um segundo a mais da tua presença,
é pedir tanto assim?
A maior loucura
não é o desejo que nasce,
mas todas as histórias
que a imaginação insiste em escrever.
Penso na tua pele
encontrando a minha,
na distância deixando de existir,
nos teus cabelos caindo
como cascatas ao vento,
enquanto teu olhar
encontra o meu
e o tempo esquece de passar.
Então o coração acelera,
o mundo parece menor,
e até o ar se aquece.
Talvez seja apenas saudade.
Talvez seja encanto.
Ou talvez seja esse desejo silencioso
de um dia descobrir
como é morar,
nem que seja por um instante,
no abraço que a minha alma
há tanto tempo imagina.
E, enquanto esse dia não chega,
guardo teu nome entre os meus pensamentos,
como quem protege um segredo bonito.
Há encontros que primeiro acontecem na alma,
antes mesmo que a vida permita
o encontro das mãos.
Talvez seja por isso
que você habita tantos dos meus versos:
porque algumas pessoas
se tornam eternas
muito antes de se tornarem presença.
As belas curvas do teu corpo
são como as ondas do mar.
Despertam em mim
a mesma vontade de caminhar sem pressa,
de sentir a brisa,
de me perder na imensidão
sem medo de não encontrar o caminho de volta.
Porque existem belezas
que não foram feitas apenas para serem vistas,
mas para serem admiradas
com o mesmo respeito
que se contempla o oceano
quando ele encontra o céu.
As Lágrimas que Não Caem
Já sentiu a tristeza chegar sem fazer alarde,
como a noite abraçando o fim de uma tarde?
Ela entra sem pedir licença ou perdão,
faz morada no peito e silêncio no coração.
Há dias em que tudo parece pesar,
e a alma só deseja o direito de chorar.
Mas meus olhos aprenderam o idioma das secas,
como rios perdidos entre lembranças desertas.
Não sei por que sou assim, tão fechada em mim,
nem quando o silêncio passou a morar aqui.
Talvez eu tenha aprendido, sem sequer perceber,
que algumas dores sobrevivem sem nunca dizer.
Não sei o que sinto, nem sei explicar,
só sei que há um vazio difícil de nomear.
É um aperto no peito, um nó na respiração,
uma ferida invisível sangrando o coração.
Dentro de mim, tempestades rompem o horizonte,
mas o céu dos meus olhos jamais se desmonta.
O pranto se perde antes mesmo de nascer,
como se até as lágrimas tivessem medo de viver.
Quis chorar...
Mas até o choro parece ter me esquecido.
Enquanto o mundo pergunta se está tudo bem,
eu visto um sorriso e respondo baixinho: "sim".
Ninguém escuta o barulho do que desaba por dentro.
E talvez o mais cruel não seja a tristeza,
mas querer desabar e permanecer de pé;
sentir a alma implorando por alívio,
enquanto o peito aprende, em silêncio, a sofrer.
Então sigo...
Carregando um oceano inteiro preso nos olhos,
uma tempestade acorrentada na alma,
um inverno escondido entre os meus versos
e um coração que descobriu, tarde demais,
que existem lágrimas que nunca tocam o chão.
Elas escorrem por dentro,
afogam o que ainda resta de luz,
fazem da esperança um sussurro distante
e da saudade uma morada.
Porque nem todo choro molha o rosto.
Há lágrimas que escolhem o silêncio.
E são justamente essas...
as que mais doem.
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