Viva a Vida como se Fosse a Ultima
O ego do eco do ser copiado...
Perfis parecendo clones da lucidez.
Como espiritos livres em busca de compania nas asas do próprio eu sendo eu sou, este por sua vez se julga conhecer a si mesmo mais profundo da alienação seria copia da copia mero teor no aspecto abstrato que absorve seu próprio ego sendo sensatez ganha sombras de deformação do senso natural para senso do abandono intelectual.
Homem antes humano puro agora degrada o seu próprio ser como a cobra que se consome o homem ganha traços animalesco metade barata metade pedacos de boi tela na cabeça nos ouvido alto-falantes nas maos pa para mexer o carvão no estomago outro celular cabos ligados ao homem bot seus olhos com telas e cameras se liga no automático para fazer lives.
Desotopia e o disasatino mas como no holocausto a vida se renova e sobreviventes contam a historia ao mundo e quem ouveria esses relatos
O desejo como ruína da especulação.
O drama o fruto da alienação.
Sendo sensatez uma flor no deserto.
Estou apresentando novos conceitos para que veja o seu eu como eu vejo seu sendo eu sou diante do mundo
O paradoxo do eu é simplicidade um ciclo infinito para o arco da tênue finitude o ser eu. Nas frequência temporais eu e sou são mesmo so temporais diferente eu apenas e o ser o sou eu admitindo que é.
Dentro deste paradoxo o próprio ser tem ego e regras para os quais existe.
Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
As doença psicológicas são apenas conflitos dores do eu, esses complexo debatem com natureza humana mostra-se no máximo eu sou diante sombras no espelho.
O espelho pode responder com ecos da mente.
Tendo depressão, isolamento intelectual e espaço translúcido que em tantas versões que se torna fenômeno realista fundo borrado, um paradoxo que transmigra outras expedições fantasias e fantasmas.
Caminho como um observador político pelas fronteiras e frequências da adversidade. O clero político, valendo-se de eufemismos, transgrede a Constituição e abre barreiras para o avanço de deepfakes e fake news. Criam-se redes de falsos aliados para monetizar perfis e viralizá-los com vieses que entorpecem a mente, gerando um efeito devastador. É o arco vicioso dos comerciais e de suas mensagens fixas, onde aplicativos — que deveriam ser ferramentas para facilitar o acesso à informação — tornam-se vetores para correntes de sombras. A inovação cobra o seu custo na alienação, alimentada por sites de falsas interpretações, falsas análises e construções fraudulentas. Um exemplo disso são os relatórios de falsos avistamentos alienígenas, fabricados apenas para o ganho de visibilidade.
Tudo faz parte de um plano maior. Enquanto a febre do futebol mundial consome os olhares, a sociedade foca sua atenção no movimento da pedra caindo no rio: todos olham e aplaudem a distração. Sob esse ritmo, a corrupção descarada opera aos olhos de todos, e o culpado continua candidato a presidente. Toda a narrativa real foi deslocada.
Agora, o debate gira em torno de vacinas que falharam e de vidas que se foram. A dengue persiste; o DNA do mosquito transmissor foi modificado pela ciência para impedir a procriação, mas a natureza seguiu rumos diferentes. O fato de pessoas morrerem e de a ciência enfrentar percalços é imediatamente sequestrado, transformando-se em mais um viés para alimentar o negacionismo. Enquanto o positivismo e a geopolítica introspectiva da ciência caminham a passos lentos, a fábrica de informações e alienação trabalha a pleno vapor.
O polimorfismo da política torna-se abrangente na repressão ao mais pobre, resultando na degradação da sociedade e em passos retroativos na história. Reformas trabalhistas fraudulentas e o engajamento político corrompido tornaram-se fragmentos de uma máquina de extorsão pública, transformando o cenário político em um caos.
O perigo se estende às novas crônicas temporais: o ambiente declina sob o peso de um novo El Niño, trazendo enchentes, frio extremo e calor recorde. A falta de água pela escassez de chuvas dita a resenha dos apagões de energia. E quais são as preocupações do povo? Qual será o próximo jogo do Brasil? Quais jogadores vão a campo? Preocupam-se em enfeitar a rua e comprar bebidas.
Em meio a tantos momentos insanos, a filosofia tem o foco de criticar, olhar para o todo e compreender o que acontece ao redor. Uma vez que se compreende a filosofia e a sociologia, aprende-se que o mundo não gira: ele capota. Ninguém espera que as coisas aconteçam por nada; há sempre uma causalidade operando nas frequências do tempo.
A Ancestralidade do ensino: Como você construiu a sua árvore?
Quem te regou ? Quem você rega?
Toda árvore tem uma história. Nenhuma nasce forte por acaso. Antes de exibir uma copa exuberante, flores perfumadas e frutos generosos, ela precisou fincar raízes profundas. Assim também acontece conosco. Somos resultado das pessoas que nos ensinaram, dos lugares por onde passamos, dos afetos que recebemos e dos valores que escolhemos cultivar.
Quem ajudou na fixação das suas raízes?*
As raízes são invisíveis, mas sustentam toda a árvore. São elas que buscam a água e os sais minerais escondidos no solo, o alimento essencial para a vida. Na educação, as raízes representam nossa ancestralidade, nossos primeiros vínculos, a família, a fé, os valores, os exemplos e os ensinamentos que permanecem mesmo quando ninguém os vê.
Uma árvore com raízes frágeis dificilmente suporta as tempestades da vida.
E a sua? Foi plantada com firmeza?
Depois das raízes vem o *caule*, que cresce até se transformar em um tronco forte. O caule é o caminho. É ele quem conduz a água retirada das raízes até as folhas. Na vida, ele representa as experiências que conectam aquilo que aprendemos com aquilo que ensinamos.
Se o nosso caule educacional é fortalecido pelo conhecimento, pela ética e pela sensibilidade, ele consegue levar aos seus descendentes o melhor alimento: valores, princípios, esperança, humanidade e sabedoria.
O caule não guarda nada para si.
Ele distribui.
Assim também faz um educador.
Depois surgem os *galhos*.
À primeira vista, alguns parecem frágeis. São finos, delicados e, muitas vezes, crescem em lugares difíceis. Alguns quebram facilmente; outros resistem ao vento.
Assim somos nós.
Cada galho representa uma escolha, uma profissão, uma oportunidade, uma dificuldade superada, uma especialização, um novo caminho. Uns crescem mais rapidamente, outros precisam de mais tempo. Há galhos que florescem cedo; outros passam anos aparentemente secos até descobrirem seu verdadeiro propósito.
Nossas diferenças também moram nos galhos.
Cada um cresce em uma direção, mas todos pertencem à mesma árvore.
Então chegam as *folhas*.
Elas realizam um dos processos mais extraordinários da natureza: a fotossíntese. Recebem a luz do sol e a transformam em alimento para toda a árvore.
Na educação, as folhas simbolizam nossos propósitos.
São elas que transformam conhecimento em esperança, dificuldades em oportunidades, experiências em aprendizagem. A luz do sol representa nossos sonhos, nossos ideais, nossa energia, nossa fé, nossa clareza de propósito.
Quem vive sem propósito perde a capacidade de produzir alimento para sua própria existência.
Depois surgem as *flores*.
As flores anunciam novos tempos.
São elas que possibilitam o nascimento dos frutos.
Quais flores marcaram a sua trajetória educacional?
Quem apareceu em sua caminhada para impedir que os frutos fossem danificados antes mesmo de amadurecer?
Quem acreditou em você quando ainda era apenas um pequeno broto?
E, finalmente, chegam os *frutos*.
Os frutos carregam sementes.
São eles que perpetuam novas árvores.
Na educação, os frutos são os alunos, os filhos, os projetos, os livros, as pesquisas, os gestos de amor, as vidas transformadas.
Mas uma pergunta permanece:
*Você soube guardar bem os ensinamentos que recebeu para produzir novas árvores?*
Minha árvore começou a ser plantada na catequese.
Foi ali, em minha cidade natal, que Dona Jozina ajudou a firmar minhas primeiras raízes. Durante as aulas de catequese, ela plantou em mim a semente da fé, da esperança e do compromisso com o outro.
Em casa, minhas raízes continuaram sendo fortalecidas.
Meu pai foi um dos maiores jardineiros da minha vida. Desde cedo, ensinou-me o valor da resiliência. Lembro-me de sua á árvore, que enfrentava dias de seca, perdia o vigor, parecia sem vida... Mas bastava a chuva chegar para que ela ressurgisse completamente verde, renovada e cheia de força.
Foi com ela que aprendi que a vida também floresce depois da seca.
Na escola, encontrei muitos outros jardineiros.
Minha primeira professora, Gizeuda, ajudou a fortalecer minhas raízes com carinho e dedicação.
Meus colegas ensinaram o valor da convivência.
A cozinheira da escola mostrava, todos os dias, que alimentar também é um ato de amor. Sua merenda tinha o sabor do cuidado.
A diretora, Dona Bezinha, ensinou-me algo que nunca esqueci.
Todos os dias ela tocava o sino da escola.
Ninguém tocava aquele sino por ela.
Naquela época eu não compreendia totalmente seu significado. Hoje entendo.
Há funções que pertencem ao gestor. Há responsabilidades que não podem ser delegadas. O sino não representava autoritarismo. Representava autoridade construída pelo compromisso, pelo exemplo e pela responsabilidade de conduzir uma comunidade educativa.
Minhas raízes continuaram crescendo no Magistério.
Ali conheci grandes pensadores da educação: Piaget, Vygotsky, Wallon...
Mas foi Paulo Freire quem fortaleceu definitivamente minhas convicções pedagógicas. Com ele aprendi que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua construção. Aprendi que ninguém educa ninguém sozinho; educamo-nos em comunhão, mediados pelo mundo.
Vieram então a universidade, as especializações, os cursos, os mestres, os pesquisadores e tantos outros jardineiros que ajudaram a formar novos galhos em minha árvore.
Hoje, meus frutos florescem nas escolas por onde passo.
Eles estão em cada professora que reencontra o sentido da profissão.
Em cada estudante que acredita em seu potencial.
Em cada criança que descobre que aprender pode ser prazeroso.
Em cada oficina, palestra, formação, livro, atendimento psicopedagógico e abraço compartilhado.
São minhas meninas e meus meninos.
São professores que continuam semeando aquilo que um dia receberam.
É assim que a educação perpetua sua ancestralidade.
Por isso, nunca se esqueça de onde você veio.
Nunca abandone suas raízes.
Nunca negocie sua essência.
Eu comparo minha árvore a um *umbuzeiro*, árvore símbolo do Sertão.
Ela enfrenta o solo seco, o calor intenso, a escassez da chuva e as adversidades da vida. Mas guarda, em silêncio, reservas para resistir. Espera o tempo certo. E quando a chuva chega, sua copa se cobre de folhas verdes, flores delicadas e frutos doces, capazes de alimentar gerações.
Assim desejo ser.
Uma árvore que resiste sem endurecer.
Que ensina sem impor.
Que acolhe sem julgar.
Que floresce mesmo depois da seca.
Que transforma o pouco em abundância.
E que deixa sementes para que outras árvores continuem fazendo da educação um lugar onde vidas possam criar raízes, crescer com dignidade e oferecer frutos de esperança ao mundo.
É o que se faz após experimentar uma coisa horrível. Buscar alguém como você... ou que esteja pior do que você... para tentar se sentir melhor.
Como uma fera no cio... como um predador espiando a caça...assim sou eu .. a te observar ... observando vc de longe ... trocando olhares ... intenções.. sorrisos bobos ,provocantes ... eu te querendo e querendo pra valer ... vc correspondendo..em cada detalhe ... ah se eu te pego de jeito..se eu tenho oportunidade... esse perfume gostoso quando vc passa me enlouquece..tua voz no telefone provocando falando baixinho... só vem ..vem essa noite ... eu te desejo , desejo muito ...vem matar minha sede , minha vontade ... vem de mansinho e invade ... meu corpo , minha alma, meu coração...vem e me diz sim ... e me recebe ..sua ...
Amei intensamente como uma estrela cadente que passou ...hoje sou apenas um instante na memória de quem me teve e não aproveitou ... eu era ,eu fui ,eu ainda sou ... mas vc não merece ... então acabou ... fim... ja era ...
Quem achou que me tinha..
Nunca me teve...
Sou como o vento ... vc me sentiu ..
Mas não me tocou profundamente..
Eu passei, apenas passei pela tua vida..
Mas não fiquei ...
Ele sabe como tocar minha alma .. sabe me fazer enlouquecer só de imaginar cenas picantes ... ele sabe me fazer passar a noite em claro queimando de desejo e vontade...nem precisa dizer nada ...não precisa insinuar nada .. só com os olhos ele me domina.. esse jeito de garoto , de menino quieto ,silencioso, tímido..me deixa louca .. morrendo por dentro de vontade ..até quando vai brincar comigo de amor? Até quando vai provocar minha insanidade? Vem logo e sacia minha vontade... mata minha sede de vc..vem essa noite .. me faz tua ...
Pra mim o amor tem que ser intenso..
Como o mar profundo...ninguém mergulha águas rasas ... ninguém descobre tesouros no raso ...
A mulher e como um violino..
se vc tocar sem afinar..
fara barulhos..
e ele afinado, entoara belas composiçoes...
Eu quero paz... eu busco paz..
mas ha conflitos dentro de mim .
como resolver? como me encontrar?
se a paz que eu busco ..
eu so encontro em voçe....
É bem assim que me sinto..
Como folhas caídas ao chão. .
esquecidas.. mortas.. espalhadas..
no silêncio de uma tarde triste de outono..
no findar de mais um dia..
Como qualquer outro..
Como dois corações ainda se amam, pode ter certeza, o tempo vai passar, mas o que eles sentem nunca vai morrer. O mundo inteiro pode até mudar de pressa, a juventude e a beleza desbotar, mas a promessa que une os dois no peito, nenhum inverno é capaz de apagar. É laço eterno, nó que não desata, chama viva que o vento não consome, o próprio tempo se rende e se cala, quando um coração chama pelo outro nome.
Antes de você, a ideia de "pertencer" a alguém talvez parecesse assustadora, como se eu precisasse abrir mão de partes de quem eu sou. Mas a vida tem um jeito irônico de nos mostrar o quanto estávamos errados. Hoje, eu percebo que é exatamente o oposto.Ao deixar as minhas defesas caírem e me entregar a você, eu não me perdi. Pelo contrário eu nunca fui tão eu. Cada sorriso seu que espelha o meu, cada conversa de madrugada e cada abraço onde o mundo lá fora silencia, me mostram pedaços de mim que eu nem sabia que existiam. Tem sido um processo leve, arrebatador e profundo, tudo ao mesmo tempo. É como se, ao aprender a te amar, eu estivesse finalmente voltando para casa. Se pertencer a você é uma loucura, eu confesso que espero nunca mais recuperar a razão. Quero continuar me descobrindo nesses seus olhos e fazendo do nosso amor o meu lugar favorito no mundo._Enzo Ruchell_
O Silêncio de Quem Sempre Foi Obrigado a Entender
É curioso como, em tantas relações, existe sempre alguém eleito para carregar o peso da maturidade.
É sempre esse alguém que precisa entender. Que precisa relevar. Que precisa perdoar. Que precisa se colocar no lugar do outro. Que precisa ter empatia. Que precisa mandar mensagem, responder, procurar, ceder e manter o diálogo vivo.
Quando o outro erra, pedem compreensão. Quando o outro se afasta, pedem paciência. Quando o outro machuca, pedem perdão. Mas quando é esse mesmo alguém que se cansa, se cala ou simplesmente já não consegue carregar tudo sozinho, de repente ele deixa de ser compreendido.
Há quem transforme a própria dor em argumento e a própria omissão em inocência. É mais fácil vestir a roupa de vítima do que assumir a responsabilidade que toda relação exige.
Empatia não é um dever reservado para uma única pessoa. Compreensão não pode ser uma via de mão única. Porque, quando só um lado é constantemente chamado a entender, talvez o problema nunca tenha sido a falta de empatia — mas o excesso dela em quem sempre abriu mão de si para manter os outros em paz.
13/07/2026
Retrovisor, para-brisa e presente
O passado é como o retrovisor de um carro: precisamos olhar para ele, mas apenas como referência. Ele nos mostra o caminho que percorremos, os erros que cometemos e as experiências que nos trouxeram até aqui.
O futuro é como o para-brisa: está à nossa frente, aberto às possibilidades. Podemos imaginar o destino, traçar caminhos e escolher a direção que queremos seguir.
Mas existe algo ainda mais importante: o presente. O presente é o momento em que estamos sentados ao volante, com as mãos conduzindo a nossa própria história.
Não podemos dirigir olhando o tempo todo pelo retrovisor, porque podemos perder o caminho que está à nossa frente. Também não podemos viver apenas imaginando o destino, porque é no caminho que a vida acontece.
O passado nos ensina, o futuro nos inspira, mas é no presente que dirigimos a nossa vida.
22/08/2026
— Ivanilson Aguiar de Sousa
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