Viva a Vida como se Fosse a Ultima

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A escuridão esta sobe a luz, somente no dia em que a ultima conexão estiver pronta as trevas irão brilhar.

A conversa

A última das criaturas regojiza o pão que nem o diabo quis.
Chora, pra ver ser se Deus tem pena,
mas hoje não tem ninguém em casa.
A conversa entre o desespero e o silêncio segue,
até se romper no lado mais fraco.

A última gota de água é a que possui maior valor.

Não fui eu que te disse o último eu te amo, e talvez nem seja. Não fui eu a última que se declarou por você em anonimato. Li declarações de um desconhecido e refleti muito sobre isso. Talvez alguém, um alguém a mais esteja apaixonado por você, mais um alguém prestes a se dedicar aos seus apegos e desapegos. Seu aparecer e desaparecer, que chateia, magoa, entristece. Não pelo fato de ir e vir, mas, pelo motivo de nunca avisar se voltará ou não! Os dias passam e eu acabo me esquecendo, de quando foi a última vez que apareceu, quando foi que o vi, ou senti perto de mim próximo o bastante para eu me segurar, ir contra os meus sentimentos, e desapegar-me. Por motivos óbvios de tantos encontros nunca feitos e desfeitos. Talvez por tantas chamadas de últimas horas ou por sentir que era o último momento, último este que ainda não me lembro se realmente será o último! Nayara Almeida

Quando foi a última vez que você tomou banho de chuva sem se preocupar com o celular no bolso, com o cabelo e com o sapato que não podia molhar?

Sendo a esperança a última que morre, aqueles que já não mais se empolgam por nada, somente vagam, pois já faleceram

Eu queria te olhar só por alguns instantes. Sei que ainda consigo ler teu olhar, e desde a última vez que te vi não consegui ler neles que você não me queria mais. É tão difícil eu entender o porquê de alguma coisa aqui dentro de mim ainda insistir em nós. Eu me despi do meu orgulho para escrever tudo isso, claro, ninguém está me olhando. Mas eu sei que quando eu terminar esse texto, vestirei o orgulho e não quererei te ver nem de longe. Terei ojeriza de você, de tudo o que vivemos. Me adaptei a sua ausência dessa maneira. Foi assim que consegui viver todo esse tempo sem você, não me culpe.
Deixar que o orgulho seja um pouco maior que eu foi a única maneira que eu encontrei de me levantar, de sorrir enquanto eu desmorono por dentro, de alegrar os outros enquanto eu choro por dentro. Foi a única maneira de esconder totalmente o que eu ainda sinto. E, eu sei que se você ainda for o mesmo por quem eu me apaixonei, assim que você me ver, irá enxergar nos meus olhos o mesmo amor que eu zelava por você.
Eu sonhei em cuidar de você. Sonhava todas as noites em velar teu sono, em andar de mãos dadas com você por todos os lugares, em assistir o show dos nossos cantores preferidos, em fazer fogueira. Eu sonhei que te teria pra sempre.
Eu não costumo sonhar assim. Mas eu sonhei.
O fato é que desde que tudo me aconteceu nunca mais fui a mesma. Você levou uma parte minha, me deixou desfalcada. Não consegui mais amar ninguém, tentei, confesso. Mas foi em vão. Também não consegui ter uma amizade como era a nossa, cometi tantos erros, desperdicei tantas alegrias.

Sempre existirá uma última dose de magia para o nosso final.

Dizem por aí que a esperança é a última que morre.
Não a minha esperança.
Minha esperança não é a última que morre.
Mas minha esperança é a primeira que nasce,
quando morrem as possibilidades humanas.

"Aquilo que é o melhor para nós nem sempre é o mais fácil. Mas, em última análise, é o que realmente compensa."

"É a 1ª vez que choro por um homem e te garanto que será a última. Vou arrancá-lo de meu coração ainda que para isso tenha que mergulhar no inferno. Depois, ele me pagará. Ninguém despreza Esmeralda."

Não damos conta de observar a ultima folha da árvore até que ela caia ao chão...

A coisa. O que deixa tudo com cara de metade. O que coloca três pontinhos na última palavra. A coisa que dói e consola simultaneamente, incessantemente. A paz mais triste. O inferno silencioso que ofusca os sons da rua. A coisa. As sobras dum passado. O prato principal da cabeça vazia. A coisa que faz sonhar um pesadelo suportável, mas que não termina quando desperta, porque nunca dorme. Nem morre. A coisa linda que eu quero esquecer. A coisa podre que eu só sei lembrar. A coisa essa que não dá pra alcançar com as mãos, mas vive do meu lado o tempo inteiro. A coisa que vê o que eu não enxergo. A coisa que fala o que ninguém ouve. A coisa que toca e não tem calor, mas arrepia o corpo todo. E que não pesa o lado da cama, mas dorme comigo toda noite. A coisa que existe sem querer. E que quer o que não existe mais. A coisa que quase não tem nome, não fosse a criatividade do brasileiro em inventar pra coisa, uma palavra: saudade.

Meus poderes duplicaram desde a última vez que nos encontramos.

Se você me olhar pela última vez, só verá meu sorriso com jeito de adeus. Delicado e quieto no centro da sala.

Ontem ao adormecer: em quem pensaste? Quem foi a última pessoa que te cruzou o pensamento? Quem, naquele momento em que ainda não deixaste que o sonho te invada, permaneceu na tua mente? Quem se instalou no teu querer e fugiu contigo para o teu sono? Quem levaste contigo dentro da tua alma?
Hoje ao acordar: em quem pensaste? De quem eram os braços que te apeteciam? De quem era o beijo que esperavas que te acordasse? Quem querias sentir junto a ti nos primeiros raios da manhã? De quem era o cheiro que te querias aperceber antes dos olhos sequer abrires?
Ontem, tal como hoje: adormeci e acordei contigo.
E tu, meu amor? Em quem pensaste?

Quando foi a última vez que você viu o pôr do sol sem esperar que algum monstro aparecesse na noite?

Repouso

De hoje em diante
Meu coração tem lugar
Não sairá pra passear
Da última vez
Voltou com arranhões
Agora precisa repousar
Talvez ele tome jeito
Daqui pra frente
Não sairá mais do peito
Para não se machucar

Harry Potter ainda viverá até a ultima gota de um Potterhead ser derramada

Se a esperança é a última que morre, qual é a penúltima que morre?