Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Se eu fosse Tom Jobim diria:
"A música é superior à poesia,
meu argumento irrefutável seria,
a música, por si só existe,
basta ritmo e melodia.
A poesia é verbo intransitivo,
necessita da música para formar
seu objetivo, comunicar e transcender.
A música é música sem o poema,
a poesia é verbo livre, pedaços e fonemas, ambas são elos perdidos
de um infinito teorema.
Se o meu amor fosse canção
Se o meu amor fosse canção
Seria música de Tom Jobim
Seria música de Tom Jobim
De natureza, bela, de luz e de sol
Seria pra mim sinfonia perfeita
Do começo ao fim.
Se o meu amor fosse canção
Seria ópera de Wagner
Romance de Isolda e Tristão
Queixa do Caetano
“Qualquer Coisa” vã
Travessia do Milton
Sina do Djavan.
Se o meu amor fosse canção
Seria assim, cheia de defeitos
Melodia incompleta
Rascunho de poeta
Poema sem som.
"A princípio, pensei que ela fosse Ariadne, ninfa de Apolo, e que sua mente fosse um milagre dos deuses arquitetos do caos. Mas, com o passar dos dias, revelou-se igual aos demais: uma pessoa binária, presa à contemplação medíocre do sim e do não, do bem e do mal."
O Encantamento
A princípio, ele pensou que ela fosse Ariadne — uma ninfa perdida entre os mitos e as constelações. Pensou que sua mente fosse um milagre oculto dos deuses, uma peça rara entre os destroços do caos. Via nela o brilho do improvável, como se cada gesto carregasse um segredo antigo.
Mas com o passar dos dias, ela foi se revelando... comum.
Pessoa binária — presa na contemplação medíocre entre o sim e o não, entre o bem e o mal. Uma alma regida por manuais. Uma mulher como tantas.
E ainda assim, ele a desejava.
Não por aquilo que ela era, mas por aquilo que ele imaginava que poderia ser, se ela aceitasse se lançar com ele ao vazio. Ele queria a vertigem. Queria sair do chão com ela, voar — não sobre nuvens, mas sobre abismos. Queria perder-se e, no fundo da queda, encontrá-la.
Ele era um homem subterrâneo.
Habitava no silêncio, na contramão do tempo. Carregava na alma uma solidão antiga, quase mineral. Tinha feito do abismo seu ateliê, seu altar e sua casa. E nela enxergava a possibilidade de dança, de salvação, de ruína bela.
Queria levá-la para esse mundo, onde a arte não tem preço e os gestos não pedem permissão. Queria que ela ouvisse o som da vertigem, o canto obscuro que move os artistas quando amam.
Mas ela tinha sonhos —
Sonhos com raízes, não com asas.
Queria se casar, ter filhos, construir uma casa com varanda e cortinas. Queria um homem estável, domingos tranquilos e filhos com nomes decididos muito antes de nascerem.
— E se não houver futuro? — ele perguntou, numa madrugada em que ela falava de imóveis e certidões.
— Então a gente inventa um — ela disse, sorrindo como quem jamais compreendeu a pergunta.
Ela não o entendia.
Achava bonito o que ele dizia, como quem acha bonita a chuva ou a música triste — mas não desejava se molhar, nem chorar.
Ele queria que ela rasgasse o destino e ardessse com ele num fogo sem nome. Mas ela dizia:
— Você precisa crescer.
E ele sentia que era exatamente o oposto: precisava desaprender.
No fim, ela partiu.
E ele ficou — com a ausência dela, com a vertigem não vivida, e com a verdade que o tempo traz como um veneno lento:
não era ela quem havia sido pequena —
era ele quem havia sonhado grande demais.
Se fosse possível,
Te Levaria comigo pra Lua,
seria um aprazível momento
sem ninguém para nos atrapalhar,
teríamos um jantar, num pedaço
de paraíso,
à luz de uma constelação particular,
ainda assistiríamos a um espetáculo
ao vivo
com explosão de cores e luzes
de astros de todos tipos,
Depois, numa sensação de infinito, dançaríamos a nossa canção
E mesmo que não fosse pra sempre
e que voltássemos com um aperto
no coração,
certamente, jamais esqueceríamos
de uma noite inconfundível
repletade emoção.
Se eu fosse um pirata,
Teu corpo seria o mar,
Meu desejo, a minha Embarcação,
Teu amor seria um tesouro,
a recompensa por desbravar teu coração.
O seu Sangue inocente precisou ser derramado na cruz para que o seu povo fosse verdadeiramente salvo e que a luz de Esperança pudesse voltar a brilhar mais forte do que nunca, quando o fim foi apenas o começo, uma prova incomparável de amor através de seu sofrimento, que venceu até morte, pois vitorioso, ressuscitou, concedeu-nos um grande livramento e permanece vivo,um contínuo esplendor, presente em todos os momentos.
Se o Monte Olimpo fosse real,
certamente, lá estarias
por esta tua beleza divinal
de traços ricos, de pele macia
com uma face delicada
e de um viver expressivo
por ter um espírito de liberdade
e uma luz que não se apaga,
então, és uma mulher de detalhes
bem distintos,
razão pela a qual a tua presença é rara
e deixa os meus olhos atraídos.
"Se decepção fosse um prêmio, eu teria ganhado o primeiro lugar, com distinção em promessas quebradas e sonhos desfeitos."
Sinto uma tentação inexplicável,
és uma mulher irresistível,
se fosse possível, deixaríamos,
por alguns minutos
a racionalidade de lado
pra saciarmos as nossas vontades
e aguçarmos os nossos sentidos
numa troca de carícias
e beijos molhados,
nossos corpos aquecidos
por prazeres inflamados.
Se fosse possível,
pediria pra passear
pelos teus pensamentos,
acender o teu o sorriso,
desfrutarmos de prazerosos momentos transformando simples lugares
em nossos pedaços de paraíso.
Nenhum rio o seria sem suas margens. Assim fosse e nosso planeta seria um grande lago.
Nenhum grande homem o será sem disciplina. Ela fará com que seus objetivos sigam os caminhos certos até desaguarem, nas conquistas.
" Se o Espiritismo fosse uma simples teoria,um sistema,poderia ser combatido por outro sistema, mas ele repousa numa lei da Natureza, assim como o movimento da Terra. "
Allan Kardec.
*Controle Universal do Ensino dos Espíritos.
"Se a doutrina espírita fosse uma concepção puramente humana não teria como garantia senão as luzes daquele que a tivesse recebido. Ora, ninguém neste mundo poderia ter a pretensão de possuir, sozinho, a verdade absoluta. Se os Espíritos que a revelaram se houvessem manifestado a apenas um homem, nada lhe garantiria a origem, pois seria necessário crer sob palavra no que dissesse haver recebido os seus ensinos."
Um objeto só poderia legitimamente ser considerado arte se fosse uma manifestação externa e não adulterada da psique do artista - dos seus pensamentos e sentimentos autênticos.
Uma coisa é certa:
Se a falsidade fosse um comprimido, teríamos que tomar muito cuidado, pois seria genérico e vencido!
Se as pessoas parassem de dizer que amam e começassem a demonstrar na prática, talvez o mundo fosse diferente! Falar é ação, mas exige demonstração!
"Se a prática do Ostracismo fosse evidente em nosso País!!? Não sobraria nenhum político para contar istória."
Se orar e rezar adiantasse alguma coisa.Se fosse realmente prático, nosso planeta seria um lar melhor com pessoas melhores. No entanto, orar e rezar é benéfico para acalentar a mente. Mesmo sendo um efeito placebo.
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