Viva a Vida como se Fosse a Ultima
se eu fosse a premissa maior e tu a premissa menor fariamos uma junção de nós pra extrair uma conclusão que se chamaria amor,porque oque sinto por ti somente ele sabe e mais ninguém!
Seria muito fácil se a história de nossas vidas fosse escrita utilizando um lápis, pois assim teríamos sempre uma borracha para apagar os erros e corrigi-los. Porém, iremos sempre utilizar uma caneta esferográfica e assim, o máximo que faremos será um rabisco em cima daquilo que erramos. No fim, se você parar para pensar, talvez seja até melhor, pois sempre quando revisarmos nossa história, teremos algo para nos lembrar daquilo que não deveremos mais repetir. Os erros do passado se transformam na base para os acertos no futuro. Desejo que esse futuro logo chegue.
Se eu tivesse nascido em berço de ouro, talvez, a minha mente fosse outra. No entanto me satisfaço com a consciência que tenho da vida e de tudo que provem dela. Assim vejo que nem tudo são flores...
Posso não ser aquilo que queriam que eu fosse, mas sou aquilo que eu quero ser, e é entre esses espaços e linhas que você entrou em minha vida e a bagunçou. Mas quer saber de uma coisa? É uma bagunça boa! É nesse teu sorriso que eu me apego, é nos teus olhos que eu me encanto é ao teu lado que está a minha felicidade e é contigo que os meu momentos deixam de ser só meus e passam a ser nossos!
Eu até gostaria que fosse menos, mas o fato é que já faz seis anos. Na época, eu cursava jornalismo na UCPel, e tinha um mundo inteiro para descobrir (sempre se tem, não é mesmo?). Minha vontade era clara: queria trabalhar com jornalismo escrito e fugia do assunto quando me diziam que eu tinha que ir para a televisão, como âncora de algum telejornal. Sempre gostei das palavras e de como elas informam com liberdade. Acho que ler para saber é sempre mais livre e rico do que ouvir ou do que ver. E talvez essa ideia venha desde o tempo da escola, quando a professora chegava, escrevia um fatídico primeiro parágrafo no quadro e terminava com insuportáveis reticências. E a turma ainda tinha que ouvir: - “Sejam o mais criativos possível!”. Eu sentia uma frustração terrível quando percebia que a minha criação só começava depois dos três pontinhos. Hoje escolho as palavras com a cerimônia de quem escolhe feijões na mesa da cozinha. Liberdade caça jeito, já dizia o poeta.
Mas agora é totalmente diferente. Não estou na faculdade, muito menos na escola, estou pedindo licença para retornar, para retomar o que eu deixei quando parti de Pelotas.
Enquanto cursava a faculdade, mandava textos para este jornal e, para a minha surpresa, depois de um tempo insistindo, eles foram publicados. E era uma felicidade imensa poder "me ler" no jornal da cidade. Era uma sensação de ganhar outros que compartilhassem ideias, um anonimato da imagem. Ser esmiuçada em palavras sempre me envaideceu mais do que comprar um vestido de festa.
Na adolescência, tive a oportunidade de deixar o Sul para desbravar outras fronteiras. E como nessa época, geralmente, a gente acredita que precisa sair do lugar para ir mais longe, eu aceitei.
Fui me despedindo aos poucos de cada pessoa que era importante para mim. Quando partimos, nunca sabemos quando (e se) um dia voltaremos. Faz parte da poesia de ir embora, fantasiar um voo sem trégua.
E nunca esqueço quando o jornalista Clayr Rochefort, então diretor de redação deste periódico, me desejando tudo de melhor, mas quase como quem exige uma promessa, recomendou: “Só não deixe de escrever!”
Noite dessas, no meio de um aniversário, recebo a ligação da minha mãe. Achei um canto onde eu pudesse ouvi-la e ela disse que seria breve. Queria apenas me contar que, reformando a casa, teve que desmontar um armário e, numa caixinha, encontrou meus primeiros brinquedos de infância, a roupinha que eu usei com apenas 24 horas de vida, ao sair do hospital, o primeiro lençol da minha cama de “adulto”. Quando minha voz falhou, coloquei a culpa na telefonia. Não seria fácil justificar algumas lágrimas de saudade numa noite de festa. Mais difícil ainda seria conseguir estancá-las. Saudade das origens é um tipo que não tem cura.
Mesmo que algum tempo tenha passado, eu continuei a escrever e hoje, com grande alegria, anuncio a minha frequência a ser debulhada nessas páginas tão familiares.
É que mesmo que a gente voe pelo mundo, encontre outras línguas, outras culturas, outros cheiros e amores, sempre fica num armário guardado, na cidade que nos embalou a meninice, bastante do que fomos. E, principalmente, aqueles que continuam nos vendo com os mesmos olhos de antes. Raízes, rio que sempre corre, mesmo quando a chuva estia, obrigada por terem me deixado ir e, sobretudo, por terem me lembrado de voltar.
Publicado pelo Diário Popular de Pelotas.
- Nada é real até ser desfeito.
- Isso seria bem destruidor se fosse verdade Felipe.
- A verdade é que você olha pra um futuro que sempre sonhou e esquece de ter a consciência de que isso la no futuro poderá ser seu fracasso.
- Isa! Eu busco algo que me faça chegar até a altura de ser bom, só que eu não estou conseguindo.
- Se você não se sente a altura,suba até ela Felipe. Lute por ela seja algo melhor do que você é.
- Eu cai varias vezes Isa, eu to cansado disso.
- As pessoas precisam de você Felipe. Não desista de algo que faz sorrir e te completa... lá no fundo você sabe que isso vai valer a pena, mesmo que esse dia as coisas não seja tão perfeito ou lindo como deveria ser, você tem um coração bom e se importa com o mundo, diferente das outras raças, você tem um propósito e eu estou com você nisso, na verdade todos estão com você... até isso acabar.
DEUS CURE MEU CORAÇÃO
PAI, já houve um tempo em que seu fosse te pedir algo grande... eu, por ser tão descrente em meus semelhantes e em mim mesmo, te pediria que olhasse para seu mundo… esse mundo que nos deu de presente e a cada dia estamos só te decepcionando em tudo… olhasse bem para ele e o visse como uma gigantesca Babilônia e simplesmente o apagasse como se nunca o tivesse criado… mas tu sabes que sou fraco por pensar assim… e se não o fez até hoje é porque ainda acredita em teus filhos... por isso hoje eu penso muito diferente, e se posso pedir alguma coisa só te peço que apague tudo o que não é bom em nossos corações... pois, se ainda há esperança, faça com que sejamos mais compreensivos com nossos semelhantes, fazendo que olhemos uns para os outros sem maldades, sem ambições… com os olhos cheios de amor como tu nos olhas sempre... psiu!! Pai, por favor, comece por mim...
Crescer sem deixar de ser pequeno.
Jamais pensei que crescer fosse custar tanto, doer tanto, maltratar tanto, por-nos à prova tantas vezes, mas recompensa. É uma conquista só nossa, intima, que não causa inveja, aliás, causa admiração. Alguns te admirarão e outros invejarão, é a vida. Não é pelo que você tem, mas pelo que você é. Ignorantes verão o status que desdenha, os íntegros a verdade que carrega. Os de pouca fé invejarão seus bens, os de fé orarão pela sua insignificância. Os bajuladores festejarão ao seu lado, os amigos fiéis estarão sempre ao seu lado. Você é o brilho da sua alma e não o reflexo de um espelho. Você é aquela escolha que fez: a mão que estendeu ou o punho que cerrou. Você é pensamento e não palavras, você é atitude e não promessa. Você é o que escolheu ser. Um dia você vai crescer e sentir-se grande, mas a vida vai te ensinar a ser humilde. Um dia você vai se sentir superior, mas chegará alguém ainda maior. Um dia você vai pisar, no outro será esmagado. Um dia você vai gritar, mas a vida te ensinará a sussurrar. Um dia você aprende que cantar-se superior mostrará o quanto é inferior. Cresça sem perder a humildade de ser quem você é, caso contrário, a vida vai te ensinar a ser.
“Dizem que amor é feitiço, mágoa, alegria e dor… Mas se o amor não fosse isso, que graça teria o amor?”
Autor desconhecido
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