Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Devemos viver cada momento como se fosse um lindo presente, para que ao final, já estejamos de malas prontas e sem arrependimentos para última hora, débitos da vida saldados e com algum crédito para fazer a derradeira viagem.
A. Cardoso
Trato meu pobre coração como se fosse uma criança doente: dou-lhe tudo o que pede. Mas não diga nada a ninguém: há pessoas que não me compreenderiam.
Eu te dei um pedaço do meu coração, do meu mundo, você jogou fora como se fosse alguma coisa descartável, mais era o que eu tinha para oferecer, você me deixou machucou, feridas que vão demorar para cicatrizar, eu te amei demais saiba disso.
É realmente pensamento natimorto mandar as mulheres à luta pela existência, exatamente como se fossem homens. Se, por exemplo, eu imaginasse minha gentil e doce filha como competidor, terminaria por dizer-lhe, como fiz há dezessete meses, que gosto dela e que lhe imploro que se retire da luta, vindo para a atividade calma e sem competição de minha casa.
Sentimento que sem fingir, vem com todo seu poder, me fazendo suspirar, como se fosse faltar o ar, esse ar que outrora roubava de você, toda vez ao te beijar.
Se o mundo fosse como uma fotografia, quieto, sereno, congelado, talvez eu conseguisse viver na paz que sinto ao olhar para ela.
Da Janela no sertão
Da minha janela vejo a chuva,
e ela cai como se fosse choro do céu.
Mas não, não é tristeza não:
é só o sertão do mundo molhando sua pele,
pra lembrar que até a pedra dura
se rende à água mansa.
O tempo corre lá fora,
feito cavalo brabo,
ora levantando poeira nos ventos,
ora abrindo o peito pro sol quente da vida.
Dias e noites se alternam,
como se Deus brincasse de fiar luz e sombra
na roca invisível da eternidade.
Eu fico aqui, de dentro,
vendo árvore nascer, perder folha,
morrer e ressuscitar no mesmo tronco.
É como se cada galho fosse profeta
dizendo que nada se perde:
só muda de roupa,
feito romeiro no caminho.
E aprendo que o tempo não mora em mim,
mora lá fora, correndo nas águas,
cantando nos ventos, ardendo no sol.
Dentro de mim só tem o silêncio,
um silêncio grande,
onde o instante fica parado —
feito retrato da alma,
feito milagre da vida.
Roberval Pedro Culpi
26/08/2025
O verde sempre foi meu sentimento favorito!
O verde está em toda parte, como se fosse o modo de Deus dizer “Sim”.
A maioria das coisas vivas é verde. A relva, a árvore, o caule, o início.
É por isso que é a cor mais cheia de possibilidades.
Quando o sinal está verde, é porque há caminho.
O verde é a cor da vida que segue.
Talvez, seja por isso que Deus tenha escolhido o verde para cobrir a maior parte do planeta.
Para lembrar, sem palavras, que podemos viver.
Que temos permissão para crescer, para seguir, para recomeçar.
O verde está no campo, mas também na cidade, nos sinais.
Está no meio do caos, dizendo: ainda dá.
E talvez viver bem seja isso: reconhecer os verdes do caminho.
E aceitar o convite silencioso do Criador que, com essa cor, nos autoriza a ser.
As coisas são sempre contrárias, mas se não fosse como haveria saudades? Então vivamos o hoje, sem esperar muito do amanhã.
Farei 10 anos de poesia em 2018, lembro como se fosse hoje quando escrevi o meu primeiro poema titulado “Onde está o teu corpo”, para ser apresentado no TAL (Tempo de Arte Literária), na Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima, organizado pela professora Sandra Zaira, neste dia apesar de ter escrito a poesia, não tenho apresentado, apenas apresentei poesias da minha autoria neste mesmo espaço em 2010, a poesia apresentada foi titulada como “Destino” escrita em 2010, neste mesmo ano passei a frequentar a Biblioteca Comunitária de Valéria Prof José Oiticica, onde passei a conhecer o cearense Antônio Fernandes Mendes, e a ganhar um conhecimento sobre o anarquismo, neste mesmo espaço funcionava o ISVA (Instituto Socioambiental de Valéria), e o cineclube do bairro. Em 2011, apresentei a poesia “Coração de Pedra”, no Colégio Estadual Dinah Gonçalves, a poesia “Onde está o teu corpo” somente foi apresentada no Colégio Estadual Dinah Gonçalves, também para o TAL (Tempo de Arte Literária), ganhando no primeiro lugar em 2012.
Publicações nas redes sociais:
Em 2011, passei a redigir o livro “Toque de Acalanto”, no Centro Educacional Paulo VI, ganhei o meu primeiro Pendrive, para armazenar as minhas poesias e comecei a publicar algumas poesias no Orkut, Facebook, Blog, Site, Twitter… Esse foi um dos meios que tenho encontrado para publicar as minhas poesias, para que outras pessoas lessem, mesmo assim ao longo do tempo fui parando de publicar as minhas poesias nas redes sociais, pois muitos dos amigos(as) não gostavam de receber as poesias que apareciam no “feed de notícias” da rede de cada um. Então resolvi criar uma Fanpage no Facebook, assim como na Google, mesmo assim não tive sucesso, de cada 1 elogio milhares de críticas, contra as publicações, onde buscava também escrever poesias e textos de cunho social, fazendo denúncia do sistema. Fiz parte do curso 200 anos de Poesia, administrado pelo poeta Douglas de Almeida, na Biblioteca Publica do Estado da Bahia.
Publicação de Antologia:
Em 2013, comecei a publicar poesias em antologias, recebi o convite do Valdeck Almeida de Jesus, para poder publicar uma poesia da minha autoria, no Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus, da Editora Galinha Pulando, antologia essa que é publicada um ano depois, ou seja foi publicada em 2014, enviei a poesia “Amor“. A partir dai comecei em publicar em diversas outras antologias, e fiz parte também em uma das edições da Revista Omnira, N. 8, organizada pelo jornalista Roberto Leal.
Queima de poesias:
Tenho queimado diversas poesias da minha autoria, pois não estava me sentindo bem, somente depois de alguns anos que lembrei que tinha cada poesia salva no Pendrive e em 1 CD, não foi apenas uma vez que isso tem acontecido, houve a segunda vez como uma experiência para que nunca mais faça isso, essas poesias apenas poderei encontra-la quem sabe no Rio de Janeiro, registrada pela Biblioteca Nacional.
Encontros Literário:
Tenho ido em alguns encontros literários, apenas não tenho frequentado com assiduidade por falta de recursos para se deslocar do meu bairro para o local dos eventos, tenho ido no Projeto Fala Escritor, no Iguatemi, tenho ido no Círculo de Estudo Pensamento e Ação (CEPA), no Barbalho, assim como também tenho ido na Parada do Livro da Bahia, em alguns lançamentos de livros, organizado pelo Roberto Leal, pela UBESC (União Baiana de Escritores), assim como fui no lançamento do livro “Cartas ao Presidente”, organizada pelo Carlos Souza Yeshua, tenho ido no projeto Leituras Pulicas, no pátio da Biblioteca Publica do Estado da Bahia, assim como tenho ido em algumas exposições das obras do Almandrade, no Mosteiro São Bento e na Galeria Roberto Alban, dentre outros.
Oficina de Poesia:
Fiz parte de algumas oficinas de poesia, para poder me desenvolver mais, então resolvi fazer parte de algumas oficinas de um projeto chamado Escrita em Trânsito, fiz parte de oficina organizada pelo Ricardo Domeneck, Carlito Azevedo e João Bandeira.
Se a música fosse como a guerra, o heavy metal seria como um canhão. O rock and roll seria como um rifle e o hip hop seria o acordo de paz.
Se meu objetivo fosse ter seguidores, me cobriria de fezes, assim como muitos seria seguido por moscas...
Me lembro como se fosse uma cena
De um filme romântico dos anos 70
Onde corremos pros braços um do outro
E através de simples olhares
A mente parava quando a gente estava
Perto um do outro, a qualquer momento
Eternizava
Eu queria retornar no tempo
Pra desfazer certos momentos
Que eu me arrependo de ter feito
Olhar teus olhos e com palavras
Te convencer que certas mancadas
Eu não vou repitir
Eu juro...
Eu juro...
Eu juro...
Ahh Ahh Ahh
Juro não cometer os mesmo erros que um dia cometi
Reconstruir a confiança que um dia tinhas em mim
Te convencer que naquele tempo era só alegria
Entre você e eu
Eu juro...
Eu juro...
Às vezes sinto-me como se a minha visão fosse tomada de mim, não consigo enxergar perspectivas, não consigo. Não consigo tem se tornado uma desculpa para tudo. Eu me convenci e isso está me consumindo, me destruindo aos poucos. Só consigo enxergar a realidade muito mais dura do que realmente é, não consigo acreditar na frase “isso vai passar, acredite”. Um nó na garganta, um vazio no estômago, os olhos ardem, a voz fica trêmula, poucas coisas são capazes de arrancar um sorriso. Se pensarmos o quão ruim as coisas são vamos ficar sempre lamentando, sofrendo. Os problemas sempre vão existir, podem ser diferentes, de tamanhos diferentes, mas sempre vão existir. Às vezes você se sente bem, mas aí um simples pensamento te deixa triste, algumas pessoas vão dizer, “deixe de bobagem”, mas não é bobagem você carregar um mundo de coisas dentro de si, você se torna uma bomba em risco de explosão eminente. Por isso nessas horas tente relaxar, converse com sigo mesmo, ninguém é capaz de lhe entender melhor que você mesmo, sentimentos reprimidos são como buracos negros consomem tudo e nada é capaz de fugir.
Todo beijo deveria ser dado
como se fosse o primeiro.
Todo beijo deveria ser dado
como se fosse o último.
Talvez fosse assim que você tivesse que viver... Apenas deixe as coisas como estão e nunca se pergunte se elas eram o que você realmente queria.
Estou no meio da multidão.
Ainda me sentindo sozinho.
Como se eu fosse insivel, todos me ignoram, ou enxergam apenas meus erros.
Eu tento dar o melhor de mim mas eu nunca fiz nada certo.
Eu vejo que mesmo tentando nunca mudarei.
Como a falta de esperança fosse um colirio para enxergar o que realmente sou.
Nada!!!
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