Viva a Vida como se Fosse a Ultima
Marco Aurelio Santos.
Conhecido como,Marco Aurelio roteirista. Nascido em 30 de Abril de 1969. Cidade de São Paulo e criado no jardim Zilda,Sabiá,Varginha,região do Grajaú.Locutor de rádio fm local quando fez sucesso com o programa : UTILIDADE PUBLICA, ( Espacial fm, Nova Brasil fm e Onda fm ). Teve três casamentos e seis filhos. Mauricio, Maria Helena,Maria Ana, Thamires,Isabela e Yasmim, filha de sua esposa a modelo e atriz, Juliana Almeida Bastos.Participante do filme, CIPRIANA GÓTICA, de Lala Lopes e o diretor Claudio de Andrade. Filho de Maria Ana,(a dona Lúcia),colaboradora do jornal folha Machadense, Marco Aurelio é roteirista de cinema e televisão, dramaturgo e autor de vários projetos para longa metragem e sinopses de novela assinados por ele ainda aguardando produção. Começou sua carreira escrevendo para os personagens de Ely Barbosa,(1984),revistas publicadas pela editora Abril. Pouco antes havia abandonado a carreira de desenhista publicitário em 1983.Foi figurino do primeiro clipe da falecida cantora, Cassia Eller e escreveu pegadinhas para programas de tv nos anos noventa quando ainda atuava como também locutor. O maior problema de Marco Aurelio é a Trombose em sua perna. Doença que teve a os oito anos de idade sofre até hoje com 44 anos. Com a morte de Ely Barbosa, irmão do novelista, Benedito Ruy Barbosa,Marco Aurelio, passou a escrever para cinema se juntando com sua companheira Juliana, que atua como atriz.
O que importa é que tem que lutar por ela. Tem que lutar por ela como lutou por aquele festival idiota de música. Lute pelo sonho de ter uma vida com ela! Lute como um viking!
Nunca a vi como mulher, pois ela é minha mãe. E só. Nunca pergunto como ela está, o que ela quer. Se está feliz ou triste. Não sei, nunca pergunto. Até uns dias atrás, eu não sabia do que você gostava. Mesmo assim, ela estava comigo. E sei que sempre estará. (...) Ela é a mulher da minha vida.
Eu imaginei que fosse uma brincadeira do destino, porém, a sua presença é tão viva em meu coração.É um veneno que invade minha corrente sanguínea e dilacera o meu corpo.E a todo instante eu chamo por vc.Isso tão novo que me assusta, imagino que esse seja o meu fim querer te como já mais quis.
Viver não é atrevimento. Viva. E se fosse atrevimento, se atreva então! Talvez alguém tenha te convencido que ser você mesma é um corrompimento moral, e daí reterás sua originalidade e serás infeliz. Só você pode compreender o que te faz feliz, e para isso o principio fundamental é... Conheça-te a ti mesmo. Faça um raio X de cima abaixo, de fora a dentro e saberás...
"Não somos infalíveis,
mas não desanime. Viva
em busca do impossível,
pois, se fosse fácil, todos
conseguiriam."
Livro: Pare, Reflita & Inspire-se...
Viva e eficaz é a Palavra de Deus; se não fosse verdadeira me consideraria o maior mentiroso do planeta Terra.
Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...
A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo,
Sem tirá-las do meu coração;
A sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostrar-lhes que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade,
Para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir;
Aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças;
Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo,
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhosa com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente,
Pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente,
Pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordada;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesma tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida.
Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá, manifeste suas ideias e planos, para saber se vocês combinam e certifique-se de que quando estão juntos aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Nota: Trecho de texto muitas vezes atribuído de forma errônea a Luis Fernando Verissimo, mas que é de François de Bitencourt
...MaisQuero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena!
Nota: Trecho de um poema muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Mário Quintana.
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles... Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências…
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Essa mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles!
Eles não iriam acreditar! Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação dos meus amigos, mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não o declare e não os procure.
Às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles e me envergonho porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem-estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamento sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer… Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos e, principalmente, os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus verdadeiros amigos.
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