Viva a Realidade
Viva os emocionados que são intensos como o calor do verão e românticos como as flores da primavera, porque de frio já basta as noites do inverno e sentimentos frágeis já basta as folhas caídas do outono.
Tu és o verso mais profundo da minha existência, a poesia viva que se desenha no silêncio dos meus dias, e eu sou apenas o leitor perdidamente rendido, aquele que percorre, uma e mil vezes, as tuas curvas e contracurvas com a alma em suspenso, descobrindo em cada detalhe do teu ser um mistério que me encanta, um ritmo que me guia e a única história que eu desejaria ler e reler até que o tempo, finalmente, se esquecesse de passar.
Da vida só levamos o essencial: os momentos vividos! Por isso viva a vida com alegria e com muito amor no coração."
Amor que transforma é graça viva,
é cruz, é sangue, é ressurreição.
É Ele que arde, acelera e pacifica,
fazendo do frágil, vaso em Sua mão.
“Cristo nos amou e Se entregou por nós, como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.” (Efésios 5:2)
Ele é o Pão da Vida – satisfaz a fome que ninguém vê. (João 6:35)
Ele é a Água Viva – sacia a sede mais profunda do coração. (João 4:14)
Ele é o Bom Pastor – guia, guarda e não abandona.
(João 10:11)
Ele é a Porta – abre caminhos onde o homem diz que não há saída. (João 10:9)
Ele é a Luz – ilumina até o vale mais escuro. (João 8:12)
JESUS é suficiente!
Viva para a aprovação do céu, não para a medalha humana;
Quem serve pra aparecer, já recebeu sua recompensa. miriamleal
Peso e Pluma
O peso no peito é o lembrete mais honesto de que a alma ainda está viva. Ele aparece quando o corpo tenta segurar o que já devia ter ido, uma dor antiga, uma palavra engolida, um medo que a gente chama de prudência.
Mas tudo que pesa quer se mover. Quando você olha o bastante pra esse peso, ele começa a mudar de forma. A consciência é o calor que dissolve o chumbo. A pluma não é leve porque o mundo ficou mais gentil; ela é leve porque você parou de lutar contra o que sente.
Às vezes, o alívio não vem de soltar. Vem de aceitar que o peso também é parte do voo.
Tem coisa que faz a gente lembrar que é... viva e doída,
um eco que não se cala,
um fio solto no tempo
que puxa a gente pra casa.
Que é... riso que arde,
lágrima que dança,
um cheiro, uma cor,
um instante que nunca se cansa.
Pra não esquecer quem eu sou,
eu marquei na pele.
Três vezes.
Duas.. memória viva.
Coisas que eu criei,
vivi,
fui.
Pra nunca mais duvidar
da minha própria história.
A terceira é guerra.
Um símbolo marajoara,
tribal,
cravado no dedo..
porque pra mim,
dedo é rota.
Caminho.
Direção.
Escolha.
E agora eu sei,
sem hesitar:
pra onde eu não volto.
