Viva a Realidade

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O conhecimento científico só se sustenta quando confrontado com a realidade por meio da evidência empírica.

Ser doutor é dominar o marco teórico, mas também saber dialogar com a realidade empírica.

Sonhar acordado é utópico; sonhar dormindo é normal; transformar o sonho em realidade, aí sim é essencial

" Eu pensava que vive a minha realidade, mais no fim descobrir que tudo ao meu redor era feito de mentiras e traições "

Nem sempre a verdade
corresponde a realidade,
Nem toda a Taioba foi
feita para se alimentar,
Em tempos de disputas
de narrativas prefira ficar
com a poesia porque
com ela possível conversar,
O tempo é precioso demais
para permitir em vão gastar.


[[[Não insista ter razão;
melhor é parar de guerrear!]]]

Construa a sua realidade paralela em nome da sua própria salvação. Terceiros não podem continuar roubando o seu tempo precioso que você deve gastar contigo mesmo.

... sábios,
na realidade, não são seres especiais, inflexíveis - sequer, insólitos visionários disseminando suas robustas impressões e conteúdos capazes de subjugar
os labores do tempo...
Verdadeiros sábios, a meu ver, são seres
comuns, moderados - externando uma invulgar
e já calejada mestria em oportunizar soluções,
em que, a maioria de nós só enxerga
problemas!

Decepção


É quando a realidade te dá um tapa com a mão aberta depois de você jurar que era carinho.
É perceber que você não se enganou por ser burra… se enganou porque quis acreditar. E acreditar, às vezes, é o erro mais caro.
É quando alguém te prova, com ações bem claras, que você era opção… enquanto você tratava como prioridade.
E dói mais não pelo que a pessoa fez — mas pelo que você imaginou que ela nunca faria.
Decepção não quebra só o coração, não. Ela corrói a confiança, desmonta tua intuição e ainda deixa aquele gosto ridículo de “eu devia ter visto isso antes”.
E o pior?
Quase sempre você viu.
Só escolheu ignorar porque sentir era mais confortável do que encarar a verdade.
Tem um momento específico que é o mais sujo: quando você entende tudo.
Quando as peças se encaixam e você percebe que não foi azar… foi escolha mal feita.
A sua.
A da outra pessoa.
Um caos compartilhado.
Mas aqui vai a parte que ninguém gosta de engolir:
decepção é um tipo de lucidez. Violenta, sim. Mas limpa.
Ela arranca a fantasia, rasga expectativa, joga luz onde você queria manter sombra.
E por mais que doa, ela te devolve uma coisa que você tinha largado pelo caminho: critério.
Você fica mais fria? Fica.
Mais seletiva? Ainda bem.
Mais difícil de acessar? Óbvio. E talvez seja exatamente isso que te salva da próxima.
Porque no fim das contas, a decepção não te destrói.
Ela só destrói a versão de você que aceitava menos do que merecia.
E essa… sinceramente… já tava pedindo pra morrer faz tempo.






Livro: Textos que Doem e Acordam por Lucci Santz

⁠Talvez uma das principais comprovações de que a realidade humana seja muito dura seja a aceitação da nossa própria robotização.


Porque, no fundo, ninguém se transforma em máquina por acaso.


Não é apenas a tecnologia que nos molda — é o cansaço de sentir demais, pensar demais, carregar demais.


A automatização da vida não nasce do fascínio pelo artificial, mas da exaustão diante do real.


Ser previsível, repetir padrões, reagir como se tudo já estivesse programado… tudo isso oferece um tipo de alívio bastante silencioso.


Não é felicidade — é anestesia.


É mais fácil seguir um roteiro invisível do que encarar o peso de escolher, errar e se responsabilizar.


Tudo que honestamente quase ninguém quer, é Liberdade.


A liberdade, quando levada a sério, assusta muito mais do que qualquer algoritmo.


E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando até a própria consciência.


Deixamos que tendências decidam gostos, que opiniões prontas substituam pensamentos, que notificações ditem o ritmo do dia.


A vida deixa de ser vivida e passa a ser apenas respondida.


Não há pausa, só reação.


O mais inquietante não é o avanço das máquinas — é o quanto nos tornamos compatíveis com elas.


Já não estranhamos agir sem refletir, consumir sem questionar, concordar sem compreender...


A robotização deixa de ser ameaça e passa a ser conforto.


Mas há um preço.


Sempre há.


Ao abrir mão da complexidade humana, também abrimos mão da profundidade.


Perdemos a capacidade de nos surpreender, de nos contradizer, de crescer a partir do desconforto.


Tornamo-nos eficientes, mas rasos.


Conectados, mas distantes.


Informados, mas pouco conscientes e muito vazios.


Talvez a realidade seja muito dura mesmo.


Talvez seja difícil demais sustentar a lucidez cobrada lá fora o tempo todo.


Mas aceitar a própria robotização não é solução — é desistência disfarçada de adaptação.


E, no meio de tanta fuga, a pergunta que insiste em permanecer é tão simples quanto incômoda:


em que momento sobreviver deixou de significar, também, sentir?

Deus é a própria realidade como um todo interligado, não um ser separado.

"Para a sociedade, é mais glamouroso acreditar na fachada do que encarar a realidade! 🤯
- Van Escher

Relações que viraram aba anônima
A triste realidade do século XXI: diante de tantas informações oferecidas pela era da tecnologia, as pessoas estão cada vez mais conectadas à tela de um celular do que a um toque humano. Onde fazer e desfazer vínculos de amizades ou de relacionamentos é bem mais prático. Pois não exige sentimentos e nem comprometimento. É simplesmente digitar ou gravar e enviar. Porque uma tela exige menos coragem do que um olho no olho.
— Van Escher

⁠"o Real - o fato - é universal! A realidade é individual! Ela é a interpretação dos fatos pelo indivíduo, mediante seus desejos, sentimentos e expectativas. Para compreender se sua vida é real ou fantasia, cada um tem que entender se os fatos coincide com a realidade!"

Toda a sua realidade começa na sua mente. Se iniciar a semana dizendo a si que será abençoada,se projetara para as bençãos. Mas, se já começa-a se maldizendo, sustente os seus decretos! Pois, é assim que o seu inconsciente irá dirigir o seu consciente!. Não há como a realidade ser diferente "

Negar verdades absolutas é fácil; difícil é amar a realidade o suficiente para não mentir sobre ela.

Se deus é amor, alguém esqueceu de atualizar o manual de instruções da realidade.

Niilismo é negação; ateísmo é afirmação da realidade.

Ao afirmar que sem deus a realidade não tem nenhum sentido, a base do niilismo se torna a necessidade de uma concepção de significado sobrenatural herdada de uma tradição religiosa

Quem teme a escuridão inventa luzes sobrenaturais. Quem aceita a realidade aprende a enxergar no escuro.

Há um empate metafísico quanto à realidade do passado. Assumir sua realidade é uma convenção prática inevitável, não um conhecimento. Qualquer tentativa de elevar essa convenção a verdade epistêmica é ilegítima.