Virar a Pagina a Vida Continua

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A sua vida ficará ainda mais rica a partir do momento que você começar a colecionar boas memórias.

A vida é tão estranha que nalgumas vezes não me reconheço.⁠

Cada momento da nossa vida é um ensaio para o que vem a seguir.

Tem muita gente vendendo sucesso, sem nunca terem conquistado nada na vida.

Se for para ser alguma coisa, seja a diferença na vida das pessoas.

⁠As vezes, sua vida é o reflexo de como você lida com suas responsabilidades

Dilemas


A vida poderia ser um pouco mais amena,
deveria ser como os romances do cinema.
Poderíamos paralisar a cena
sempre que achássemos que valeria a pena.


Tomar o controle da vida
e acelerar aquelas cenas que causam ferida.


Tenho mesmo que escolher?
Ainda que isso me faça sofrer?


Possibilidades diante de mim,
sinto-me preso em uma esquina sem fim.


Dilemas meus,
que acabam se tornando seus,
pelo fato de insistir
em fazer parte do meu existir.


Precisamos decidir
antes que os castelos de sonhos venham ruir
e o tempo roube a chance
de uma nova história construir.


Quão doloroso é sonhar com algo maravilhoso
em tempos conflituosos
e viver a dura realidade
de um pesadelo assombroso.


Iludidos, acreditamos na revogação da escravidão.
Se de fato meus pecados fossem perdoados,
a força da lei teria sido revogada,
nunca que, pelos meus iguais,
eu seria julgado
e, consequentemente, condenado.


Somos humanos acuados,
machucados e dilacerados,
lutando diariamente
com lembranças tristes do passado.


Nas esquinas da vida,
sequer somos notados
pelos que transitam
ao nosso lado.


Dilema é confusão,
pois veementemente não nos dá terceira opção.
Machuca o coração
dos que romperam com a grande ilusão
fomentada pela religião.


Deixamos de ser otários
ao pensar de modo binário,
fazendo de um mundo milionário
um pobre salafrário.Dilemas


A vida poderia ser um pouco mais amena,
deveria ser como os romances do cinema.
Poderíamos paralisar a cena
sempre que achássemos que valeria a pena.


Tomar o controle da vida
e acelerar aquelas cenas que causam ferida.


Tenho mesmo que escolher?
Ainda que isso me faça sofrer?


Possibilidades diante de mim,
sinto-me preso em uma esquina sem fim.


Dilemas meus,
que acabam se tornando seus,
pelo fato de insistir
em fazer parte do meu existir.


Precisamos decidir
antes que os castelos de sonhos venham ruir
e o tempo roube a chance
de uma nova história construir.


Quão doloroso é sonhar com algo maravilhoso
em tempos conflituosos
e viver a dura realidade
de um pesadelo assombroso.


Iludidos, acreditamos na revogação da escravidão.
Se de fato meus pecados fossem perdoados,
a força da lei teria sido revogada,
nunca que, pelos meus iguais,
eu seria julgado
e, consequentemente, condenado.


Somos humanos acuados,
machucados e dilacerados,
lutando diariamente
com lembranças tristes do passado.


Nas esquinas da vida,
sequer somos notados
pelos que transitam
ao nosso lado.


Dilema é confusão,
pois veementemente não nos dá terceira opção.
Machuca o coração
dos que romperam com a grande ilusão
fomentada pela religião.


Deixamos de ser otários
ao pensar de modo binário,
fazendo de um mundo milionário
um pobre salafrário.

No fim, o que contou não é o que deu certo, é o que nos transformou.
Uma vida sem riscos pode ser longa,
mas raramente é memorável.

Mundo versus vida: existe uma tensão entre liberdade e interesse, com o risco de o ambiente "colonizar" a natureza da gente; é necessário às vezes olhar para trás e perceber o quanto progrediu sozinho!
Quando o mundo controla a informação que chega a alguém, ele controla a realidade dela; quando um sonho prefere o exílio à volta para casa, isto não é apenas notícia!
Sonhos são caçadores de crepúsculos, quando ele é projetado para executar ordens, em vez de improvisar, apenas a imaginação pune impiedosamente sua hesitação!
Não é sobre a natureza, mas "uma natureza": o ambiente insiste em moldar a essência de alguém independente de sua cultura, exceto o de um sonho enraizado!

Vida sempre se celebra
tempo de agradecer
infindáveis são as bençãos
reflexão vamos ter
elevação, muito amor
redenção desejo ter

Aposentei-me do trabalho, porém jamais me aposentarei da vida, por isso continuo a produzir.

A vida não é fácil, mas é simples.
A complexidade nasce dos personagens que criamos; cada um nos guia para curvas que nos afastam do caminho que leva ao entendimento.

O homem mais rico do mundo trocaria tudo por mais um dia de vida; o mais sábio cuida-se hoje para viver melhor amanhã.

Não investir na própria saúde é falhar no dever básico de preservar o que sustenta a vida.

'O sol bateu no vidro, anulei o cansaço. No mérito
da vida, dei meu segundo passo.
Contemplo a natureza, neste belo cenário...
Deus é o escritor do meu itinerário.
No rastro da estrada, fiz minha petição
Solicitando prudência e mais direção.
Ratifico a graça de estarmos aqui.
Dá-me sabedoria Senhor, pra prosseguir.'

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.
QUADRO DA VIDA ESPÍRITA E A PRESENÇA DOS ESPÍRITOS NA EXISTÊNCIA HUMANA.
Artigo: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A Doutrina Espírita desde sua formulação inicial apresenta um dos mais profundos e desafiadores deslocamentos da consciência humana. Ela não se limita a oferecer uma promessa futura ou uma explicação consoladora para a morte. Ela reorganiza a compreensão do que seja viver. Ao afirmar a sobrevivência da alma e a presença constante dos Espíritos no cotidiano humano o Espiritismo desloca a vida do eixo do acaso para o eixo da responsabilidade moral contínua.
No texto clássico publicado na Revista Espírita no ano de 1859 encontra se delineado um verdadeiro tratado de psicologia espiritual. Nele a morte não aparece como ruptura violenta nem como aniquilamento. Ela surge como transição gradual marcada por estados de perturbação lucidez adaptação e reconhecimento. Esse processo descrito com sobriedade e precisão retira da morte o caráter fantástico e devolve lhe a dignidade de fenômeno natural submetido a leis.
A ideia do nada após a morte apresentada como hipótese materialista é descrita como psicologicamente insustentável. A angústia diante do vazio absoluto a dissolução da memória o apagamento dos afetos e a inutilidade moral de toda ação revelam se como fontes profundas de desespero existencial. A razão humana segundo o próprio texto não se satisfaz com uma existência futura vaga indefinida e sem estrutura. É justamente nesse ponto que a revelação espírita intervém não como imaginação poética mas como observação racional dos fatos mediúnicos.
A alma segundo a Codificação não é abstração metafísica nem princípio impalpável sem propriedades. Ela é o Espírito individualizado revestido de um envoltório semimaterial que lhe confere forma percepção identidade e continuidade. Essa concepção rompe com séculos de indefinição teológica e filosófica. O Espírito vê sente pensa recorda ama sofre e progride. Ele não se dissolve no todo nem se reduz a centelha impessoal. Permanece sendo alguém.
Do ponto de vista psicológico essa continuidade da identidade é decisiva. A consciência humana necessita de sentido de permanência para manter equilíbrio interior. A noção de que tudo termina no nada desorganiza a psique aprofunda o medo da perda e gera comportamentos de apego desespero ou indiferença moral. A Doutrina Espírita ao afirmar a sobrevivência consciente oferece uma base sólida para a maturidade emocional. O indivíduo compreende que suas escolhas não se apagam com a morte e que seu mundo interior o acompanha.
A presença constante dos Espíritos descrita no texto não deve ser interpretada como vigilância punitiva nem como interferência arbitrária. Trata se de convivência por afinidade. Os Espíritos aproximam se segundo a sintonia moral intelectual e afetiva. Esse princípio possui enorme valor educativo. Ele desloca a ética do medo para a ética da coerência interior. Não se evita o mal por temor de castigo externo mas por compreensão das consequências naturais da própria vibração íntima.
A psicologia espírita reconhece que pensamentos emoções e desejos constituem campos ativos de atração. O Espírito encarnado não está isolado em sua interioridade. Ele emite e recebe influências. Essa interação explica muitos fenômenos psíquicos ignorados pela psicologia materialista como certas obsessões angústias persistentes impulsos incoerentes ou estados de inspiração elevada. A Codificação apresenta esse mecanismo com clareza ao afirmar que os Espíritos veem ouvem observam e participam da vida humana conforme lhes seja permitido pela afinidade moral.
O estado de erraticidade longe de ser ocioso é apresentado como intensamente ativo. Os Espíritos trabalham aprendem orientam protegem inspiram e deliberam. Essa descrição dissolve a ideia infantil de um céu estático ou de um inferno material. A felicidade e o sofrimento são estados de consciência decorrentes do grau de lucidez e harmonia interior. Espíritos elevados encontram alegria no serviço. Espíritos inferiores sofrem pela impossibilidade de satisfazer paixões que ainda conservam.
Essa concepção tem profundo impacto moral. Não existe salvação instantânea nem condenação eterna. Existe progresso gradual sustentado pelo esforço pessoal. A responsabilidade é contínua mas também é contínua a possibilidade de reparação. O sofrimento não é vingança divina mas consequência educativa. Essa lógica restaura a confiança na justiça da vida e elimina o desespero metafísico.
A presença dos Espíritos amados após a morte reorganiza também a experiência do luto. A dor da ausência não é negada mas é ressignificada. O vínculo não se rompe. Ele muda de plano. Essa certeza impede que a saudade se transforme em desintegração psíquica. O amor deixa de ser posse e torna se comunhão duradoura. Esse ponto foi amplamente desenvolvido nas obras mediúnicas do século 20 que aprofundaram com detalhes psicológicos aquilo que a Codificação apresentou em estado germinal.
Do ponto de vista coletivo essa doutrina restaura a dignidade das relações humanas. Nenhum gesto de bondade é inútil. Nenhuma fidelidade é esquecida. Nenhum esforço moral se perde. A vida deixa de ser aposta incerta e passa a ser construção consciente. O bem acompanha o Espírito. O mal pesa sobre a consciência até ser reparado. Essa lógica educa sem ameaçar e eleva sem iludir.
A compreensão da vida espiritual apresentada na Codificação e confirmada pelas comunicações posteriores constitui uma das mais coerentes arquiteturas morais já oferecidas ao pensamento humano. Ela une razão fé observação e ética em um mesmo corpo doutrinário. Não promete facilidades mas oferece sentido. Não infantiliza mas responsabiliza. Não assusta mas esclarece.
Quando essa visão se instala no íntimo o ser humano deixa de viver como quem atravessa o mundo às cegas. Cada pensamento adquire peso. Cada emoção ganha direção. Cada escolha prolonga se além do instante. A vida cotidiana torna se escola e preparação. E o indivíduo passa a compreender que viver bem não é agradar forças invisíveis mas harmonizar se com a lei profunda da existência que governa tanto o mundo visível quanto o invisível.

Fontes doutrinárias.
Allan Kardec O Livro dos Espíritos 1857. O Céu e o Inferno 1865. Revista Espírita 1858 a 1869.
José Herculano Pires traduções e estudos da Codificação Espírita.
Francisco Cândido Xavier obras mediúnicas de André Luiz especialmente Nosso Lar e Os Mensageiros.

Não permita que o medo ou a nostalgia te prendam ao que ficou para trás. A vida é uma jornada em frente, e o melhor ainda está por vir. Não olhe para trás, siga em frente com fé e propósito.

Bom dia!
⁠Acordei meu Deus
Muito obrigado pelo privilégio da vida e pela confiança em mim depositada. Hoje farei diferente de ontem, pois, o senhor me permitiu mais um amanhecer e minha missão aqui na terra foi estendida.
Gratidão, pai.

⁠As pancadas da vida me deixaram cicatrizes, porém, a dor me fez mais forte.

⁠Tem muita gente quebrando a cara na vida, porque estão tentando a sorte ao invés de deixar Deus agir.
Sortudo mesmo é aquele que espera com paciência no senhor.