Violino
O Bambino do violino
A calçada era comum
Uma bela fonte a jorrar
Um belo italiano bambino
Abraçado ao seu violino
Com olhos a catar
A quem pudesse chegar
Suas vestes condiziam
A necessidade sentida
Mas seu alegre olhar
Não podia esconder
Sua vontade de ajudar
Os passantes a sonhar
As muitas moedas roladas
Ficavam sofisticadas
Como a melodia por ele tocada
Revelava o bom das saudades
Aquelas alegres, gostosas
Nunca esquecidas
Que um dia foram vividas
Ele tinha o poder
De oferecer sem perceber
Alegrar os corações
Com acordes de emoção
E talento exímio
De um belo italiano bambino
"A vida, uma orquestra".
Toca o violino suave, respiro, tic tac vagalume, um flash, a mente viaja numa esronave, bate o pandeiro, acende o cadeeiro, o violão e safona entoa, o piano, enxugo as lágrimas no pano, cansado de sapatear, os tamborins se agitam, as estrelas entram em depressão, na escuridão do porão, a morte geme, ora, ora, ora, no romper da aurora, o galo, os currais, cantiga de peão, os reis magos voltam a brilhar, convicção, que ainda, todo partido coração pode consertar, a orquestra mais bela, a fé convicta, ela, que um dia a escuridão tentou, apoderou, mas não, nunca, não consegue matar, a vida que pulsa, flerta em harmonia, a história de um dia, venha eternizar.
Giovane Silva Santos .
22/08/2022 21:46hs.
Deus abençoe a todos
O violino é o instrumento que não canta, chora!
Suas lágrimas em turvo de dor, desespero e melancolia transcorrem entre notas e melodias que emocionam quem o toca e mais ainda quem escuta tal pranto, do suave e feroz violino..
O seu Violino e o eco da sua personalidade
O seu belo violino é a extensão da sua personalidade, da emoção que reflete naturalmente o seu sorriso, que sai de cada nota, do seu toque preciso entre o arco e as cordas.
Existe muita paixão na sua musicalidade; parece acompanhar os batimentos do seu coração, da sua profundidade — a viveza de uma forte melodia e a força de uma linda canção.
Sua arte é maravilhosa, assim como a sua rica existência. Graças a Deus, amável como uma expressividade sonora que mostra que a música, de fato, é uma bênção.
O violino toca...
Inquieta diante do que lhes foi prometido,
Decidiu interromper os sonhos de outra pessoa que não merecia o seu amor,
Alguns destinos não tem pressa, apesar disso inevitavelmente eles chegam,
O rio segue o seu próprio curso em meio a descidas ou elevações, em meio a muitas curvas e braços muito curtos em sua extensão, no entanto em um dado momento da sua jornada, ele consegue se encontrar com o mar,
O que hoje pode ser considerado um atraso, amanhã pode ser entendido como o ritmo certo para, para o lugar certo,
A constância, o percurso e as pedras deixadas pelo caminho, são obras do destino,
O violino toca no alto das montanhas, as mãos acariciam suavemente os campos verdejantes, o encontro está muito próximo.
Navego pelo século 21 com o compasso da Geração Silenciosa: sou o violino que só canta para quem entende de zelo, e o piano que transforma a paciência em paz. Sou o silêncio que escreve poemas enquanto o mundo faz barulho
Violino não tocou nada mais.
Diante porcos capilistas.
Deformações da democracia.
Toquem os sino dos oprimidos.
Pois repressão esta nas porta
Bate bate que quero entregar meu país...
Pois sou a escória da politica
Meu eu político entrega terras raras e pix mais quatros anos e pai soltou
Porca vai dar cria a ratos que deforma democracia.
Ate os alienação intelectual morreram lábios da morte seu corpo foi arrasto decapitado dado aos caes do imferno do imperialismo digital.
Aplaudam a ignorância em alienação intelectual todos estão na mesma cova.
A mulher e como um violino..
se vc tocar sem afinar..
fara barulhos..
e ele afinado, entoara belas composiçoes...
A Poça do Cemitério .
Bernard Fleet tinha 12 anos, adorava tocar seu violino, porém, ele realmente queria tocar o terror; vivia com sua irmã e gato; na realidade, o que queria era viver com monstros, aranhas e ratos, vagando pela noite em um desespero só com o escuro e a solidão que pertencia-ele. Com a então chegada de sua prima, ele fingia gostar dela, mas ele queria mesmo era fazer ela queimar em lava quente. Contudo nem sempre Bernard pensava assim; também de música ele é cercado; quando todos liam “Guerra e Paz”, Bernard lia obras de “Edgar Allan Poe”. Enquanto ele estava tocando seu violino escutou um grito de socorro agonizante das pessoas que não vivem mais, quando percebe-se era a voz da sua noiva que foi assassinada brutalmente no dia 25 de agosto de 1958 .
Bernard pensa em desenterrar o cadáver para transformá-la em um zumbi e então ressuscitá-la, mas sua tia mandou ele ir de castigo para o porão, porém Bernard sabia que tinha sido mandado para um lar de solidão, porque estava cavando o canteiro de flores no quintal da sua casa .
Todas as noites dentro do porão ele escutava gritos de horror dos seres mortos, ele estava enlouquecendo, pois vem uma sombra e o garra por traz e ele vivência uma luta implacável, enquanto Bernard está em seu cemitério de loucura, sua tia abre a porta e começa ver aquela tortura no porão e encontra Bernard brigando com o cobertor, ela vai embora, mas quando fecha a porta um outro mundo começa a se abrir dentro da cabeça de Bernard e rapidamente é engolido. Ele não conseguia falar nada, pega-lhe a pena e começar rabiscar no papel “Estou dentro de um mundo de solidão” ,depois o porão começa a se mexer e sua normal paranóia começa aparecer; Bernard escuta a voz da noiva que no túmulo padece, ele começa a ver mãos tentando puxa-lo para um outro mundo. Todas as imaginações que ele havia criado começam a devorá-lo com um grito de horror, com seu corpo machucado de tanta dor cita um trecho de “O Corvo, de Edgar Allan Poe”: “Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.”
Eu consegui me dominar para fazer meu corpo dançar, mas o violino não me deixou dominá-lo, e sou um eterno admirador, pois meu coração palpita ao ouvir seus dós, rés, mis, fás, sols, lás, sis...
Sintonia:
O corpo é feito música. Não importa se é violão, viola, violino, nem seus rabiscos, o importante mesmo, é dançar no ritmo.
É tocar com leveza, e alcançar a alma. É continuar dançando, mesmo que a música pare de tocar!
#Andrea_Domingues ©
Pensamento de Andrea Domingues 03/03/2019 às 19:00 horas
_Toca o violino
como se tocasse sua alma,
brevemente um desejo de nudez
aflora o coração, inóspito sentimento
borbulha o desespero em cada nota,
que evolui o sentido da mais pura inocência,
caindo num espiral de vaidade e luxuria.
seu voz perde o som diante a nota de sua alma.
"vento Frio "
Vento frio como acorde de violino,
rasga a madrugada de silêncio
arrepiando desalinhadas memórias.
Vento com chuva percorre a rua,
derramando-se sinuosamente,
ondulando cascatas de folhas,
abstrato corpo dançando,
que a noite vai devorando...
Por quem lamenta este vento,
inquieto visitante noturno,
que na janela vem bater?
Vento na pele arrepia,
O frio carece a pele serena
Da pequena menina morena
agitando sentimentos como folhas,
O sol radia em tempo gelado
A menina morena quer ser aquecida pelos teus abraços.
Que brota no rosto de uma criança
Protegida por um verdadeiro amor.
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