Violencia Domestica de Pais Contra Filhos
Não tenho partido nem político de estimação; voto sempre na esperança de melhorar o país.
Benê Morais
Você imagina que seus pais ou seus tutores, ou mentores já nasceram velhos e você uma criança e que eles sabem tudo?! Engano seu, tem muitas coisas que eles não conhecem mesmo tendo mais anos de vida vivida que você, acredite nisso.
Você acreditaria que seus pais ou alguém muito mais velho que você já foram mais jovens como você(s) em gerações anteriores a sua?!
Crítica à desigualdade e à impunidade
Aqui é o Brasil. país onde o trabalhador honestamente sustenta a família com um salário mínimo, a realidade se torna insuportável quando a elite do poder judiciário vive à margem do esforço que mantém a nação de pé. Ver quem julga e decide sobre a vida alheia desfrutando de privilégios desproporcionais é um insulto à dignidade do trabalho e à ideia de justiça. Essa disparidade não é apenas econômica; é moral e institucional, corroendo a confiança pública e transformando o tribunal em símbolo de distância entre lei e povo.
A imagem de magistrados que parecem alheios ao labor cotidiano — que recebem muito mais sem que isso se traduza em serviço público visível ou em responsabilidade efetiva — é vergonhosa e perigosa. Quando a autoridade se confunde com conforto e o dever com indiferença, a democracia empobrece. A justiça deixa de ser um ideal e passa a ser um privilégio reservado a poucos, enquanto a maioria paga a conta com suor e sacrifício.
Exigir transparência, prestação de contas e critérios claros de remuneração não é ataque; é defesa da própria noção de Estado de Direito. É preciso restaurar a proporcionalidade entre responsabilidade e recompensa, valorizar o trabalho produtivo e punir a opacidade que alimenta privilégios. Só assim a palavra “juiz” voltará a significar imparcialidade e serviço, e não um sinônimo de distância e impunidade.
A luta é por respeito ao trabalho, por instituições que reflitam os valores que proclamam e por uma sociedade onde o esforço do pobre não seja o alicerce do conforto de poucos. Que a indignação se transforme em mobilização cívica, em leis mais justas, em fiscalização efetiva e em políticas que coloquem a dignidade humana acima de privilégios.
O Abismo da Justiça e do Trabalho
Num país marcado pela desigualdade, o trabalhador pobre carrega nas costas o peso de um salário mínimo que mal sustenta sua família. Ele acorda cedo, enfrenta transporte precário, cumpre longas jornadas e volta para casa exausto, apenas para descobrir que o fruto de seu esforço não lhe garante dignidade.
Enquanto isso, uma elite togada desfruta de privilégios que beiram o escárnio. Juízes, em sua maioria, recebem salários e benefícios que multiplicam por dezenas o que ganha um trabalhador honesto. A contradição é gritante: quem produz riqueza, quem mantém o país funcionando, é tratado como descartável; quem deveria zelar pela justiça, muitas vezes se acomoda em um pedestal de privilégios.
A semelhança entre o trabalhador e o juiz deveria estar na honra do serviço prestado à sociedade. Mas a realidade é vergonhosa: de um lado, suor e sacrifício; do outro, pompa e ostentação. O contraste não é apenas econômico, é moral. É a prova de um sistema que valoriza mais o poder do que o esforço, mais o status do que a dignidade.
Esse abismo não é apenas uma injustiça social — é uma ferida aberta na consciência nacional. Enquanto o trabalhador é esmagado pela sobrevivência, a classe privilegiada se afasta cada vez mais da realidade, perpetuando um modelo que humilha quem realmente sustenta o país.
Para psiquiatras, psicólogos, pais de santo, benzedeiras e afins: quando o sentido já não faz sentido, quando o amanhecer é apenas mais um dia, e quando o nada se torna o seu tudo, sorria como uma hiena e torça para encontrar o leão faminto logo na próxima esquina.
O PAÍS DO FUTEBOL... E DAS DESGRAÇAS POLÍTICAS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Circula nas páginas do Facebook uma fotomensagem que nos faz refletir sobre a futilidade de um país cujo povo não enxerga nem prioriza questões sociais que o envolvem de forma desfavorável. Por isso mesmo os poderes constituídos deste país fazem o que bem querem, transformando-o no paraíso particular da corrupção, do abandono e dá má fé, graças a esse desvio fácil da massa populacional, que serve mais como massa de manobra. Mano Meneses está em maus lençóis, no que depender do povo, por comandar a segunda melhor seleção olímpica, enquanto os índices do que mais importa para nossas vidas são graves e vergonhosos. O Brasil da fome, das desigualdades sociais gritantes, da roubalheira política e do cinismo não enfrenta a revolta popular por causa disso, mas o técnico da seleção brasileira, que por uma derrota depois de várias vitórias não conquistou a medalha de ouro e sim a honrosa medalha de prata, seria retirado de seu cargo se os brasileiros tivessem o poder dessa decisão... Mas nas próximas eleições, depois nas outras e nas remotas até não se sabe quando, este mesmo povo continuará levando ao poder ou confirmando em seus tronos os maiores responsáveis pelas verdadeiras desgraças deste país.
ASSIM NASCEM OS ANJOS
Em algum lugar, um novo país nasce — com muitas cores e várias raças.
Em assembleia, os líderes desse nascente país, incomodados com a diversidade do povo, se reúnem e decidem que determinados grupos da sociedade são inferiores devido à sua cor, religião ou origem humilde.
Bombardeado com propagandas pseudocientíficas encomendadas, piadas racistas em programas de televisão e reuniões de família, além de mitos e deuses religiosos criados com os traços e os valores desses líderes, parte do jovem povo começa a interpretar que aquilo é realmente verdadeiro. Que aqueles grupos são, sim, intelectual, racial e moralmente inferiores e, portanto, não são merecedores de respeito e empatia.
Os grupos estigmatizados começam, então, a ter dificuldades para encontrar emprego e, quando encontram, geralmente recebem salários muito mais baixos que os demais — sempre em profissões de pouco ou nenhum reconhecimento dentro da sociedade.
Como consequência, tem o acesso aos serviços básicos prejudicado.
Empurrados para as periferias, sem casa própria, sem acesso à água, esgoto, saúde, segurança, justiça, cultura ou educação transformadora, não conseguem aparecer. Não de forma positiva. Toda a estrutura à sua volta tem o único objetivo de inviabilizar seu desenvolvimento.
Comem mal.
Dormem mal.
Sonham mal.
Relacionam-se mal.
Morrem mal.
E como morrem!
Subir um degrau qualquer na escada social não é explicitamente proibido, mas é praticamente impossível. Os grupos são capazes, mas foram desacreditados de tal modo que às vezes chegam eles próprios a desacreditar. Mesmo assim lutaram. Lutaram muito. Sem muito sucesso.
E os líderes tornaram-se a elite do jovem país.
Gente apta, meritocrática, com uma superioridade moral e ética de causar inveja a qualquer humanista.E confirmam, orgulhosos, a decisão tomada inicialmente e que serviu de base para a nova nação:
— Tá vendo como tínhamos razão!
Difícil momento desse país. Tenho um misto de sentimentos borbulhando dentro de mim: compaixão e revolta!
“Não existe nada melhor do que aquilo que é. Não existem pais melhores do que aqueles que temos, futuro melhor do que aquele que se encontra diante de nós. Aquilo que existe é o que há de maior.
Neste sentido, felicidade significa que acolho tudo em meu coração, do modo que é e me alegro. É este o máximo da felicidade: quando nos alegramos com a realidade da forma que é, e quando nos alegramos com os nossos pais da forma que são, com o nosso passado assim como foi, com o nosso parceiro, da forma que ele ou ela é, com os filhos da forma que são, exatamente da forma que são. É a melhor coisa que existe. Esta alegria é o máximo da felicidade. Ela vem do coração. É ampla e irradia luz. Em torno dela, outros se sentem bem, ela inclui muitos. É satisfeita e grata, toma e dá.” Bert Hellinger
A divisão política pode separar opiniões, mas quando divide pessoas, famílias e valores, o país inteiro perde, porque nenhuma ideologia vale mais do que a humanidade.
Entre o ditador Maduro, que expulsou milhões de venezuelanos do país, e o maluco do Trump, eu quero mais é que os dois se explodam.
Benê Morais
Quantas vezes no passado, depois de sofrer com coisas que nunca imaginei quando vivi com meus pais,numa vida tranquila me dei parabéns por sobreviver.
Quantas vezes no passado, depois de sofrer com coisas que nunca imaginei, quando vivi com meus pais, numa vida tranquila, me dei parabéns por sobreviver.
7 de setembro
Você nasceu num domingo de setembro,
quando o país inteiro se lembrava dos gritos de liberdade.
Você já veio com sal na pele
e um silêncio tão antigo
que até as ondas se calaram
para ouvir seu primeiro choro.
A casa onde cresceu
tinha paredes que sorriam
mas respiravam veneno.
Você aprendeu cedo:
amar não é confiar,
é sobreviver
com as mãos cheias de alerta.
Seu corpo virou radar,
seu sono, vigília.
Mas mesmo assim,
nunca perdeu o brilho
dos olhos que enxergam
além do que dizem.
Houve um dia,
pequeno, quase invisível,
em que uma voz suave
te chamou pelo nome
sem pedir nada em troca.
Foi como ouvir
o primeiro acorde
depois de uma vida em surdina.
Aquilo não te salvou.
Mas te lembrou:
você já era inteira
antes de qualquer gesto alheio.
Hoje, o mundo arde.
Um louco grita,
rios secam,
cidades viram cinza,
e os oceanos choram ácido.
Mas você ainda entra na água
como quem entra em oração.
Ensina crianças a ler as marés
como se lessem o futuro.
Planta esperança
onde outros só veem fim.
E faz tudo isso
porque sua força
nasceu no escuro
e não precisa de luz
para existir,
ela já é fogo.
Seu corpo adquiriu cicatrizes,
mas sua alma
ainda corre descalça
na beira da espuma,
rindo do tempo
como quem sabe
que eternidade
não se mede em dias,
mas em gestos verdadeiros.
Não tema o que deixou para trás.
Toda criança deve ser amada e respeitada.
O passado não tem que ferir,
foi justiça.
E justiça,
mesmo silenciosa,
ecoará por gerações
de meninas que ousarem
dizer: “não.”
O mundo precisa
de vozes como a sua,
não altas,
mas firmes.
Não visíveis,
mas inabaláveis.
Você ée sempre foi
a própria liberdade
vestida de mulher.
Um Pitbull de saias que não
guarda rancor,
só quer correr livre,
para todas as direções.
O coração derretido
que fez muralhas para
continuar batendo.
Brasil: país da impunidade.
Não é de graça a dificuldade
de si pensar em clemência
para os envolvidos do 8 de
janeiro, por parte da mídia.
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