Existência da Vida
Para combater a insignificância da nossa própria existência, a vida deve ser preenchida com amor e alegria. Esses dois fatores além de preencher o indivíduo, é o que nos une ou como nos separa como sociedade.
O Efêmero Retrato da Existência.
A vida, em sua essência, é um paradoxo temporal. Construímos a ilusão da eternidade sobre alicerces frágeis, ignorando a finitude que nos espreita a cada nascer do sol. A rotina, em sua doce previsibilidade, é um véu que oculta a brevidade da jornada. Valorizamos o extraordinário, as grandes conquistas e as viagens memoráveis, desprezando o valor inestimável do ordinário a conversa à mesa da cozinha, o aroma do café da manhã, o simples ato de respirar.
A dor da perda, quando o inevitável se concretiza, é o doloroso despertar dessa ilusão. A ausência se torna uma presença avassaladora, materializada no silêncio da casa, na cadeira vazia e na saudade que ecoa nas memórias da infância e nos risos compartilhados.
O olhar triste reflete o vazio, um choro silencioso que transborda a alma.
A busca por respostas nos leva a refletir sobre o passado, revivendo as memórias boas, e a projetar um futuro incerto, marcado pela incerteza da nossa própria existência.
A solidão pode se manifestar mesmo na multidão, pois quem nos acompanhava e preenchia o nosso mundo não está mais aqui. Aquele que procuramos não responde, transformando-se em uma lembrança vívida que habita em nossa memória.
O sentido da vida, portanto, não reside em grandes feitos, mas na valorização do presente, no perdão sincero e na capacidade de enxergar a beleza na efemeridade.
O choro silencioso, o olhar triste e a ausência nos lembram da fragilidade humana, mas também da nossa força e resiliência. A vida é um sopro, uma breve passagem que nos convida a viver com intensidade e a amar sem reservas, antes que o silêncio se torne presente e a lembrança se torne a única prova de que um dia existimos neste mundo.
No mundo da nossa existência, a vida é assim. Um dia chega o fim.
Num caixão enterrado na terra cheio de bichos, ou no pó do fogo infernal da cremação.
Deixaremos o que plantamos, cuidamos, colhemos etc...
Choram aqueles que nos amam, e sorriam aqueles que nos odeiam.
Os caminhos são dois, o do mal e do bem, a escolha é livre.
O destino é um só: O FIM.
Sérgio Cancioneiro.
O nascimento é o surgimento da existência, e a morte é o fim dessa existência.
A vida é um loop eterno entre esses dois lados.
O nascimento e a morte são duas ilusões, pois o que prevalece e é eterno é a vida. A vida nada mais é do que uma consequência constante entre o nascimento e a morte.
O fim é o início, e o início é o fim. Nascemos para morrer, e nascemos da morte. A vida é eterna.
Rogo a Deus todos os dias e a cada minuto, que sejamos dignos em nossa breve existência por vida e verdade, nesta fluídica e fugaz dimensão, com o amplo acolhimento mesmo do que não entendemos, com o amor singelo aos humildes e diferentes, que a felicidade por esperança de sermos incoerentemente bons e dadivosos, possam revigorar nossa chama do bem, e que por ela seja, incessantemente por nos espalhada a luz, em todos os locais, entre os mais profundos abismos e as tortas cavernas escarpadas, ambientes sombrios e escuros do nosso vasto e selvagem planeta.
DOR DA EXISTÊNCIA
A vida e o tempo, irmãos tão íntimos que coexistem em tudo e em todos.
Não da para separa-los, quantas vezes tentei
Penso que temos uma saudade tão grande de Deus
que queremos que tudo seja eterno,
mas somos confrontados com a dor do tempo,
o tempo é dor da existência humana.
Inegociável, “trem sem jeito”.
A areia vai descendo a gente não pode fazer nada para parar.
De repente as rugas aparecem, os amigos se vão,
outros vem e vão também.
Tudo na vida é tão sem hora de chegar e de ir,
o tempo é dor da vida!
Quantas vezes quis voltar no tempo,
Mas a vida é como um rio, as águas passam e não voltam mais,
Sou só um barquinho de papel tentando me firmar entre os obstáculos.
Nem sempre sabemos fazer certo, mas não há segunda vez, se passou...passou.
Não adianta chorar, a areia não volta a água não retrocede, a marca que fica só mostra que o tempo é implacável nessa sua coexistência com o viver.
E nós aqui querendo eternidade.
Saudades de Deus é o que temos,
saudades da eternidade, onde a dor e as marcas não existem,
onde não podemos errar conosco e com ninguem, passe o tempo que passar.
"Acredito mais na possibilidade da existência de vida em outro planeta, do que na capacidade do homem de descobri-la."
Mulheres!
Seres mágicos muito além de especiais, são perfeitas existência da vida!
Mulher é realmente o símbolo da sensibilidade. És a gloria do homem, fonte terna da amizade, pérola de inestimável valor. Âncora férreo da imaginação, manancial profundo de amor. Alma misteriosa, tens inexplicável poder. Poder de conciliar trabalho, emoção, lar. Mestra na arte de amar. Por isso tem um dia escolhido para homenagear.
Amigas venho lhes desejar um feliz dia da mulher. Parabéns para todas nós...
A unica unidade de medida que existe é o tempo, ele é que dá sentido a toda existência humana, vida, morte, evolução passado, presente, futuro, tudo depende de como agimos e nos comportamos diante dele.
Tenho em mim o forte desejo de quem ama, um renascimente de minha existência, a vida que no seu sentido pleno me aponta o norte, e os poderes incomensuráveis do amor correspondido.
A Bordo da Própria Existência
A vida é uma viagem que ninguém deseja concluir. É um voo do qual ninguém quer desembarcar. É um hotel existencial do qual ninguém quer fazer o check-out. Devemos portanto, aproveitar bem a viagem e os serviços a bordo. Antes que de chegar ao destino final.
DEUS nos mostra a verdadeira existência da vida aqui na terra .
os tolos de seu modo medíocre as destrói .
