Vida Cigana
Sucesso na vida não depende apenas do Dom... Tem coisas mais importantes como Determinação e força de Vontade.
Dá a cara a tapa... mais deixa nas mãos da vida o golpe final.. aqui se faz aqui se paga.. não suje suas mãos.. nas mãos da vida o tombo será bem maior..
Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos. O “amar os outros” é tão vasto que inclui até perdão para mim mesma, com o que sobra. As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge. Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.
Aprenda a se posicionar na vida!
Porque quem curte ficar em cima do muro, só pra ver de que lado irá se dar bem...
Geralmente acaba levando chumbo dos 2 lados.
A maioria das pessoas passam a vida a procura da pessoa certa, vivendo algumas paixões e sentimentos passageiros, que só temos a noção que não era de verdade quando acaba, porque o que é verdadeiro e recíproco não acaba jamais.
Este Natal é o Natal da reflexão em minha vida. Reflexão do amor de Deus sobre cada um de nós, sobre sua bondade e a magia do perdão; e que devo seguir meu caminho neste exemplo superior. Reflexão também do meu ser, do que fui, do que plantei, do que colherei e do que posso me transformar nesse mundo de tantas controvérsias e mudanças. Que neste Natal possamos refletir o que somos, o que queremos e o que seremos para nós e para quem amamos. Que seja um Natal de paz, um Natal de luz, um Natal de harmonia, um Natal de gratidão e principalmente um Natal de amor.
FELIZ NATAL PRA NÓS. 🎅🏽
A vida é feita de escolhas pessoais e como tal é unicamente um jogo da mente, já que a razão de tudo nasce mediante nossos pensamentos.
Sou atingido a todo o momento por gente bem humorada, pessoas cheias de luz e vida. Às vezes me pergunto o porque e se mereço... é quando me pergunto sobre a sorte a me seguir que entendo o porque de a vida ser tão boa comigo.
É como quando no nosso aniver a vó dava aquela cueca e sorríamos como fosse o melhor presente do mundo. Vai além da educação, no fundo você sente que o presente real sempre foi não o material, mas sim a nobre intenção.
Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
O sofrimento faz parte de nossa vida.
É como o sal da comida.
As quantidades exageradas mudam o sabor e deixam o desgosto.
A teia de nossa vida é composta de fios misturados: de bens e de males. Nossas virtudes se tornariam orgulhosas sem os açoites de nossos defeitos, como os nossos vícios desesperariam, se não fossem alentados pela virtude.
Qual o sentido da vida?
Para compreendermos isso temos que perguntar: O Que é a Vida?
E quem ou que pode responder tais coias?
Nossos egos é que não!
Como egos podemos apenas 'questionar', 'perguntar', e 'exigirmos respostas'. Nada mais nos cabem!
Somente no Silêncio Interior existe resposta.
Cedo ou tarde iremos ver e sentir a Face do Amor, do perdão, compaixão e misericórdia.
A vida às vezes eu penso que e injusta, pois quantas pessoas têm amor, carinho e responsabilidade mais não encontram alguém para dividir esses sentimentos, e ruim você olhar para o seu lado e não ter uma pessoa que você ama, enquanto muitos ai que principalmente espancam os seus parceiros não o respeitam, e mesmo assim o seu parceiro espancado esta do mesmo lado do individuo no "outro dia". Quem ama? Se hoje esta bem o relacionamento amanhã já estão brigados, posso dizer que ama? Jamais! O amor e lindo, e tão bom quando se ama o dia fica mais bonito toda conversa e motivo de risadas, o carinho não começa e nem termina ele prevalece. Mais quando ama e não e correspondido e triste poder saber que você ama mais não e amado, desejar e não ser desejado, ser educado e ser contribuído com ignorância, isso dói muito, mais eu não desisto jamais, pois quem ama sofre mais com um tempo e contribuído com amor, talvez nem seja dessa paixão, mais sim dos ensinamentos que se aprendem. Pois um dia eu serei amado como eu amo hoje, mais vai ser diferente eu vou corresponder a esse amor que eu espero tanto um dia alcançar...
Presa às recordações que atormentam a vida;
Presa a um passado que não volta mais;
Presa a correntes que não me deixam fugir para longe;
Presa às lágrimas que caem sem eu sequer notar;
Presa a dor que me mata no interior… lentamente…
Presa ao desgosto de um dia ter sabido o que foi ser feliz;
Presa a pessoas que se soltaram de mim rápido de mais;
Presa a uma tristeza que desola o meu mundo;
.
Presa a mim mesma
"Já venho percebendo faz muito tempo: a vida, toda ela, se liga em pontos. Linhas tortas que de tão tortas um dia se cruzam."
Cada dia que se inicia é uma nova chance de começar de novo. Aproveite as oportunidades que a vida lhe dá. Não economize sorrisos nesse dia e faça alguém sorrir também, encontre a paz, veja o amor, perceba a beleza interior. Saiba quando fechar os olhos e enxergar o mundo com os olhos da alma. Veja as maravilhas desse dia que se inicia. Nada está igual. O céu nunca mais será o mesmo do jeito que é nesse momento, não perca a oportunidade de contemplá-lo. Diga “Eu te amo”. Tenha fé. Conserve bons sentimentos e jogue fora tudo que for ruim e pesado. Seja feliz.
Já vivi muito… muito de muito e muito de nada…
Uma vida farta de nada e vazia de tudo… uma vida repleta de tanto na verdadeira imensidão do intenso, do abundante…
Já vivi sem ter sentido e já senti cuidando não ter vivido…
Já me apaixonei muitas vezes… Já me apaixonei por gestos, por sorrisos, por lágrimas… Já me apaixonei pelo verdadeiro, pelo inato, por âmagos não moldados…
Tudo o que é artificial, ajustado, abomino. Tudo quanto é genuíno e expressado com despretensão, apaixona-me…
Já fui tanto e tão pouco… Já fui de tudo um pouco… Já senti e vivi todos as sensações que um ser humano pode experimentar: já ri às gargalhadas até chorar de tanto rir; já chorei de pena; já chorei de morte; já chorei de alegria ao trazer um filho ao mundo…
Já sorri em vez de chorar, enganando o choro e enganando-me a mim… Já sorri pela felicidade do retorno dum sorriso…
Já sofri, sofrer de dor profunda, de dor intrínseca e enraizada… Já sofri sem saber porquê…
Já amei e amo… amor de amor, de dar sem pedir nem esperar… amor de filha, amor de irmã, amor de mãe, amor de mulher…
Já pedi, já implorei, já me humilhei… e de joelhos já supliquei…
Já corri até ficar sem fôlego e já corri em passos lentos sem sair do lugar ao sabor da vida e dos demais…
Esperar? Já esperei, desesperei… Hoje já não espero… a vida é uma espera constante e de tão constante ser, passou à certeza do certo… e o que é certo não é esperado…
Já quis ser e não fui e já fui o que não quis ser nem ambicionei… Já quis e não quis sem saber qual o querer…
Já dei pelo prazer de dar e já recebi sem esperar receber…
Já acreditei sem questionar e já questionei sem querer saber o porquê…
Já julguei sonhar acordada, mas os sonhos não existem… os proclamados de sonhos são meramente as vontades, os anseios não realizados… porque é tão mais fácil falar de uma utopia do que querer, lutar por concretizar o desejo… o sonho é o unívoco do querer e só deixará de ser sonho se houver vontade de querer e fazer…
Já olhei com olhos de ver, já julguei ver o que os olhos não viram e já olhei para o escuro e vi o que os olhos pensaram não ver…
Já fui abençoada com pessoas boas de índole pura, amantes da vida, do amor e do próximo…
Já cruzei com entes estranhos, ficcionando vidas que não são as suas ou não as podem ter, conjecturando realidades díspares das suas naturezas… perdidos sem quererem ser achados…
Já cruzei com a mentira, com a falsidade, aquela a que engana, atraiçoa, que não tem começo nem fim, que dilacera, aguilhoa com desdém, até com contornos de perversidade…
Já cruzei com a sinceridade e com aqueles que se dizem “demasiado sinceros” também… com a sinceridade que inunda a alma e me faz crer na vida e nas pessoas… àqueles que se dizem “demasiado sinceros” apelido-os de embustes do ser humano… não existe demasiado sincero, ou se é sincero ou não se é. A sinceridade só tem um peso e uma medida…
E hoje, que tenho hoje? Uma vida que me sorri e me envolve com os seus ensinamentos de todo um percurso caminhado perscrutando, observando e apreendendo todos os possíveis meandros, cantos e recantos do ser humano, em prol da felicidade… a minha felicidade e a dos meus…
Que retive da vida que passou por mim e da vida que agarrei de rédeas nas minhas mãos?
Aprendi que o amor se constrói, se edifica com o saber, com a coragem, a força, a luta diária, o acreditar, o dar e voltar a dar e se mais for necessário, novamente dar…
Que a felicidade nos pertence, que nasceu no dia em que nascemos, que é uma dádiva adquirida à nascença, que vive dentro de nós desde sempre… que emergirá e nos fará sorrir e dizer que experimentámos a felicidade, se e só se tivermos a capacidade de lutar e o querer de querer ser feliz…
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