Vida Amorosa
Toda essa vida é muito mais dura do que parece
Mas garota não deixe seus sonhos serem sonhos
Você sabe essa vida não é tão difícil quanto parece
Não deixe seus sonhos serem sonhos
No vasto oceano da vida, velejamos de formas diversas; a razão é o nosso mapa, mas o vento forte é a paixão.
Existe uma única palavra que simplifica o amor, a amizade, o carinho, a ternura, a beleza e a vida: você.
Chegou a hora do último adeus, da despedida sem voz, do beijo sem calor. As leis da vida não têm lógica ou explicação. E só podemos tentar entender e fazer o luto!
Devemos procurar aceitar a realidade e conviver com a saudade, a falta e o vazio. Quem sabe amanhã não reencontramos aqueles que partiram?
Eu acredito que a vida é igual à intensidade que vivemos o amor, por isso dê tudo, aproveite os momentos junto de quem ama e desfrute das pessoas enquanto não se tornam simples lembranças.
A minha imagem é você quem faz,
porém a minha vida sou eu que vivo.
Sou muito para uns, pouco para outros,
mas o suficiente pra mim mesmo!
Não tenho a vida que sempre sonhei,
mas tenho a garota que preeenche
todos os vagos sonhos, que antes
morriam sem sorrir.
Estou sentindo que ultimamente minha vida é pra dentro, me descobrindo, tentando encontrar algumas peças perdidas. Tem uma diferença entre estar sozinha e se sentir sozinha. No momento, me sinto. Sei que é só eu pegar o telefone e ligar para alguém da minha família ou algum amigo que eles virão, mas a questão não é essa. Mesmo com alguém junto isso não passaria. Acredito que existem fases, ciclos, começos, recomeços. E acho que estou bem no meio de um deles.
Quando alguém muda interiormente e tal mudança é radical, o exterior, as circunstâncias, a vida, transformam-se também.
Às vezes a vida nos coloca em situações difíceis...
São necessárias em algumas situações, escolhas que amenizem a dor, que aliviam o sofrimento. Há situações em que a felicidade absoluta não é uma das opções, é sim o que se almeja, mas é impossível de ter.
Hoje vivo em um corredor, escuro e silencioso, com duas portas no final de sua extensão, e para sair deste local preciso escolher o melhor caminho. A porta de número 1 é considerada por muitos a que esconde um caminho feliz, difícil de trilhar no começo, mas com esperança de alegria permanente. É a porta em que largo meus sonhos e esperanças atuais e corro atrás de novas chances que possam finalmente me fazer feliz. A porta de número 2 é a que todos que gostam de mim querem que eu me afaste. A número 1 é uma simples porta, quer dizer, em minha conotação é a figura de uma porta comum, igual a essas que você encontra em qualquer loja, é a porta aparentemente mais bonita e chamativa da loja. Para as pessoas comuns é isso que é esta porta, uma porta bonita e chamativa. Eu não sou comum, sinto coisas que me tornam anormal. Essa porta, para mim é simples. Eu não gosto de coisas comuns, convencionais. O objeto que mais me atrai neste momento é a porta de número 2. Parece uma porta velha e de aspecto gótico, preta, bem acabada com detalhes robustos, tem dobradiças e maçaneta prateadas. É um aspecto que passa tristeza e tranqüiliza ao mesmo tempo. Dentro desta porta está o caminho que no momento é considerado por mim o mais obscuro e ao mesmo tempo confortante. É o caminho que não me leva a nada, que me faz voltar à minha posição atual. É a posição em que eu fico quieto, sem alterar nada, oferecendo assim minha vida às vontades do tempo. Ai você poderia perguntar: “-mas como uma das portas que deve ser escolhida é o caminho em que você volta a sua posição atual? Você volta ao corredor?” Respondo que não sei.
Apesar de ser atraído pela escuridão, tenho muitas dúvidas. Pra falar a verdade já estou a alguns meses no corredor que citei anteriormente. Às vezes penso que Deus deveria ter me deixado longe deste corredor, pois sofro a cada dia com a solidão que me domina. Porém, ao mesmo tempo, imagino que conhecer novos caminhos foi uma coisa boa. Tenho medo de ficar preso para sempre neste corredor e ser deixado para trás, ser esquecido por meus amigos e por quem sem querer, me empurrou neste corredor, que para muitos parece um labirinto muito complexo, mas para mim é só mais um corredor...
A vida é como que feita de fotografias. Algumas vivas, coloridas, emocionantes, outras amareladas, envelhecidas, esquecidas num canto, numa gaveta, numa caixa. A gente a vê passar bem diante dos nossos olhos, e no fim das contas essa vida acaba se resumindo em Ex’s.
Ex-amigo, ex-colega, ex-escola, ex-namorado, ex-amor, ex-paixão, ex-motivo de tristeza, ex-marido… Tudo muda. A vida corre, o tempo passa, o mundo gira, e tudo vira ex. E a gente vai superando, a vai suportando, vai esquecendo, deixando pra lá. E quando vê, já era. Já passou, já mudou, já ficou diferente.
O que antes tinha uma importãncia enorme, vai se tornando tão insignificante, vai virando uma poeirazinha que a gente, se não varre pra fora, deixa embaixo do tapete. E às vezes, deixa lá embaixo só pra saber que tá ali. Nem importa mais tanto assim, mas a gente não quer se desprender de uma vez.
Daí um dia, a gente cresce, acorda, faz uma faxina. Despreza tudo aquilo que não nos faz bem, que não acrescenta, e quando vê, se livrou inclusive do tapete!
E deixa pra trás, sem mágoas, sem ressentimentos. O tempo passou, e o passado tem um lugar pra ficar, e que não é no presente! E tudo vira Ex. Me reinvento, mudo, vou deixando tudo virar ex. Ex-tudo. E se preciso, até Ex-eu.
Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!
