Vida
"É incrível cmo as coisas acontecem na minha vida...
quando achei que realmente estava seguindo o caminho certo, veio o destino e mais uma vez me fez ter a certeza q estou nessa vida para ser testada...
e... testada no amor...
pq quando eu penso que alguma coisa vai dar certo e que o jogo vai virar, tudo volta a ser como antes...
aquele que me fazia perder as noites de sono já não faz mais parte da minha vida, deu lugar a outro...
outro que julguei, de certa forma uma pessoa fácil de ser amada e princi´palmente de ser correspondida... eia ai o meu princál problema...
agora não apenas minhas noites, mastambém meus dias a pensar neli, esse novo amor que toma conta do meu coração, minha mente, minha alma, que toma conta de mim... e eu que só queria seramada e percorrer o caminho mais simples até o amor...
VERDADEIRA CARIDADE
"Existem muitos erros em nossa vida.
Melhor que julgar e abandonar,
É amar e ajudar a consertar.
Essa é a verdadeira caridade!" (Rose Felliciano)
Um anjo em minha vida
Noite escura, alma oprimida,
Sombrios pensamentos que me paralisam,
Névoas de incertezas, de cogitos,
Penumbra dos sentimentos ocultos,
Ninguém vê, ninguém sabe,
Ninguém se importa.
Gritos de dor,
Gritos que somente o coração ouve,
Corre alma vazia,
Se deslize pelos lugares escorregadios,
Procure guarida, ache repouso,
Mas não há refrigério,
Resto de esperança, lançados no mar.
Pra onde ir?
Que rumo tomar?
Questiona minha alma sem sossego;
Somente há um lugar, um oásis em tão grande caos,
Uma alma gentil, anjo disfarçado de gente,
Gente próximo do divino,
Coração dócil, alma quente,
Palavras mágicas,
Silêncio que tanto me fala,
Abraço sublime,
Menina, mulher, anjo,
Que ilumina a noite escura,
Desta alma cativa.
Quem é você? Alguem que nuca vi que, apareceu na minha vida e levou meus sentimentos como se tudo oque eu tivesse guardado por toda minha vida fosse levado em um único sábado solitário, como se todas as minhas lágrimas tivessem se guardado para o nunca...
depois de tanto insistir, tento não me guiar pelas águas turvas do medo, porque faço da vida morada dos meus sonhos e transformo os meus desejos mais íntimos em possibilidades infinitas. Entrego-me a fluidez dos instantes e deixo o tempo transcorrer a seu critério, mesmo desejando, algumas vezes, que ele passe bem depressa e satisfaça a minha ansiedade de descobrir antes dele as respostas para as minhas tantas perguntas.
Alguns dizem que realmente não sabem o que estão procurando na vida. Isso pode ser porque, em vez de estarem em contato com o modo como se sentem, levaram suas vidas de acordo com as expectativas das outras pessoas. Viva sua vida para não satisfazer os outros, mas para cumprir aquilo que o seu coração deseja.
Viva intensamente,
antes que morra e se arrependa,
não faça de sua vida mais uma igual as outras,
entre na loucura,
seja livre,
não submeta-se,
deixe que sua mente o guie,
E faça de sua loucura seu caminho para fora da monotonia.
"Ensine-me, Senhor, a usar
todas as circunstâncias de
minha vida para que possa
produzir mais frutos de
santidade que de pecado.
Que eu possa usar as
decepções como material
para a paciência. Que eu use
o sucesso como material para
gratidão. Que eu use a
expectativa como material
para a perseverança.
Que eu use o perigo como
material para a coragem. Que
eu use a repreensão como
material para a
longanimidade. Que eu use
os elogios como material
para a humildade. Que eu
use os prazeres como
material para a temperança.
Que eu use as dores como
material para a
resistência." (John Baillie -
Diário Particular de Oração
A vida é uma aventura com o início decidido por outros, um fim desejado por nós e tantos entreatos escolhidos aleatóriamente pelo acaso
Eu não sabia que a saudade incomodava, que o amor era tanto e que a vida doía.
Não sabia que a mágoa machucava, que a lembrança desbotava e que a aspereza enrugava.
Eu não sabia que o caminho era longo, que as pedras incomodavam e as curvas confundiam.
Eu não sabia que o silêncio torturava, o desejo salivava e a distância traria o esquecimento. Também não sabia que a ironia maltratava e que em todos os tempos o fingimento não tinha graça nenhuma.
Eu não sabia que a preocupação esquentava a cabeça, que a noite se afeiçoava com a solidão. Eu desconhecia sobre os interesses fúteis como praga que contaminava os dias. Isso eu não sabia.
Eu não sabia que o choro era sinal de fraqueza. Pensei que arejava a alma, em algumas situações. Não sabia que as mães eram heroínas, mesmo que os filhos nem se deem conta disso, nem que os pais fazem um esforço danado para parecem certos o tempo todo com seus sermões quilométricos.
Eu não sabia que a alma fica doente e o corpo padece com isso. Que o coração é lugar para dúvidas e a razão nunca é obediente.
Eu desconhecia o sofrimento como escada para a felicidade, que o medo fragilizava e que havia um abismo entre o sonho e a realização.
Eu não sabia que o universo conspira a favor de quem faz a sua parte. Que sorte é quase uma fábula e que o discurso só funciona quando é resultado de uma prática.
Não sabia que era preciso tanto esforço para viver em um mundo contraditório.
Já vivi muito… muito de muito e muito de nada…
Uma vida farta de nada e vazia de tudo… uma vida repleta de tanto na verdadeira imensidão do intenso, do abundante…
Já vivi sem ter sentido e já senti cuidando não ter vivido…
Já me apaixonei muitas vezes… Já me apaixonei por gestos, por sorrisos, por lágrimas… Já me apaixonei pelo verdadeiro, pelo inato, por âmagos não moldados…
Tudo o que é artificial, ajustado, abomino. Tudo quanto é genuíno e expressado com despretensão, apaixona-me…
Já fui tanto e tão pouco… Já fui de tudo um pouco… Já senti e vivi todos as sensações que um ser humano pode experimentar: já ri às gargalhadas até chorar de tanto rir; já chorei de pena; já chorei de morte; já chorei de alegria ao trazer um filho ao mundo…
Já sorri em vez de chorar, enganando o choro e enganando-me a mim… Já sorri pela felicidade do retorno dum sorriso…
Já sofri, sofrer de dor profunda, de dor intrínseca e enraizada… Já sofri sem saber porquê…
Já amei e amo… amor de amor, de dar sem pedir nem esperar… amor de filha, amor de irmã, amor de mãe, amor de mulher…
Já pedi, já implorei, já me humilhei… e de joelhos já supliquei…
Já corri até ficar sem fôlego e já corri em passos lentos sem sair do lugar ao sabor da vida e dos demais…
Esperar? Já esperei, desesperei… Hoje já não espero… a vida é uma espera constante e de tão constante ser, passou à certeza do certo… e o que é certo não é esperado…
Já quis ser e não fui e já fui o que não quis ser nem ambicionei… Já quis e não quis sem saber qual o querer…
Já dei pelo prazer de dar e já recebi sem esperar receber…
Já acreditei sem questionar e já questionei sem querer saber o porquê…
Já julguei sonhar acordada, mas os sonhos não existem… os proclamados de sonhos são meramente as vontades, os anseios não realizados… porque é tão mais fácil falar de uma utopia do que querer, lutar por concretizar o desejo… o sonho é o unívoco do querer e só deixará de ser sonho se houver vontade de querer e fazer…
Já olhei com olhos de ver, já julguei ver o que os olhos não viram e já olhei para o escuro e vi o que os olhos pensaram não ver…
Já fui abençoada com pessoas boas de índole pura, amantes da vida, do amor e do próximo…
Já cruzei com entes estranhos, ficcionando vidas que não são as suas ou não as podem ter, conjecturando realidades díspares das suas naturezas… perdidos sem quererem ser achados…
Já cruzei com a mentira, com a falsidade, aquela a que engana, atraiçoa, que não tem começo nem fim, que dilacera, aguilhoa com desdém, até com contornos de perversidade…
Já cruzei com a sinceridade e com aqueles que se dizem “demasiado sinceros” também… com a sinceridade que inunda a alma e me faz crer na vida e nas pessoas… àqueles que se dizem “demasiado sinceros” apelido-os de embustes do ser humano… não existe demasiado sincero, ou se é sincero ou não se é. A sinceridade só tem um peso e uma medida…
E hoje, que tenho hoje? Uma vida que me sorri e me envolve com os seus ensinamentos de todo um percurso caminhado perscrutando, observando e apreendendo todos os possíveis meandros, cantos e recantos do ser humano, em prol da felicidade… a minha felicidade e a dos meus…
Que retive da vida que passou por mim e da vida que agarrei de rédeas nas minhas mãos?
Aprendi que o amor se constrói, se edifica com o saber, com a coragem, a força, a luta diária, o acreditar, o dar e voltar a dar e se mais for necessário, novamente dar…
Que a felicidade nos pertence, que nasceu no dia em que nascemos, que é uma dádiva adquirida à nascença, que vive dentro de nós desde sempre… que emergirá e nos fará sorrir e dizer que experimentámos a felicidade, se e só se tivermos a capacidade de lutar e o querer de querer ser feliz…
"Fiz de minha vida um enorme palco,sem atores para a peça em cartaz
Sem ninguém para aplaudir esse meu pranto que vai pingando e uma poça no palco se faz
Palco triste é esse meu mundo desabitado,solitário me apresento como astro
Astro que chora,ri e se curva a derrota.E derrotado,muito mais astro me faço.
Todo mundo reparou no meu olhar triste,mas todo mundo já estava cansado de ver isso
E todo mundo se esqueceu de minha estréia,pois todo mundo tinha um outro compromisso
Mas um dia meu palco escuro continuou e muita gente curiosa veio me ver
Viram no palco um corpo já estendido.Eram meus fãs que vieram para me ver morrer
Esta noite foi a noite em que virei astro.A multidão estava lá,atenta como eu queria
Suspirei eterna e vitoriosamente,pois ali o personagem nascia
E eu,ator do mundo com minha solidão morria."
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