Vício

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É chocante perceber quantos tipos de vícios existem. Seria muito fácil se fossem apenas drogas, bebidas e cigarros. Eu acho que a parte mais difícil de querer largar o vício é realmente querer largá-lo. Digo isso, porque a gente se vicia por um motivo, certo? Às vezes (muitas vezes), as coisas começam como uma parte normal de sua vida até que uma hora cruza a linha e se torna obsessiva, compulsiva, fora de controle. É o barato que nós procuramos, o barato que faz todo o resto sumir.
[…]
O lance sobre o vício é que ele nunca termina bem porque, com o tempo, o que quer que deixava a gente no barato pára de nos fazer sentirmos bem e começa a machucar. Ainda assim, dizem que você não larga o vício até chegar no fundo do poço. Mas como saber que você está lá? Porque não importa o quanto algo nos machuca… às vezes se livrar dele dói mais ainda.

O PRAZER DE UM ATO BOM

Não há esperança para alguém que luta por obter uma virtude abstrata - uma qualidade de que não possui nenhuma experiência. Nunca poderá, eficazmente, preferir a virtude ao vício oposto, seja qual for o grau com que, aparentemente, despreza esse vício.

Todos possuem um desejo espontâneo de fazer coisas boas e de evitar as más. No entanto, esse desejo é estéril enquanto não temos a experiências do que significa ser bom.

O prazer de um ato bom é algo a ser relembrado, não para alimentar nossa vaidade, mas para nos recordar que as ações virtuosas são não somente possíveis e valiosas, mas pode tornar-se mais fáceis, mais cheias de encanto e mais frutuosas do que os atos viciosos que a elas se opõem, frustrando-as.

Uma falsa humildade não nos deve roubar o prazer da conquista, que nos é devido, e mesmo necessário à nossa vida espiritual, sobretudo no início.
É verdade que, mais tarde, podemos conservar ainda defeitos que não conseguimos dominar - de maneira a termos a humildade de lutar contra um adversário aparentemente invencível, sem sentirmos prazer algum pela vitória.

Pois pode nos ser pedido renunciar até mesmo ao prazer que sentimos ao fazer coisas boas, de maneira a termos a certeza de que as realizamos por algo mais do que esse mesmo prazer. Mas antes de podermos renunciar a esse prazer, temos de aceitá-lo. No início, o prazer vindo da conquista de si mesmo é necessário. Não tenhamos medo de desejá-lo.

Eu teria uma overdose de você...
Me embebedaria com teu gosto, sugaria cada cheiro teu em meu corpo, injetaria tua essência em mim.

Suportaria cada efeito colateral existente, cada dor e loucura pertinente, viraria hipocondríaca sim!

Então, a reabilitação entraria, só pra ter recaídas, do meu vício em ti.

Um retorno à bondade realizado diariamente ao hálito tranquilo e benéfico da manhã faz com que, em respeito ao amor à vida e o ódio ao vício, a pessoa se aproxime um pouco da natureza primitiva do homem, como os brotos da floresta que foi derrubada. De modo semelhante, o mal que a pessoa faz ao longo de um dia impede que os germes das virtudes que começaram a brotar se desenvolvam e os destrói.

Muitos de nossos problemas são causados pela distorção da necessidade. Nos tornamos dependentes daquilo que não pode satisfazer e damos pouca atenção ao que na verdade nos completa.

Somente é feliz,
quem tem coragem
de mudar
aquilo
que lhe faz mal.
Que lhe machuca.
Que já virou vício.
Vício,
não é bom para
nenhuma alma
e nem para o corpo.
Faz-nos acomodar.
Vira rotina!

“Dia 1
-
Um prelúdio necessário aos tolos
Numa busca incansável pelo recomeço
O ensejo de esperança em todos
Faz surgir até mais subtil apreço;

Se tu sabes que, de facto, sempre penso
E penso que neste motim não me vinculo
Há esperança em tudo o que vejo
Bem como o pessimismo estrídulo;

Os vícios são relativos a cada ser que vive
Insanidade é mantê-los almejando mudança
Nisto vê-se no início dos comemorantes ineptos

E mantém-se um hábito que insiste
Num passado imerso em inseguranças
Erros que se repetem como implícitos preceptos.”

Achei o que procurava.
Uma Paixão Arrebatadora.
Mas era isso o que eu procurava?
Achei a droga que cura minha dor,
agora estou viciada.
Talvez eu necessite dessa droga.
Droga de Paixão.

"Aliás, fácil é dizer 'não' a pedidos. Difícil é dizê-lo aos destemperos robustos da carne e do vício, pois paixão e doença são, no justo juízo, exata mesma coisa"
(trecho de "Parece Dezembro: romance inspirado nos versos de Chico Buarque")

Conhecimento é a única virtude e ignorância é o único vício.

A dor e o vício são como imagem refletida no espelho e que, se imagem aumenta, o reflexo cresce também.
Aumenta a dor, cresce o vício, que aumenta a dor, que cresce o vício.....e assim sucessivamente.
A dor é a imagem (você). E a cura está aí......em ti.
Trate suas dores, medos, auto piedade e seus sentimentos. E o restante se tratará também.

Inserida por rodrigo_lutfi_coimbra

Largar um vício
É tão difícil
Quanto esquecer
Um grande amor
Mesmo estando no início
Requer muito sacrifício
E a garra de um lutador.

A melhor forma de abandonar os vícios é troca-los. Troca-los por uma meta de vida. O vício te proporciona um pico de felicidade, o objetivo divide esse pico pelos sete dias da semana fazendo você feliz a cada passo que dá em direção a tua meta

"E então você se depara com o inusitado: sente falta do vício que, outrora, era a sua queixa. O ser humano é mesmo um 'bicho estranho'... se alimenta de amor, mas não vive sem uma dor pra temperar a rotina".

"Fazer rádio é um eterno vício para quem verdadeiramente nasceu radialista!"

Quanto tempo faz? Não importa mais, você é meu vicio, assumo e digo mais: Nada teria valor se não tivesse ao meu lado você que me dá tudo que eu preciso, com você eu faço do inferno o paraíso...

Vício

Num chute, a realidade dispersava-se na nublada ilusão. ⁣No espaço entre o sentir e o pensar, eram línguas de fogo queimando-me as entranhas.⁣⁣
Meus topázios vidrados se fechavam, e a ávida ânsia de tirar-te pra dançar apagava-se.⁣
“Mais um chute, só mais um” desejava eu. ⁣⁣⁣
No canto do vasto salão permaneci imóvel, enquanto a música e a vida, lentamente abandonavam-me.

A idiotice é uma debilidade mental semi-consciente de costume, um vício mental que nem um imortal conseguiria se livrar, sem a auto-destruição de boa parte de si mesmo.

Tantas coisas pra fazer mas nenhuma delas importam tanto quanto seu vicio.

Deixei de lado esse medo oco que me permeia há tempos.
Tirei do meu caminho todo ócio, todo vício tosco
e coloquei prazer nas minhas palavras.
Parei de me culpar por tudo e passei a rir e a sorrir para todos.
Desengavetei alguns antigos bons sentimentos,
reparei que ainda me servem e resolvi vesti-los.
Conduzi meu barco para outras correntezas,
tenho necessidade de correr alguns riscos.
Sou apático ao comodismo e adepto a transformações.
Me canso fácil do que não me agrega.
Tenho por hábito olhar para o céu, todos os dias.
Se não me encaixo, me adapto.
Observei que com amor não se brinca, mesmo sendo,
o próprio amor, uma grande brincadeira.
Eu condeno pouco amor, pouco afeto, pouco afago.
Falando de amor, prefiro sim, os excessos e os extremos.
Não sei dar pouco, portanto, não me peça somente uma metade.
Só aprendi a ser assim, inteiro.