Viciado no seu Beijo

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Amor não é só beijo e amasso. Amor é cuidado, amor é carinho, amor também é amizade.

Assim como o beija-flor sente o doce sabor do néctar, eu quero sentir o doce mel do teu beijo ao beijar seus lábios.

Um abraço, um afago e um doce beijo. Inevitavelmente, você precisa de tudo isso e mais um pouco. Você precisa livrar-se de sua carência, dar asas ao coração, à emoção. Chega de medo ou insegurança. Está na hora de proteger-se no calor de alguém. E está mais do que na hora.

Minha felicidade está em teu sorriso, meu amor está em teu beijo. Teus pensamentos vão ao encontro dos meus...em sonhos encontramo-nos de forma furtiva e eternamente. Te amo, tu me amas.

Te amo mais quando nossas bocas estão unidas em um beijo sem fim.
Te amo mais quando nossas dedos estão entrelaçados.
Te amo mais quando meu corpo descansa junto ao seu.
Te amo mais quando somos um só em um abraço.
Te amo mais quando sussurramos palavras de amor no ouvido.
Te amo mais quando estou sozinho, pois a saudade me faz lembrar do nosso amor!
Sergio Fornasari

Verdadeiro amor

No teu beijo, descobri
o sabor da paixão.
Nos teus braços, entendi
o significado do prazer.
Mas foi o que me fizeste
sentir no meu coração,
que me fez compreender
o que é um verdadeiro amor.

Um beijo vale mais do que mil palavras. Posso escrever uma redação na sua boca?

Cada verso, um desejo.
De um momento, de um beijo.
Cada rima, uma combinação.
Nas palavras, a paixão.
Está escrito, tudo diz.
Porque te amar me faz feliz

Você rima comigo
Teu corpo com o meu
Tua boca com a minha
Com o verso que nasceu
Teu amor com meu amor
Somos só você e eu.

Na ponta dos dedos


Enquanto sua boca
procura meu beijo,
com as pontas dos
dedos, escrevo em
seu corpo os meus
versos obscenos,
_ no espaço entre
o amor e o desejo.

Não sou a mesma desde o primeiro beijo. Você me olhava, e eu ficava sem graça e meio sem fala. Eu nunca demostrei muito o que sinto, mas por você foi de imediato, não podia controlar cada movimento, e assim... A saudade chegou!

Chegará o dia em que você lembrará dos momentos que passaram, dos abraços que foram dados, dos beijos que foram trocados, das palavras que foram ditas e das promessas que não foram cumpridas.
Chegará esse dia e você vai acabar se dando conta que nada daquilo te afeta mais, e é nesse dia que você vai cair na real que você superou. Nesse dia também que você perceberá que nada é em vão, e o mais importante: que nada dura para sempre. A partir desse dia seu coração estará pronto para outra aventura, para outra paixão. A partir desse dia você se dará conta que não importa o quanto o momento ou a lembrança é importante ou marcante, de um jeito ou de outro vai passar e quando passar não vai adiantar e muito menos mudar nada ficar preso ao que passou. A partir desse dia você vai perceber que a vida é um ciclo de começos e recomeços, que sempre que uma pessoa que você nunca imaginou sem sai da sua vida, é porque não era ser, e sempre que uma pessoa boa sai de sua vida uma melhor chega. Você vai se dar conta que não há dor ou não há momento que sejam eternos, do mesmo jeito que você vai se dar conta que é quando menos você espera que você supera.

Um olhar... um suspiro...
Um beijo... e surge o delírio
Flor de vulcão
Que seduz e envolve
Absorve a voz
Que segreda ao ouvido
Estremece e enlouquece
Amor que se vive!

Beijo gratuito e de final de semana não é o mesmo de um beijo apaixonado, beijo de desejo e de cobiça...
Refaça teus conceitos...

Ansioso é beijo que não foi dado, é amor que foi guardado.

Gostar de alguém pelo carinho, afeto, cuidado. Mas n gostar do beijo. Será loucura, ilusão, ou bem vindo aos loucos normais?

Que bobo sou eu...
as pessoas querendo o mundo inteiro
e eu querendo só um beijo teu...

O beijo mais gostoso é aquele que foi trocado mil vezes com os olhos antes de chegar a boca.

Desejo

O espaço
entre as nossas bocas!
De um beijo ao outro…
Chama-se desejo!

Agua não tem sabor mas é gostosa e sem ela não se vive. Beijo tem sabor, gosto e cria excitação. Não se vive de beijos.

Beijo na testa. E eu achando que ele não tinha desistido. Que não teria esquina, nem curva nenhuma que me fizesse perdê-lo de vista. Que não teria grito alto demais, arranhão de raiva ou choro no silêncio que o fizesse dar meia volta e ir embora. Ele não tinha força nos braços pra carregar a gente, e me carregar sem amor ardente. As mãos suadas e aquela premissa de que ele era realmente um moleque. Dureza é voltar pra casa com os olhos borrados e contar pra minha mãe que ela tinha razão. Ele não saberia lidar com nada disso. É quando estabiliza, quando acontece a vira que a gente descobre quanto vale o jogo. Ele veio com um zap, e eu só tinha uma espadilha de nada. Não dava pra lutar sozinha se o nosso truco é jogado pra dois. Não dava pra continuar quando a aposta é doze e ele abandona o jogo no meio. Pior é constatar que não era blefe e que a mão dele era leviana. Resultado: na testa.
Eu tenho um pouco de medo disso. Não, não é dela. É disso que a gente tem. Que me sufoca, mas não é um sufoco forçado. Bate junto com a angústia e parece que o peso do mundo amolece as minhas pernas e elas ficam bambas. Os braços ficam dormentes com a disritmia do coração. E eu sou só mais um desses meninos que se mascaram de fortes. Com músculos, um pouco de barba e um tanto de solidão pra dar charme. Mas é quando estabiliza que a gente entende o rosto. Não tem ruga nenhuma e dá pra perceber que a gente é muito novo ainda. Tem muita coisa pra viver, e eu não sei lidar com as coisas quando elas saem do controle. A garganta fica seca quando eu percebo que as coisas estão indo por um caminho que eu não sei prever. Não tem mais aquela falta de ar, mas a atmosfera é leve com ela. Não precisa muito de pôr-do-sol pras coisas ficarem bem. E se eu perder tudo isso? Eu corro. Largo as cartas na mesa e vou sem nem olhar pra trás – porque se eu olhar, eu volto.
Você era o mundo pra mim, e decidiu não ser mais. Eu só queria um amor, e você queria o resto. Você queria pausar as coisas, e eu o controle remoto da TV. Você queria ter o controle, e eu me jogar de bungee jump. Você queria que eu ficasse, mas eu fui embora algumas vezes também. Você queria um final feliz, mas a gente só era feliz e eu resolvi não dar final. Eu só queria fugir e você queria misturar o meu discurso e me levar a algum lugar com nome e endereço conhecido. Você bateu a porta, mas eu também. Dava pra sentir a sua mão do outro lado da maçaneta – e por que você não me puxou? A gente girou junto e eu caí na minha cama, e eu também caí pra fora da vida. Eu fui crescer, mas você quis ficar. Quem é que vai substituir o seu rosto nas fotos do meu quarto? – e quem vai me mandar combinar o tênis com a bermuda direito? Eu vou correr, mas um dia eu volto. Se você voltar, eu corro. Bati a porta depois que você saiu, e não tem toc toc que me faça abrir de novo. Boa sorte com isso, e pra você também. Até mais, e eu te amo.
[E é nos desencontros da vida que a gente vê que uma cena qualquer é como o amor. Que não precisa ser bonita ou fazer sentido. Que não precisa ter motivo aparente ou fechar nas reticências. É nos diálogos entreportas, de portas batidas, de corações partidos que a gente vê que a maioria de nós quer a mesma coisa. Que a gente só quer um amor.]