Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues
Neste mundo contratamos seguros como nossa proteção que não são nem tão seguros assim.
De outro lado, em Cristo, nossa segurança jamais morrerá de velha simplesmente porqueela é eterna.
Fora de Cristo a vida humana é forade propósitos.
Sem Cristo a vida é semsentido.
Com Cristo estamos com a companhia perfeita por que Ele é o Único Caminho para o Céu.
Quando um crente parte destemundo, ele não mais necessitará da Bíblia porque estará ao vivo diante d'Aquele que é, Ele próprio, a Palavra Viva, Jesus, o Verbo Eterno (João 1).
Coloque todo seu entusiasmo e aproveite bem, com muita determinação, foco e fé, cada momento da sua vida, antes que eles se tornem apenas lembranças!
A vida é bela, porém, com suas agruras queprovocamos e nos provocam, fisicamente elavai se dissipando; noentanto, Jesus disse:"Eu Sou a Vida".
Não procure coisas boas nas pessoas que achas serem boas, evite apenas a decepção. Pois as boas coisas vêm das pessoas que menos esperamos.
A Educação Física proporciona o bem estar biopsicossocial em todas as fases da vida, oportunizando amizades, sorrisos e longevidade.
RUINDO...
Os ímpios vão vivendo numa senda que supõem elevá-los ao top dos homensquando, na verdade, tropeçarão na sua própria astúcia, ruindo como um prédioimplodido.
Já os justos, os que estãofirmados na Rocha Eterna,Jesus, jamais cairão porque são sustentados porEle!
Comemorar mas um Aniversário de vida na Vida é uma data única e deve ser celebrado e comemorado com muitos dados e cálculos, o essencial é mostrar o resultado do ano que se foi.
Nelson Vihinda
Mas o amor aos livros é algo de infinito, não acomodável, exigindo sempre mais espaço, mais vista, mais dinheiro. Tudo isso começa faltar um dia: o espaço, a vista, o dinheiro. Os sacrifíciõs são cada vez maiores, para que os livros continuem a entrar, quando alguém os ama, verdadeiramente. Foi sempre honroso o convívio dos livros
A FÚRIA DE CALIBÃ
Vai a pessoa pelo seu caminho, metida com os seus pensamentos, e sai-lhe um vira-lata atrás, mordendo-lhe o calcanhar
A FÚRIA DE CALIBÃ
março de 1966...Em setembro, minha filha Olga seguiu para a França, com bolsa de estudos. A solidão começava a tornar-se acentuada. Vivíamos, agora, num país triste, agoniado, com a população passando privações e sob ambiente tenso"
A FÚRIA DE CALIBÃ
"Nesse grupo, estavaam presentes figuras que se apregoavam "independentes" e desenvolviam um sutil anticomunismo, o anticomunismo eficaz, o de esquerda, ao mesmo tempo que buscava caminhos radicais, desesperados, criticando os que combatiam essa tendência à aventura. Era um pouco o que se convencionou conhecer como "esquerda festiva", que pretendia conciliar o ímpeto revolucionário com largo consumo de uísque e frequência costumeira a boates e reuniões em apartamentos luxuosos, onde se misturava política com negócios"
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 178
"Pouco antes de seguir para a França, minha filha deixara com a Civilização um ensaio sobre a situação da mulher na sociedade; não era trabalho perfeito, mas, com todas as suas insuficiências, estava acima do que vinha sendo aparecendo, aqui, no gênero"
A FÚRIA DE CALIBÃ - pág. 181
"Tratava-se, no fim de contas, mais uma vez, do conceito de liberdade, honrado em abstrato, normalmente, pelos intelectuais, no individualismo que os aperta, na solidão do trabalho que executam, no valor desmedido que transferem ao resultado desse trabalho, na vaidade que, por isso mesmo, os atormenta"
A FÚRIA DE CALIBÃ - pág. 190
"...jamais fixei minha posição como independente. Muito ao contrário, ela é uma posição comprometida, vinculada"
A FÚRIA DE CALIBÃ - pág. 191
Essa liberdade é a mesma que dá igualdade de direitos ao milionário e ao mendigo de dormir debaixo das pontes. Mas o milionário prefere dormir em outro lugar e dispensa essa liberdade, que lhe é concedida tão graciosamente.
A FÚRIA DE CALIBÃ - pág. 192"
Eu não era, não sou, jamais serei neutro, nem permaneci, ou permanecerei, acima das lutas, nem aceito a concepção abstrata de liberdade, mas a concepção historicamente condicionada, aquela que a define como a consciência da necessidade.
A FÚRIA DE CALIBÃ - pág. 192
