Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues
Paciência, o relógio foi criado para marcar a velocidade do movimento e não quantidade de experiências da vida.
O invísivel!!!!!!
Século XXI ciência em evolução,
Surpresa de um vírus em mutação!
O contacto é pura proibição,
Barreira de distância de 2 metros é pura obrigação!
O Medo é presente no ser Humano diário a viver,
Desinfectante é algo que começou diária acompanhar!
Mortes diárias a assombrar este Planeta aterrorizar,
Uns fazem pic-pics sem nos outros e neles mesmos se preocupar!
Cura é algo que demora a aparecer,
Paciência e coragem é preciso entre nós viver!
Todos vamos dar as mãos invisíveis e nos unir,
Abraçar invisível para Força dar!
Os nosso mais queridos a perder,
E nada podemos fazer!
Invisível vírus que o ser humano diariamente como fumo apagar,
Somos mais um número neste Mundo a contar!
Temos o tempo contado a somar,
Os minutos são trocados pelos segundos a nos separar!
Não existe excepção entre humano testado ser,
Quem tem amor e sabe dar, consegue seu Amor doar!
Sónia Costa Rodrigues 2-4-2020
Oeste ou leste, sul ou norte, tanto faz, o importante é detectar o ponto onde está camuflado o polvo.
COM SENTIMENTOS VERDADEIROS, NÃO SE BRINCAR
"Não brinquemos com sentimentos
tão nobres, tais como o amor.
Amanhã sentiremos falta,
de quem nos ame com verdades."
Neide Rodrigues, Poetisa potiguar em 01/04/2020.
Poema
Glória e Laura
Ah...que amor...
Que amor!
Quando olho pra vocês
Suspiro e sinto amor
A cada gesto
A cada sorriso
A cada travessura
Suspiro e sinto amor
Ah que amor...!
Autora: Carla Rodrigues
A velocidade em que tudo acontece dará consciência para aproveitar o momento que no futuro não se esquece.
Era uma vez uma bela brisa de nome «Ar», conheceu o charmoso vento chamado «Osa», foi amor de nortada à primeira rajada, casaram e do casamento nasceu um filho, para dar-lhe um nome decidiram juntar o nome da mãe ao nome do pai, e assim derivou o nome de uma linda Terra do norte litoral de Portugal «Areosa».
Dê tempo ao TEMPO
O tempo não PARA
Não pare de VIVER.
Dê tempo ao TEMPO
A tempestade PARA
Não pense em MORRER.
Na vida, concluiria um dia, todos têm direito a um grande amor. Uns achá-lo-iam num cruzamento perdido e com ele seguiriam até ao fim do caminho, teimosos e abnegados, até que a morte desfizesse o que a vida fizera. Outros estavam destinados a desconhecê-lo, a procurarem sem o descobrirem, a cruzarem-se numa esquina sem jamais se olharem, a ignorarem a sua perda até desaparecerem na neblina que pairava sobre o soliário trilho para onde a vida os conduzira. E havia aqueles fadados para a tragédia, os amores que se encontravam e cedo percebiam que o encontro era afinal efémero, furtivo, um mero sopro na corrente do tempo, um cruel interlúdio antes da dolorosa separação, um beijo de despedida no caminho da solidão, a alma abalada pela sombria angústia de saberem que havia um outro percurso, uma outra existência, uma passagem alternativa que lhes fora para sempre vedada. Esses eram os infelizes, os dilacerados pela revolta até serem abatidos pela resignação, os que percorrem a estrada da vida vergados pela saudade do que podia ter sido, do futuro que não existiu, do trilho que nunca percorreriam a dois. Eram esses os que estavam indelevelmente marcados pela amarga e profunda nostalgia de um amor por viver.
A arte surge quando alguém transforma um acto animal num objecto cultural que se pode tornar sublime. Ao pintar uma cena na floresta, o homem torna- se Deus porque cria numa tela a natureza, ao contar uma história num romance o homem torna-se Deus porque cria no papel a vida de pessoas, mesmo que imaginárias.
Os escritores são pessoas que têm opiniões pensadas a propósito dos mais variados temas; podemos discordar do que dizem, mas é preciso reconhecer que exprimem geralmente considerações profundas sobre a escrita, o mundo e a vida.
